segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Popularesco já não engana muita gente, mas pop de mercado estrangeiro ainda ilude

Aos poucos, os ritmos do popularesco, a música do "povão" (axé, pagode, "funk", "sertanejo", brega e similares), já não convencem mais com aquela conversa enganosa de que são a nova "cultura" brasileira, a nova "MPB" e outras definições que não nos enganam mais.

A saída para o popularesco continuar existindo e dominando as paradas e a programação de rádios e TVs é assumir a sua posição mercantil, sua vocação exclusivamente lúdica e parar de posar de "intelectual" e "moderna". Popularesco é coisa de gente sem instrução ou sem interesses intelectualizantes e ponto final.

Na maior parte do país, o popularesco vem se enfraquecendo gradativamente. Com a intelectualização das pessoas e com o desenvolvimento da moralidade que se iniciará nos próximos anos, não faz mais sentido permanecer no mesmo astral de burrice e baixaria que são tão inerentes ao popularesco. A volta do popularesco aos limites do entretenimento puro é uma vitória.

Mas e o pop de mercado estrangeiro? Ele ainda é visto como "salvação da cultura mundial" nas terras brasileiras. O que a mídia brasileira não divulga, os brasileiros não sabem e não querem saber é que o pop estrangeiro que chaga aqui é nada mais, nada menos que o popularesco de seus países. Isso mesmo. Falam verdades sobre ídolos como Ivete Sangalo, mas o similar ianque é respeitado como se fosse um intelectual.

A morte de Michael Jackson mostra isso. Quando a intelectualidade musical estava em alta no Brasil, o finado cantor era frequentemente citado como exemplo de "lixo" cultural que os EUA despejavam em nosso país. Acho definir Jackson como "lixo" um exagero, já que ele tinha a sua competência dentro dos limites do lúdico. Mas a histeria gerada com a morte dele deu uma importância muito maior do que ele realmente tinha, como se tudo que há de evoluído na cultura mundial fosse de responsabilidade exclusiva dele. Isso mostra a total desinformação dos brasileiros sobre o que realmente acontece na cultura e na "cultura" internacional.

Ainda somos uma país que trata Michael Jackson como "gênio", Ray Conniff como "erudito", Celine Dion como "sofisticada" e Lady Gaga como "alternativa", fora outras definições equivocadas. É aquela velha mania de atribuirmos intelectualidade a algo puramente lúdico, como alguém que consegue enxergar cabelo em casca de ovo. Somos um povo bastante ingênuo em relação a estrangeiros. Sempre pensamos que eles são superiores a nós e que não possuem defeitos. Verdade?

Há casos onde brasileiros dão um banho de cultura nos estrangeiros, chegando a superá-los. A comunidade dedicada a Legião Urbana teve um tópico criado por fãs do Michael Jackson onde ocorreu um desfile de bobagens com extremo nível de desconhecimento histórico-cultural e de total falta do senso do ridículo.

Lá, um engraçadinho, visivelmente histérico com a morte do "Rei do Pop" (um rótulo que não quer dizer nada, como dizer que "Jesus é o Senhor"), disse que Renato Russo e o cantor ianque eram almas-gêmeas. Chega a ser incrível, em pleno século XXI, com internet e o escambau, haver um desconhecimento tão extremo da historiografia musical, comparando dois nomes que observando nada possuíam em comum, além da morte e da suposta homossexualidade.

E existe o fato - por incrível que pareça - de que o brasileiro era infinitamente melhor que o então recém falecido ídolo ianque, um artista mediano, sem grandes criações, que teve a carreira beneficiada pela presença e assistência de muitos profissionais ao redor, e que cuja popularidade extrema - Jackson soube usar bem os meios de comunicação: seu maior mérito - criou uma mitologia ao redor dele que faz cegar seus próprios fãs. Russo era um poeta, um intelectual. Jackson um mero dançarino e entertainer (algo como um "bobo da corte" moderno).

Jackson, Boy-bands, Emos, Rappers, Aguilera, Britney, Pink, Beyoncé, Justin Bieber, Lady Gaga e todos esses que estamos cansados de ver dominando as paradas de sucessos com suas musiquinhas medíocres, mas recheadas de muito visual, muitos dançarinos e coreografias, clipes produzidíssimos, feitos justamente para dar a ilusão de grandiosidade que só consegue convencer a população de uma nação atrasada como a nossa, que ainda espera a redenção humana vir através de uma miserável copa de futebol: um povo que precisa aprender muito, criar gosto pela leitura e pelo passado, para tirar as lições e entender de fato como funcionam as coisas.

Muito há para ser feito para que a população brasileira não continue a ser enganada com o lixo que vem de fora, com a tecnologia descartada que nos chega e com a imposição de um respeito que as nações "superiores" não merecem.

As nações evoluídas possuem uma cultura de qualidade que não chega até nós e que é valorizada por lá, já que a educação é forte por lá. Mesmo assim, ainda há uma boa parte da população nestes países que é meio burra e continua consumindo cultura de péssima qualidade, fazendo crer que os picaretas do irrit-pareide que chegam até nós é a "verdadeira cultura" dos países desenvolvidos.

Lá também tem a sua música de mercado, puramente lúdica e com nada a dizer de relevante. experimentem e traduzam as letras cantadas por gente como Lady Gaga, Britney e Justin Bieber e verão que nada de relevante é dito. Parece trabalho de escolinha de primário. Mas aqui, recebem tratamento de "obra-prima" e seus criadores, de "gênios".

Pessoas, acordem e batalhem pelo YouTube atrás de algo que possa representar uma cultura de qualidade, com bom acabamento nos arranjos e algo a dizer nas letras. Chega desses "artistinhas" rodeados de dançarinos (não entendo porque nunca são rotulados de dance-music), cheios de pose e que escondem a sua mediocridade e total falta de vocação artística com muita produção visual. Lazer não é sinônimo de inércia, pois sempre temos que ir a caça de algo que satisfaça nossa necessidade de progresso intelectual e emotivo.

Não queremos mais ser enganados pelo lixo estrangeiro que jogam em nossas caras. Inclusive o "inofensivo" lixo cultural.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Porque os homens devem odiar os manginas

OBS: Para entender a questão é preciso estabelecer uma diferença entre machismo, feminismo e masculinismo, para depois explicar o que significa a palavra mangina.

MACHISMO - Ideologia onde os privilégios são do macho. Segundo essa ideologia, macho é considerado sujeito, manda escolhe vive e merece ser feliz e a fêmea, um objeto feito para ornamentar e gerar filhos. É uma ideologia ainda dominante em nosso país e distorce bastante as funções do homem de da mulher na sociedade.

FEMINISMO - Ideologia criada originalmente para contrapor ao machismo, em que as mulheres lutam por respeito e pela satisfação dos seus direitos. Mas com o tempo e com a liberdade feminina conquistada, vieram os abusos, cometidos frequentemente por uma maioria que não soube dar limites a liberdade conquistada, exigindo demais do macho (provedor/protetor) e vivendo de maneira desregrada e irresponsável, na tentativa de imitar o macho (se esquecendo que o metabolismo no organismo feminino é diferente), gerando danos físicos, materiais e psicológicos a si mesmas e em seus companheiros.

MASCULINISMO - Eu mesmo sou adepto dessa ideologia. Nada tem a ver com o machismo. É uma reação aos abusos do feminismo, em que o homem se torna explorado pela mulher, na obrigação de satisfazer as pseudo-necessidades da mulher em ter um protetor/provedor. É o macho cansado de ser visto como um misto de guarda costas com banco 24 horas e exigindo ser valorizado por suas qualidades pessoais. O masculinista é sensível e sabe respeitar a fêmea, mas exige respeito e o fim da exploração.

Explicadas as diferenças, vamos ao mangina. É aquele homem, que é trouxa, que satisfaz sem reclamar todas as exigências abusivas da mulher com o medo de perdê-la, já que precisa dela para as suas próprias satisfações sexuais e sociais de macho. A maioria dos machos são manginas. Eles dizem defender o feminismo acreditando estar fazendo uma justiça, mas acabam explorados por isso, pegos como ratos numa ratoeira.

Interessante que sempre reparei que os homens que casam com as mulheres interesseiras, detestam assumir que elas estão com eles por interesse. Até se revoltam quando um masculinista os aconselha a abrir o olho, que a namorada ou esposa pode estar sendo uma "pistoleira". É o típico comportamento mangina.

Em suma: o mangina é aquele que faz de tudo para agradar a mulher para não perdê-la e acaba sendo explorado por causa disso. E continua sendo, sem reclamar, criando uma avalanche de problemas (principalmente dívidas financeiras) gerados por causa dessa exploração feita pela companheira.

Falarei mais sobre o tema em outras oportunidades, já que o assunto me abriu os olhos para algo que eu já sabia que existia, mas não conseguia entender por completo.

O texto abaixo explicará mais sobre isso.

Mangina - O que é?

AntiMisandry.com - Traduzido pela equipe do Blog do Doutrinador

Não sabe o que é um mangina? Quer aprender a identificá-los? Quer saber se está agindo como um? Então fique atento a essa série "Manginas - Traidores dos Homens", que chega ao Brasil vinda da excelente comunidade estrangeira "AntiMisandry". Confiram a tradução e aprendam.

Eu e outros camaradas escrevemos uma definição de um “Mangina” um tempo atrás e queremos que fique registrado para que todos compreendam exatamente o que isso significa.

Manginas – Traidores dos Homens

O que são?

Manginas são pseudo-homens que dedicam suas vidas a conseguir “dar uma cheirada” numa genitália feminina (figura de linguagem) às custas dos outros e traindo os homens honrados.

O termo deriva da junção de homem + vagina = "man" + "gina" = mangina. Assim, o termo se torna auto-explicativo e dá uma ideia do que envolve ser um mangina. Mas vamos nos aprofundar mais.

Manginas vêem a mulher como o clímax de suas vidas, colocam-nas num imenso pedestal celestial, perseguem-nas e se rastejam para sexo, mantendo o foco apenas nas mulheres e não dando a mínima para sua honra ou a honra de seus colegas homens. Ser sonhador e ilógico são dois requisitos básicos para ser um mangina.

Um mangina não é um homem, e ele não se importa com a honra de ser agraciado com esse título. Um mangina é um pseudo-homem que primeiramente e sempre irá colocar mulheres à frente dos homens em tudo. Eles podem tomar outras formas estereotipadas de homens, como os caça-bucetas (idólatras), ou capitães salva-puta, reforçando e incentivando assim os comportamentos inadequados das mulheres.

Um mangina busca continuamente a aprovação de fêmeas no intuito de se tornar seu servo obediente.

Uma das características mais destrutivas dos manginas é que eles cegamente apoiam questões femininas que claramente prejudicam seus colegas homens.

Abraçam o feminismo achando ser algo bom, mas na verdade estão sendo sugados em uma forma de cavalheirismo em que os interesses das mulheres têm prioridade sobre os dos homens (e não igualdade como pregam).

Desconhecem que eles são apenas "idiotas úteis", fazendo o que as mulheres querem na vã esperança de conseguir agradá-las e obter migalhas de sua atenção. Quando a sua utilidade se extingue, elas os jogam fora com o resto do lixo.

Como identificar um mangina?

Normalmente, um mangina pode ser identificado por sempre vomitar os últimos clichês feministas. É um pobre coitado, frequentemente açoitado e chicoteado, mas que não se apercebe disso nem se enxerga como tal. É um homem que acha que as fêmeas vão gostar dele se ele fazer o que elas querem (pouco sabendo que ele está sendo usado por elas e vai ser trocado pelo primeiro macho alfa / bandido que derrubar o bloqueio delas e domá-las).

Por que os manginas traem os homens?

Um mangina está depreciando a si mesmo como homem. É um sujeito que, subconscientemente, odeia a si próprio (sua origem e condição de macho) e cegamente acredita que mulheres são superiores a ele. Ele foi criado para acreditar que o masculinismo é intrinsecamente errado – talvez até acredite que seja uma falha genética/evolucionária/social – que pode ser corrigida por abraçar seu "lado feminino", ao ponto de perder a maioria das qualidades que o tornam um macho.

O mangina acredita que mulheres são belas e puras donzelas, anjos inocentes, e que os homens são animais pérfidos que devem ser controlados. Sua visão do mundo é construída sob uma absoluta mentira, suportada e propagada por uma mídia feminista, culturalmente liberal e moralmente deturpada.

Por fim, sua vida não é nada mais do que uma triste ilusão.

Ele não trai apenas a si mesmo, amigos e família (já que se torna adepto do feminismo e consequentemente anti-família tradicional), mas também trai todos os homens por se sujeitar à mulheres em troca de favores ao invés de assumir um posto de líder natural.

Um mangina é basicamente o proverbial “tio Tom” da população masculina.

Esta é a razão pela qual manginas são traidores e inimigos dos homens.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Internauta propõe interessante "biografia" do "Funk" carioca

OBS: O membro de uma das comunidades anti-"funk" do Orkut, de nome Leandro, propôs uma interessante biografia para esculachar essa porcaria que insistem em dizer que é "cultura superior" e que quem tem o mínimo de bom-senso sabe que é tosco, ridículo e ignorante.

Parabéns, Leandro e peço licença para reproduzir aqui a sua "biografia".

Biografia do Funk

Leandro - Extraído do Orkut

O FUNK (sigla do patido Fudidos Unidos Numa Kagada (com K porque funkeiro que se preza não tem noção nenhuma de ortografia), é um estilo musical ruído que passa longe até do coaxar dos sapos. É uma espécie de batida desconexa e repetitiva acompanhada por alguém desafinando ou grunhindo uma letra que até os chimpanzés achariam ruim. O Funk é a perfeita fusão da estupidez, putas pagas, falta de talento e falta do que fazer. Funk também deriva do inglês Fuck ou Fucking já que é só e praticamente isso o que tem nas letras das "músicas".

O Funk é um tipo de musica muito peculiar. É proveniente da década de 70 e veio da banda Shit, uma banda famosa nos esgotos da Etiópia. O vocalista Eumimas Turbo depois de comer um cervo com molho de vaca estragado, foi para no banheiro e percebeu que entre seus peidos saia um som muito estranho e resolveu gravar aquele som. E de repente todo o subúrbio da etiópia estava ouvindo aquele sonzinho de merda (literalmente).

O Funk é também a droga mais vendida no Brasil, que mais mata tímpanos e que causa o maior número de suicídio de neurônios do mundo.

Hélio Schwartsman: BBB e a psicologia da mentira

OBS: Somente trouxas e pessoas de Q.I. bastante escasso têm a capacidade de acreditar que tudo que acontece em um reality show é espontâneo e verdadeiro. Programas como o Big Brother são na verdade novelinhas com um elenco de péssimos atores, com péssimo enredo e nenhum roteiro, seguindo as ordens de um diretor (no caso, o Boninho, o "troglodita do Twitter").

Reality Shows são apenas ficção, são obras onde só acontece o que é previsto, onde os péssimos atores interpretam personagens que parecem reais para os incautos, mas que na verdade fingem para poder conquistar seu lugar ao sol que rege essa galáxia podre das celebridades.

Hélio Schwartsman: BBB e a psicologia da mentira

HÉLIO SCHWARTSMAN - ARTICULISTA DA FOLHA - 09/02/2011 - 08h27



Em nome da transparência, devo avisar que comento a mais recente edição do "reality show" da Globo, o "BBB11", sem jamais ter assistido a um capítulo.

O novo e interessante campo da psicologia da mentira tem algo a dizer sobre as falsidades midiáticas em geral e os "reality shows" em particular. Estes últimos constituem um caso clássico de propaganda enganosa, como mostra Robert Feldman em "The Liar in Your Life" (o mentiroso em sua vida).

Para começar, o simples fato de confinar pessoas numa casa, pendurar-lhes microfones e filmá-las enquanto se digladiam por um prêmio já é algo que modifica a realidade. E essa é uma limitação do formato, não deste ou daquele programa específico.

Uma variante do gênero, "Man vs. Wild", em que um ex-soldado das forças especiais aparece enfrentando situações extremas de sobrevivência, gerou polêmica depois que veio a público a informação de que o protagonista da série havia passado alguns dias entre as filmagens num hotel luxuoso, ao contrário do que o programa dava a entender.

Como se não bastasse, dezenas, centenas de horas de filmagens, são editadas num espaço de 30 ou 40 minutos que concentram assim níveis irreais de realidade. No mundo de verdade, aventureiros às vezes enfrentam perigos e pessoas às vezes brigam. Nos "reality shows", fazem isso o tempo inteiro.



Para agravar ainda mais o quadro, reportagens com graus de confiabilidade variáveis sobre esses programas afirmam que muitos deles são grosseiramente manipulados, com encenações e montagens. Em inglês, cunhou-se o termo "frankenbite" para designar a edição capciosa de "reality shows" na qual os produtores juntam palavras pronunciadas em diferentes situações para forjar uma fala que corresponda à história que eles querem contar.

Há razões objetivas para o exagero. Se as pessoas quisessem realidade real, tudo o que teriam de fazer é desligar a TV. No fundo, o que elas querem é entretenimento. Mas, neste caso, por que mentir, sugerindo que esses programas trazem uma realidade que é totalmente fictícia?

A resposta está no que eu chamo de paradoxo de Mark Twain. O grande escritor americano uma vez disse que a diferença entre ficção e realidade é que a primeira precisa ser verossímil. Pois bem, paradoxalmente, quando anunciamos que uma história inventada é real, as pessoas acreditam e já não precisamos nos preocupar em buscar a verossimilhança.

O truque, como observa Feldman, foi utilizado pelos irmãos Coen na deliciosa (e surrealista) comédia "Fargo". A imprensa, é claro, foi atrás dos "fatos verídicos" que teriam inspirado o roteiro. Como não encontrou, cobrou os diretores, que admitiram ter utilizado o estratagema para ganhar um pouco mais de liberdade.

Nesse contexto, o apelo à realidade acaba sendo uma licença para exagerar, ferir as regras clássicas da narrativa e até para eximir-se de apresentar algo minimamente prestável, como frequentemente ocorre nos "reality shows".

A questão, então, passa a ser: como caímos num ardil tão bobo? Só porque alguém diz que aquilo tudo é verdade, acreditamos e passamos a nos interessar por enredos absolutamente inconsistentes que, se fossem apresentados como ficção, não seriam dignos de um instante de nossa atenção?

E a resposta de Feldman é "sim". Um dos achados mais interessantes da psicologia da mentira é que existe um mecanismo chamado viés de verdade, que nos acomete a todos. Por razões evolutivas, o padrão de nossos cérebros é aceitar como em princípio verdadeiras todas as declarações que nos chegam à cachola. Na maioria das vezes, elas são mesmo (ou a linguagem não faria muito sentido e jamais teria se desenvolvido), e o custo de duvidar de tudo o que ouvimos seria demasiado alto. Desenvolver o pensamento crítico exige treino e constante atenção. Assim, quando atuamos no piloto automático, acabamos sem nos dar conta sendo vítimas das vigarices mais primárias, como spams na internet, discursos de políticos e de religiosos e "reality shows".

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Os certos pagam pelos errados

Desde semana passada estou fazendo um curso de Técnico em Administração no Senac daqui de Niterói. Como é uma área que gosto e descobri que tenho vocação, participo bastante das aulas. Mas acho que deveria participar menos.

Ontem a turma passou por uma dinâmica de grupo. Os colegas deveriam falar dos defeitos e qualidades dos outros. Recebi muitos elogios, mas duas pessoas me consideraram "que eu me acho" (gíria para arrogante) e que "falo sem necessidade". O que foi que eu fiz?

Eu sempre achei que arrogante é aquele que faz tudo para passar a perna nos outros através de uma posição privilegiada. Nunca fui com a cara de privilegiados. Mas pelo jeito fui feito para pagar pelo erros dos outros.

Eu tenho baixa auto-estima. A principal causa disso é a dificuldade que eu tenho na vida afetiva, por uma série de fatores. Não sei o que é ser feliz no amor. Não tenho a menor noção disso. Namoro, para mim, sempre foi sinônimo de decepção.

Para piorar, há a repetição de negativa experiência de tomar conhecimento que uma mulher que estou afim seja comprometida. Falam tanto que falta homem nesse país, então de onde surgem os namorados, noivos e maridos das mulheres interessantes? Se as coisas estão ruins para as mulheres, porque nenhuma corre desesperada atrás de mim quando eu saio na rua? Isso tudo me magoa e ajuda a enterrar minha auto-estima.

Como vêem, não há motivo para mim para me tornar arrogante.

Mas como eu sou confundido como arrogante? E os Don Juans de meia tigela que pegam as mulheres que eu quero, não são arrogantes? Afinal o que é ser arrogante?

Eu não sei. Só sei que sempre fui um rapaz modesto, altruísta, simpático. Ou pelo menos em esforço para ser. Nunca causei prejuízo a alguma pessoa, nem humilhação.

Quer dizer que eu não posso participar de uma aula? Se fico calado, sou antipático, se falo sou antipático: não sei o que as pessoas querem.

Imagine como deve ser difícil conquistar alguém hoje em dia. Quando falo da minha dificuldade social, principalmente no que se diz a respeito de namoro, ninguém acredita.

Vivemos num mundo sem amor, onde as pessoas procuram alguém "divertido", "esperto" e essa esperteza deve estabelecer os limites tênues entre o simpático e antipático. Limites tão tênues que eu sinceramente custo a perceber. Esperteza nunca foi o meu forte.

Não sei o que querem de mim. Só sei que as pessoas perdem por me julgar errado e se afastar de mim. Sou um rapaz com capacidade de fazer qualquer um feliz. Mas as aparências muitas vezes distorcem os fatos.

Não sei que tipo de atitude terei a partir de agora. Devo voltar a ser o calado que sempre fui? Devo continuar falando? De qualquer forma tenho que repensar minhas atitudes, mesmo que não saiba como.

Mas acho que a sociedade deveria aproveitar e repensar seus valores. Podem estar entregando os louros às pessoas erradas: os verdadeiros arrogantes que poderão trair a sociedade quando for tarde demais.

Enquanto a justiça não é feita, os certos continuam pagando pelos errados essa cruel e injusta dívida. A lei não falou que as punições são pessoais e intransferíveis?

-----------------------------------------------------
NOTA: Uma nova modalidade de arrogância tem surgido recentemente, graças aos tempos politicamente corretos: assumir rótulos de exclusão, posar de vítima. Muitas pessoas visivelmente falantes se auto-rotulando de "tímidas", alcoólatras mulherengos se classificando de "nerds", puxa-sacos de empresários se considerando socialistas, esportistas que vivem chorando quando vencem, e por aí vai.

Temos que tomar cuidado com esse tipo de arrogância, que pode não ser visível no comportamento, mas pela postura ideológica e estilo de vida, dá para perceber o contrário: um vencedor que posa de perdedor para vencer ainda mais e impedir a vitória dos atuais perdedores, para que o rol dos vencedores nunca mude. Para que os mesmos tipos continuem vencendo eternamente, se mantendo injustamente no poder e ditando as injustas e inúteis regras.


Muita gente cai direitinho na conversa desses lobos em pele de carneiro e quando percebem, já é tarde demais.


Cuidado com as falsas vítimas. Eles são perigosos, embora não pareçam.

Direito de resposta a uma ofensa

Na postagem do site Onibus Expresso sobre a Transa, fiz um comentário tranquilo sobre a dificuldade da Trans 1000, a antiga Transa, renovar a frota. O comentário foi esse:

"Resta saber quando é que a empresa-mãe da Transa irá renovar a frota. Faz muitos séculos que ela não renova."

Em resposta, recebi um comentário violentamente ofensivo que tocou até no lado pessoal, atribuído a um busólogo que não costuma escrever mensagens desse tipo. Há uma hipótese de um determinado busólogo, normalmente odioso, estar usando o nome de um terceiro para me jogar contra este. Prefiro ignorar o crédito da mensagem, até que se prove a autenticidade da autoria.

Pra quê tanto ódio se eu não escrevi nada demais? Não ofendi ninguém e apenas eu estava me referindo a um fato real, não a uma opinião, que é a decadência da Trans 1000. Sou usuário (na marra) da empresa e sei como ela vai mal das pernas. Não é a primeira vez que sou ofendido por criticar a empresa. Não entendo porque tantos busólogos a defendem com tanto ódio. Alguma coisa muito estranha deve estar por trás disso. Quem deve, teme. Mas não vou tentar saber porque corro sério risco. Melhor ficar longe e deixar o tempo resolver.

Agir com ódio só pode ser coisa de gente doente, com muitos problemas que não consegue resolver. Encalhado, eu? Pode ser, mas não é culpa minha, pois eu já faço a minha parte nas conquistas. O erro está todo nelas, que querem se unir a um trouxa que seja capaz de resolver os problemas delas. Aquilo que elas chamam de "marido".

E não sou eu que estou perdendo as mulheres, elas é que me perdem, pois não me dão a oportunidade de me conhecerem e ainda por cima se casam com uns imbecis sem personalidade só poque eles têm um emprego estável. Mesmo assim, acredito que um dia vai aparecer uma mulher decente a fim de mim, pois toda regra tem exceção. É preciso paciência e continuar lutando para conquistar.

Estou tranquilo pois sou uma pessoa que nunca prejudicou alguém. Pago minhas contas em dia, nunca me envolvo em brigas, detesto noitada, não bebo, não fumo e sempre que posso, procuro ajudar o próximo.

O ódio do missivista mostra justamente o contrário: uma pessoa problemática, que adora provocar brigas e que acumula problemas e dívidas que nunca consegue resolver e que com o acúmulo ficam cada vez mais difíceis, impossíveis até, de serem solucionados. Somente pessoas infelizes, cronicamente sofredoras, ofendem os outros gratuitamente. E o que o infeliz faz ao invés de tentar resolver seus problemas? Ataca quem está de bem com a vida, como eu.

A tranquilidade é um bem luxuoso fora do alcance de pessoas problemáticas como esse missivista. Ele que se preocupe em resolver os problemas dele e pare de ofender os outros.

A tranquilidade é meu bem precioso e não será um infeliz revoltado com a vida que vai acabar com ela. Outra coisa: os problemas meus, somente eu posso resolver.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

20% dos homens pegam 80% das mulheres

OBS: Vejam esta estória pega no Orkut que mostra a triste verdade por trás das conquistas afetivas no Brasil. E isso é o que a maioria das pessoas chama de "amor".

20% DOS HOMENS PEGAM 80% DAS MULHERES

Por Jhonatas - Extraído do Orkut (Comunidade: Mulher só gosta de homem babaca)



Silvio esta certo quando diz que 20% DOS HOMENS PEGAM 80% DAS MULHERES.

Vou relatar aqui como eu constatei a veracidade desta polemica estatística Silvirina e, consequentemente, matei de vez na minha mente o mito da escassez de mulheres.

Antes de relatar os fatos eu preciso descrever o perfil da minha prima, bonita, gostosa, extremamente arrogante e autoritária nos relacionamentos, do tipo que frequenta as melhores festas de camarote, sem entrar em filas nem pagar nada. Eu tinha pena do ex-namorado dela, só faltou ela limpar os pés na cara dele antes de chutá-lo sem dar maiores satisfações (e olha que o cara tinha um certo status como advogado).

Agora vamos ao relato. Tenho parentes em Itajaí/SC e neste domingo fui visita-los. Acabei sendo convidado pela minha prima (esta que descrevi) e uma amiga dela para ir até Florianópolis pois elas queriam ir na praia de Jurerê Internacional, aceitei o convite e fui. Pra quem não conhece a tal praia (Jurerê Internacional) eu digo com toda certeza que lá é o maior inferno do homem mediano aqui neste país, se eu estiver falando besteira o próprio Silvio pode me desmentir aqui já que fica na terra dele. Mulheres absurdamente lindas e gostosas pra todo lado (tipo capa de revista mesmo), maioria dos caras na praia são bombados, modelinhos ou ricos/milionários (ou tudo junto), carros importados (Lá é comum ver Ferraris circulando pra todo lado), mansões de milionários, iates luxuosos, helicópteros particulares e todo tipo de ostentação de poder e riquezas. No caminho ouvi elas dizendo que iam encontrar um cara lá, e ficaram a maior parte do tempo só falando nesse cara, nunca vi minha prima babando pra macho nenhum daquele jeito e isso me chamou a atenção.

Chegando lá minha prima ligou pro tal cara pra saber onde ele estava, engraçado é que ela sempre fala que não liga pra homem nenhum, mesmo pro ex-namorado ela raramente ligava. E com o tal cara até o tom de voz dela no telefone era diferente.

Chegando lá achamos o cara, o tipo físico dele era similar ao q o Silvio descreve como sendo o preferido entre as mulheres (com exceção de ser careca, tinha cabeça raspada a maquina) e ele tava junto com mais 4 mulheres num guarda-sol, minha prima ficou visivelmente abalada ao ver este cara e inclusive nem se importou que ele tinha outra mulher sentada no colo dele! Minha prima que eu conheço como mulher ciumenta, possessiva e autoritária nos relacionamentos NEM DAVA BOLA pras outras mulheres que estavam com o cara.

Ela (minha prima) Ficou irreconhecível pra mim, parecia outra mulher, fiquei estarrecido ao ver tamanha mudança no padrão de comportamento dela. Ficava o tempo todo tentando puxar assunto, agradar, dando risadinhas, concordando com tudo o que ele dizia...dando sinais de passividade total! Vejam só...a mesma mulher que pisa na cara dos homens estava de quatro feito uma cadelinha mendigando atenção. Enquanto o cara não retribuía a atenção dela na mesma proporção, ficava mais na dele, e ainda dividia a atenção com outras. O cara falava comigo sobre mulheres e coisas que ele já aprontou NA FRENTE DE TODAS e sem constrangimento nenhum, e nenhuma delas se incomodava com isso!! O cara deu ate umas metidas de real sobre relacionamentos aí acabou dando assunto, coisas q eu falava pra minha prima e ela sempre contestava, mas quando o cara falou ela consentia com tudo!!! Ou senão se calava. Vejam q pilantra!

Agora vou chegar ao ponto principal do tópico, sobre a estatística de 20% dos homens ficarem com 80% das mulheres.
Ao olhar na minha volta pude constatar a mesma situação se repetindo, outros caras com varias mulheres em volta (elas pareciam moscas no açúcar). Enquanto os poucos betas medianos que se atreviam a passar por lá eram invisíveis. Nos iates ancorados próximos a praia tinham no máximo 3 homens e dezenas de mulheres. Na parte mais VIP do Taiko (lounge na beira da praia) era uma mesa com 1 ou 2 caras e de resto só mulher dançando em volta. Enfim, a tal estatística do Silvio estava sendo esfregada na minha cara a todo momento. Nem preciso dizer que fiquei invisível, pq militar de infantaria só é lembrado na guerra, em tempo de paz somos um nada pra sociedade, essa é a realidade e admito isso.

Se não bastasse minha prima voltou toda satisfeita pra casa (mesmo sem ter ficado com o cara, nem ter tido atenção exclusiva). Eles marcaram de sair juntos outro dia só os dois (olha minha prima antes soberba e orgulhosa agora se sujeitando a ser "estepe" do cara) e ainda por cima ela colocou fotos do cara no álbum do facebook dizendo q o cara é uma pessoa especial (ela mal conhece o cara porra!!!), coisa que ela JAMAIS fez com o ex-namorado que a tratava feito uma rainha e só recebeu migalhas e humilhações.

Pra quem ainda é cético com a tal estatística eu recomendo passar um final de semana na praia de Jurerê Internacional para sanar as duvidas.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Sandy faz parte do "sertanejo universitário"

Ao entrar esta semana na filial perto de minha casa das Lojas Americanas, estava rolando no áudio da mesma o CD ao vivo de Paula Fernandes. Gente, é impossível não lembrar do cd de estreia da carreira solo de Sandy, filha "artística" de Chitãozinho e Xororó (e filha biológica do segundo).

Sandy espalhou para Deus e o mundo que sua carreira solo seria mais "autônoma", "independente", dando a entender que seria mais "intelectualizada" e "anti-comercial". Mas como a fruta não cai longe do galho, o DNA brega não conseguiu ficar calado e aparece na forma de vibrato na voz da bela cantora.

E o fundo de roquinho usado como base instrumental das novas músicas da Sandy, rapidamente rementem a urbanização da música breganeja conhecida como "sertanejo universitário" (que nada tem de sertão e muito menos de universitário - esta palavra deve estar sendo utilizada como eufemismo de "burguês" ou no sentido de "urbano", para evitar a antítese com "sertanejo"), que usa um roquinho simplório como base instrumental, no lugar das guarânias dos breganejos tradicionais.

A decisão de Sandy em "intelectualizar" o seu trabalho, foi um grande erro da cantora, que além de não atrair um novo público, graças ao seu inegável DNA brega (que serve de camisa de força para sua "evolução artística"), acaba espantando seus fiéis fãs, acostumados as musiquinhas pueris da fase em que cantava com o irmão, e avessos a qualquer forma de "intelectualização".

Sandy deveria parar de negar a sua origem e assumir de uma vez por todas o rótulo de "sertaneja universitária", para que não perca o seu público. Ser intelectual não é a vocação de Sandy e a carreira dela poderia se dar muito melhor se ela pudesse se relacionar com seus irmãos de gênero, vendendo muitos discos, ao mesmo tempo que não nega a origem cafona que não é possível dissociar da cantora.

Wanessa Camargo foi mais inteligente em assumir o seu DNA cafona e dedicar a uma carreira mais divertida, sem intelectualismos e altamente dançante. Nisso, Wanessa se torna mais honesta e menos pretensiosa, mantendo fidelidade com os fãs e fazendo o que realmente gosta, além de permanecer no universo a qual sempre fez parte.

Se a Sandy insistir em "intelectualizar" sua música, vai acabar cantando pras paredes e perder tudo que conquistou até agora. Se assumir "sertaneja universitária" será um modo de recuperar os fãs perdidos, assumindo suas origens e mantendo os lucros financeiros de sua carreira. Além se ser uma forma honesta de reconhecer sua verdadeira vocação.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Internautas protestam contra namoro de jovem atriz com diretor veterano

É aquela velha história: diretor na beira da velhice com vasto currículo afetivo/sexual (haja doença venérea) e consagrado profissionalmente, resolve namorar uma jovem em início de carreira que trabalha para ele (ou melhor, que depende do dinheiro e do impulso profissional dele). É o caso da jovem Flávia Rubim e do zerentão Ricardo Waddington (cuja elevada idade - disfarçada com muita plástica - é um mistério, mas considerado ainda "jovem" pela sociedade machista/manginista).

Como já deu para sentir um cheirinho de golpe do baú e teste do sofá nessa história, vários internautas ficaram revoltados com o relacionamento que mais parece a união da menininha sangue-sugas com o velho tarado e trouxa.

Ambos querendo se promover na sociedade as custas do outro, já que o velho quer mostrar que "ainda funciona" e a gatinha lucrar financeiramente e profissionalmente com o relacionamento. Waddington dirigirá a novela em que Rubim estará. Que fedor!

Vamos aos comentários dessa gente esclarecida que quer mostrar seu valor:

Comentários sobre o relacionamento de poderoso diretor quase-idoso com atriz-gatinha:

Marajá
ô cara acorda.Ela quer tua grana.Ela dá a perereca e você afunda a grana nela.Acorda burro. Ela deu até para o sapo e você acha que ela é ainda virgem?
Imagina só. O cabra tem grana e é famoso na globo.Esta é esperta e encosta da grana do cabra e amanhã tira-lhe uma pensão graúda.Hoje o mulherio vai e fica com tem tem dinheiro e não por amor.Amor não existe. É só farsa e enganação da mulherada.Gosta de dinheiro e fazer sexo.

não aguentamos mais....
Não tem mais solução,passa ano e entra ano e
são sempre ps mesmos velhos decadentes junto com a globo....
namorando gatinhas e fazendo esse tipo de notícia........
por isso a anos os programas são os mesmos,bbb,zorra,
faustão,ana maria,novelas de baixo escalão.......quem
sabe trocam tudo na globo?pode ser que melhore.....

nunca vi !!!!!huahhauhsuhauhsuahuh
Nunca vi manchetes dizendo que uma atriz jovem
estivesse namorando o porteiro da globo,cozinheiro,
costureiro.........sera acaso????huahuahahauhauauau

MODERNISMO
ROMANTISMO É COISA DE LIVRO VELHO MESMO. MULHER QUER É DINHEIRO E CONSEGUIR AS COISAS FÁCIL.

Ricardo Fernandes
As mulheres cada vez mais espertas e os homens cada vez mais burros...

programas melhores...
Como o dia dos brasileiros vai ficar mais interessante com
esta notícia,acho que os diretores da globo devian namorar
menos e trabalhar mais,pois a globo esta decadente com essas
novelas de sexo e baixarias,bbb,faustão etc........
as manchetes seriam melhores se fossem sobre bons programas.
Acho que só querem namorar e festas...

rdrdrdrdrdr
esses velhos estão afundando a globo,
só querem namorar e beber..........por
isso os programas estão cada vez mais
chinelos........

carlos
aguentar esses velhos fedidos que tem o poder de dar um bom papel em novelas;deve ser a coisa + asquerosa e nojenta que uma mulher pode fazer...mais digno e ser prostituta assumida que libera a perseguida por r$...

Legitimas Corrujas de corredores
A Xuxa só ficou famosa, depois que 'deu' para o Pelé.......E muitas Globais, só conseguiram fama, por que 'optaram' por serem 'Corujas de corredor'..........Sentaram em tudo que é Pau..........

Gaúcho
Alguem vai ter que 'dar' para o chefe.........

Hahahahaha
Agora sim a carreira da moça vai decolar!

Mais comentários interessantes aqui.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

"Sertanejo" já está matando a verdadeira música rural



O problema dos popularescos não é existir. Se eles ficassem quietinhos no seu cantinho já amplo, tudo bem. Mas acontece que os popularescos não se satisfazem com todo o espaço na mídia e todo o sucesso induzido que possuem perante as massas. Eles querem tomar os espaços dos outros.

Os axezeiros se auto-rotulam "A" música baiana e impedem tanto a vinda de nomes estrangeiros como abafa o espaço de nomes locais não associados ao gênero. Os funqueiros querem ser os donos dos morros, junto com os traficas, assumindo como "movimento cultural". Os bregas "de raiz" querem colocar a verdadeira MPB nos limbos do esquecimento. E os breganejos sertanojos querem matar a música feita para as zonas rurais.

A antiga e bela moda de viola pode virar peça de museu, graças a esses mercenários que tratam a música rural como se fosse produto agro-pecuário. As duplas breganejas pipocam aos montes, cada vez mais parecidos com caricaturas tex-mex e se afastando das verdadeiras origens, para começar pelo visual de cowboy hollywoodiano. Fazendo bang-bang com a música do homem do campo.

E para piorar, inventaram uma palhaçada chamada "sertanejo universitário". Sempre achei que música de universitário fosse obrigatoriamente intelectualizada. Mas com a obrigatoriedade do mercado de trabalho brasileiro, com a infeliz ideia de que qualquer cidadão deveria ter nível superior, acaba favorecendo a entrada de muitos burros e incompetentes nos meios acadêmicos, possibilitando o acontecimento de certas aberrações. Música de universitário feita por analfas* para analfas. Pobre e triste.

Se não fizermos alguma coisa para salvar a verdadeira música rural, o que vamos conhecer como único sinal do verdadeiro som das roças serão os mugidos das vacas e os cocoricós dos galos. E só.

-------------------------------------------
*Analfabetos funcionais: sabem ler, sabem escrever, mas não sabem pensar.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

As novas Ali McGraw

Muita gente se lembra de Love Story, uma história açucarada que se tornou um dos filmes românticos mais famosos do mundo, que completa recentemente 40 anos de lançamento. A mocinha do filme consagrou e estigmatizou a atriz Ali McGraw (que pelo que se sabe, nunca mais fez um papel de grande sucesso depois disso).

No auge da fama, eis que a doce mocinha decide, na vida real, se casar com Steve MCQueen, tipo considerado durão e extremamente viril, marcado por filmes de aventura com muitas brigas e tiroteios. Na época, fãs da atriz acabaram reprovando o relacionamento, que dizem as más línguas, pode ter sido o responsável pelo declínio da carreira de McGraw.

Atualmente três atrizes portadoras de evidente doçura, Eliza Dushku, Hayden Panettiere e Hilary Duff, decidiram seguir o exemplo de MCGraw e namoram esportistas com porte físico e estigma pra lá de durões, metendo medo em qualquer um que chegue perto das doces donzelas. Não citarei aqui os nomes dos felizardos. mas realmente é de se estranhar que garotas cultuadas por nerds (que normalmente são fracotes, mas gentis) optem por se unir a brucutus capazes de derrubar qualquer um com um pequeno sopro.

Isso mostra que, enquanto os homens amadurecem a sua preferência por mulheres, se despindo dos desejos puramente instintivos, as mulheres recorrem cada vez mais aos instintos na hora de escolher seus homens, sempre presas ao pré-histórico critério do protetor/provedor, do machão que protege e sustenta a sua "amada", graças as suas vantagens físicas e financeiras.

Enquanto isso, no Brasil...

Ironicamente, na terra dos casamentos por interesse, uma atriz cheia de doçura, mexicana (tinha que ser estrangeira), radicada em nosso país, mesmo depois de atuar num filme estrangeiro cheinho de brucutus (por dinheiro e projeção profissional, claro), resolve, na contra mão, assumir um relacionamento com o ator Caio Junqueira, famoso por interpretar papéis de nerd em novelas (a aparência dele lembra a de um nerd típico). Gisele Itié, a citada atriz, demonstrou sensatez e não se deixou levar pela ficção do filme em que atuou, na hora de escolher o seu objeto de afeto. Itié fugiu desta tendência retrógrada e resolveu mesmo assumir uma atitude de mulher moderna e independente, escolhendo um companheiro que foge do estereótipo imposto pela sociedade machista.

Parabéns ao belo casal, um exemplo de como deve ser um relacionamento moderno. Tomara que esse relacionamento dure muitos anos.

Marcadores

Administração dos Blogues (6) Álbuns (9) Alcoolismo (1) Alienação (114) Almoço (1) Alternativo (7) Altruísmo (11) Ambiguidades (1) Animação e Quadrinhos (6) Aniversário (1) Aniversários (14) Anos 60 (6) Anos 70 (3) Anos 80 (2) Ansiedade e Depressão (3) Anti-cabecismo (18) Anti-esquerdismo (6) Anti-humanismo (11) Aplicativos (1) Aplicativos de Namoro (1) Apocalipse e Distopia (6) Apologia da Pobreza (21) Armações Musicais (8) Arqueologia (4) Arquitetura (2) Arrogância (11) Arte (11) Assistencialismo (2) Astronomia (2) Astronomia e Física (3) Ateísmo (1) Autismo (1) Autocrítica (1) Automobilismo (2) Autoritarismo (3) Ava Cantrell (1) Bailee Madion (1) Baixaria (12) Beleza feminina (33) Bichos Fofos (1) Biologia (3) Biologia Marinha (5) Bizarrices (21) Boas ideias descartadas (12) Bom senso (1) Brasilidade (6) Brec Bassinger (1) Brega-popularesco (48) brinquedos (1) Bullying (15) Burocracia (15) busca (1) Camila Mendes (1) Caos Urbano (2) Capitalismo (38) Caráter (3) Carnaval (4) Catástrofes e pandemias (1) Causas Identitárias (2) Causas Trabalhistas (1) Celebridades (70) Censura (3) Chloe Grace Moretz (2) Choque Cultural (7) Cidades (1) Cidades e Localidades (13) Ciência (5) Cinema (14) Cinema Alternativo (2) Civismo (2) Coincidências (6) Comparações (8) Competitividade (4) Comportamento (59) Confiança Cega (4) Confiança nas Instituições (2) Conflito de classes (15) Conflito de Gerações (4) Conformismo (17) Consciência Social (1) Conservadorismo de esquerda (15) Consumismo (16) Contracultura (5) Contradições (8) Convicções Políticas (13) Corrupção (2) Costumes Antiquados (81) Crenças e Seitas (2) Crimes e delitos (1) Crise Financeira (1) Crônicas (1) Culinária (2) Cultura (59) Cultura Alternativa (13) Cultura de Mercado (86) Cultura de protesto (5) Cultura Nerd (49) Cultura Rock (29) Cultura Ruim (47) Curiosidades (27) Decepções (16) Declarações sensatas (13) Democracia (13) Depressão e decepção (6) Desabafos (3) Desconfiança (2) Desejo de mudança social (6) Desenhos Animados (3) Desfiles e Eventos de Moda (4) Desigualdade Social (5) Desprezo a talentos (3) Desrespeito ao Bom Senso (32) Dicas (1) Diplomacia Internacional (1) Direitos Humanos (7) Documentários Científicos (3) Drogas (1) Ecologia (2) Economia (8) Educação (9) Efemérides (31) Egoísmo e Egocentrismo (4) Egoísmo e ganância (1) Egoísmo e Individualismo (6) Eliana Michaelichen (1) Elitismo (4) Emma Myers (1) Emmy Rossum (1) Emprego (2) Entretenimento (20) Entrevistas (1) Erros Culturais (109) Erros de Identificação (3) Escassez (1) Espetáculos (1) Espírito de Manada (2) Esporte (15) Esquerda Caviar (8) Esquerda Cirandeira (3) Esquerda Namastê (6) Esquerdismo Alienado (26) Estatísticas (1) Estereótipos (71) Estilo de vida (3) Estudos e profissões (1) Eventos (5) Exclusão Social (6) Expectativas (1) Exposições e Eventos (1) Fake News (3) Falecimentos (22) Falsa prosperidade (1) Falsa Rebeldia (1) Falta de amor (13) Falta de Conhecimento (3) Família e parentesco (4) Fanatismo (4) Farra e diversão irresponsável (5) Fascismo (7) Feminismo (25) Férias (1) Fernanda Young (1) Festas e danças (5) Festivais de Música (14) Filosofia (1) Fora da Lei (1) Fotografias (1) Fracasso (1) Fuga da Realidade (6) futebol (1) Futebostilidade (3) Gafes (5) Gafes e Declarações Cretinas (2) Ganância e Mercenarismo (13) Gastronomia e Alimentação (4) Gênios incompreendidos (22) Gente Metida (7) Geologia (1) Giovanna Antonelli (1) Gírias e Expressões Idiomáticas (1) Glamorização da Pobreza (22) Grandes encontros (1) Gravadoras e Editoras (5) Hailee Steinfeld (1) Higiene (1) Hipocrisia (29) História (4) Hobbies (2) Humor (32) Ideias Progressistas (1) Identitarismo (2) Ilusões (1) Imaturidade (6) Infância (4) Informações Distorcidas (8) Informática (13) Infra-estrutura (2) Injustiças (17) Instintos (1) Intelectuais (1) Intelectualidade (15) Internet (17) Intervalo (3) Intolerância (3) Inversão de valores (8) Isabelle Drummond (1) Isolamento (4) Jessica Simpson (1) Jogos e Brinquedos (1) Jogos e Passatempos (1) Jovialidade (1) Karen Fukuhara (1) Kathryn Newton (2) Kiernan Shipka (1) Larissa Manoela (1) Legislação (2) Lembranças do Passado (6) Letras de Música (1) Lições de Vida (33) Lily Collins (1) Linguagem (1) Linguística (1) Literatura (2) Livrarias e Bibliotecas (1) Livros (1) Lizzy Greene (2) Lojas e Shoppings (1) Loucura e manicômios (1) Luta por Direitos (1) Machismo (37) Mainstream (11) Maisa Silva (1) Maisie Williams (1) Manifestos populares (7) Manipulação ideológica (18) Maniqueísmo (1) Manutenção (1) Marcas e Grifes (1) Margot Robbie (1) Mariana Ximenes (2) Masculinismo (4) Mau exemplo (6) Mckenna Grace (3) Mecanismos de Busca (1) Medicina e Saúde (11) Mediocridade Cultural (64) Meiguice (1) Meritocracia (1) Mídia (57) Mídia Alternativa (1) Mídia Corporativa (3) Mídia Impressa (1) Mikey Madison (1) Millennials (1) Millie Bobby Brown (1) Miranda Cosgrove (1) Mistérios Resolvidos (1) Mitos desmentidos (38) Mitos e lendas (17) Modelismo (1) Modismo (34) Modismos e Tradições (50) Momento Sedentário Diário (1) Monica Iozzi (1) Monique Alfradique (1) Monotonia & Tédio (2) Monumentos Culturais (1) Moralidade (2) Moralismo (3) Mudanças (2) Mulheres (10) Mundinho Pantanoso dos Famosos (5) Música (40) Música Comercial (16) Música eletrônica (2) Música Erudita (2) Música Eterna (26) Música para os olhos (1) Música Popular Brasileira (6) Música Romântica (2) Namoro e Matrimônios (14) Natureza (1) Neo-conservadorismo (25) Nivelamento por Baixo (1) Nostalgia (1) Notícias ruins (4) Notícias Surpreendentes (41) Novidades (1) Novo Normal (2) Obras-primas (6) Olimpíadas (4) Olivia Holt (1) Onda de ódio (5) Opinião Pública (2) Oportunidades (1) Orgulho Humano (1) Otimismo Exagerado (4) Padronização (1) Patriotada (6) Pausa (3) Pedantismo (1) Pensamento Único (6) Personalidades (5) Perspectivas (18) Pesquisas (4) Peyton Roi List (2) Polêmicas (9) Polêmicas inúteis (6) Política (27) Pop Adolescente (2) Pós-verdade (1) Postagens Íntimas (20) Preconceito (6) Preços Abusivos (1) Preços Exorbitantes (1) Premiações (6) Problemas cotidianos (4) Projetos Caça-níqueis (3) Promiscuidade e Excessos (4) Propaganda Enganosa (19) Proteção aos animais (1) Psicologia (1) Publicidade e propaganda (2) Quadrinhos (3) Qualidade de Vida (9) Quarentena (2) Quebra de Estereótipos (16) Química (1) Rachel Sheherazade (1) Racismo (4) Radialismo (6) Reality Shows (3) Rebeca Andrade (1) Recursos (1) Redes Sociais (39) Reedição de Textos (3) Reflexões (4) Regras Sociais (116) Relacionamentos fajutos (5) Relacionamentos por Conveniência (11) Relacionamentos Secretos (3) Religiosidade (10) Relíquias (1) Resenhas de álbuns (6) Resenhas de músicas (4) Respeito (1) Respeito às Diferenças (2) Retorno (1) Retrocesso (2) Retrospectiva (9) Retrospectivas (12) Revivals e Rebbots (1) Rituais (1) Rock Ruim (9) Romantismo (10) Roupas e Vestuário (1) Ryan Whitney Newman (1) Sabotagem (2) Sandy Lima (1) Seletividade (1) Seriados e Novelas (7) Séries (2) Sessões sensuais (2) Sexualidade (11) Simplicidade (2) Sociabilização (8) Sociedade de Classes (6) Solidão (19) Sósias Semelhantes e Similares (3) Soul & Black Music (1) Subjetividade (4) Submissão (1) Sugestões (1) Surpresas (9) Sydney Sweeney (1) Tabus (1) Tatá Werneck (1) Tecnologia (19) Teimosia (11) Televisão (23) Teorias Conspiratórias (1) Textos alheios (41) Totens e Falsos Mestres (8) Tragédias (2) Transportes (1) Transtornos (1) Tribos e classes sociais (4) Trocadilhos (1) Turismo (3) Ufanismo (2) Ufologia (5) Urbanismo (2) Vaidade e Presunção (1) Vestuário (1) Victoria Justice (1) Vida Afetiva (83) Vida Privada (14) Violência (2) Vitaminada (2) Vitimismo (1) Votações (1) Xenofobia (1) Z-detele (8) Zonas de Conforto (3)