terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Para o Globo, Carlos Nascimento exagerou. Para nós, não. Ele disse o que tinha que ser dito

Na Revista da Tevê de O globo do último domingo, na indicação dos vídeos, um pequenino texto afirmava que o vídeo em que o jornalista do SBT, Carlos Nascimento, famoso por ter sido âncora do Jornal Hoje da Globo anos atrás, exagerou nas críticas a pessoas que dão muito valor à futilidades.

Isso mostra que as Organizações Globo, além de alienarem a população, estimulando-as a serem fúteis, ainda as defendem como se ser fútil e burro fosse a "nova forma de inteligência".

Sabem o que eu acho? Nascimento foi certo em dizer o que foi dito. Ele falou o que as pessoas sensatas sempre querem falar e não tem oportunidade. Se ele não agradou, problema. Burros e fúteis nunca se assumem como tal e sua inteligência é tão limitada que acreditam ser a máxima e ideal e que não precisam mais aprender nada mais e nem progredir.

E a "Luiza do Canadá" e o BBB não são a única tolice adorada pelo povo tupiniquim, desprovido de auto estima e bom senso. Como poderemos considerar como inteligentes uma população alienada como a brasileira?

Submissa à mídia e à religião, que superestima o esporte, considera futebol como "patriotismo", gosta de músicas ruins, supervaloriza a curtição (chegam a se zangar ferozmente quando seu ídolo ou sua forma de lazer favorita são criticados), acha embriaguez "heroísmo" e adere com facilidade a qualquer modismo inútil, possuem emoções baratas como "principais metas de vida" entre outras barbaridades! Sinceramente, o Brasil é um país de idiotas.

Progresso intelectual é algo que incomoda muito aos burros, porque exige esforço. É mais conveniente para eles considerarem a sus burrice como "nova forma de inteligência".

Discordo. Prefiro ficar com as declarações sensatas de um jornalista experiente e observador como Nascimento. Realmente já fomos mais inteligentes, em um passado bem remoto.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Cintia Dicker merecia alguém melhor que Rico Mansur - este por sua vez merecia a Nicole Bahls

Tomei conhecimento ontem de que a adorável modelo brasileira Cíntia Dicker estaria namorando o playboy Ricardo "Rico" Mansur, filho do cara que destruiu a rede de lojas de departamentos Mesbla e sósia do (mau) humorista Rafinha Bastos. Mansur é mulherengo e como quase todo magnata deve ser desprovido de algum caráter digno de respeito.

Ao mesmo tempo tomei conhecimento da solteirice da boazuda Nicole Bahls que nada faz de importante além de ficar empinando seus glúteos feito cachorrinha no cio. Uma carne exposta para quem não faz questão de qualidades relevantes.

E aí pergunto: porque ao invés de pegar uma doçura como Cíntia Dicker, o playboyzinho de meia-tigela não namorava a Nicole Bahls, já que ambos frequantam o mesmo universo e se igualam em nulidade?

Ah, mas aí vão dizer que "homens de negócio" ( o cara é, obviamente empresário) não namoram mulheres vulgares. Problema! Homens de negócio são tão nulos que qualquer boazuda, já que ambos só pensam na "poupança". Nada sabem fazer além das funções a que são jogados.

É triste saber que até os jogadores de futebol, normalmente truculentos e sem cultura, querem fugir das mulheres vulgares como BBBs, frutas, paniquetes e popozudas em geral. Até os imbecis querem as mulheres de classe e delicadeza, recusando aquelas que se vendem feito carne de açougue, que pelo jeito, são jogadas para caras legais e inteligentes e de bom gosto como eu, que obviamente, continuam recusando.

O chato é que quando caras machistas namoram com mulheres doces, eles acabam corrompendo-as, levando-as para o mau caminho das noitadas e das emoções baratas, multilando a inocência tipicamente feminina do caráter delas, transformando-as em mulheres-espantalho: sem inteligência e sem amor, que vão envelhecendo feito duronas frequentadoras de boates, alcoólatras, fúteis e sem auto estima, como a maioria das mulheres da minha geração, literalmente destruídas por causa de casamentos com babacas desse tipo.

As coisas boas são para quem pode, mesmo que nada faça para merecer isso. E assim muitos casamentos fracassados vão se formando aos montes, até terminarem de modo cruel e algum tribunal. Enquanto caras capazes de fazer qualquer mulher feliz, vão sentando nas calçadas, chorando ao ver suas amadas sorrindo nos braços de cafajestes. "Deus dá asas a quem não sabe voar", não é o que dizem?

Sinceramente, a doce Cíntia Dicker merecia um homem melhor que um playboy mulherengo que se acha melhor que todo mundo e pensa que a vida é só dinheiro e sexo.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Shakira é condecorada pelo Ministério da Cultura francês

Sinceramente não sei em que mundo vivemos. Pelo jeito a confusão entre arte e entretenimento, entre boa cultura e má cultura está indo longe demais. A confins nunca imaginados antes.

A cantora de dance-music Shakira foi condecorada pelo Ministério da Cultura francês. Eu pergunto, o que esta distinta fez de tão importante para a cultura mundial, sobretudo a francesa? Que tipo de valores a música dela passa? Quais os temas de suas letras?

Para quem não sabe, a distinta faz uma música inócua, exclusivamente dançante, com forte apelo soft-erótico e visual, alienada e feita apenas para divertir, embora ela finja-se de engajada em entrevistas. O valor dela é restrito ao universo da diversão e seu valor artístico é nulo e nada influi para a evolução do ser humano, nem positivamente, nem negativamente.

O tipo de música que Shakira canta é perecível - assim como a maioria esmagadora dos intérpretes que rolam nas FMs - e tem a única finalidade de frequentar paradas de sucessos e fazer as pessoas se distraírem. Não é algo que mereça ser condecorado como cultura se de fato não transmite conhecimento.

Todos ainda tem muito a aprender sobre o que é ou o que não é cultura.

Do jeito que as coisas estão indo, não vai demorar muito para um fulano ser condecorado por algum Ministério da Cultura só porque deu um arroto em público. E isso não é mais algo impossível de acontecer, visto a decadência cultural em que nos encontramos.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Está tudo muito fácil para as mulheres

As mulheres vivem se fazendo de coitadinhas e sofridas. Mas nem sempre isso é verdade. Principalmente na hora de arrumar um namorado/marido. Está tudo muito fácil para elas.

Tão fácil que elas se podem dar o luxo de fazerem inúmeras exigências. Claro. Existem que as satisfaça. Isso justifica o fato das mulheres nunca quererem tomar iniciativa. Para quê? Tem quem as tome!

Elas querem um cara alto? Sempre tem. Querem alguém com dinheiro? Sempre tem. Querem ir à festa noturna? Sempre dá para ir. Isso tudo e muito mais.

Não se sabe o real motivo dessas exigências, já que elas não garantem um relacionamento bem sucedido. A mais provável hipótese é de que as mulheres escolhem homens para agradas a sociedade, sobretudo às amigas. As exigências que as mulheres fazem são baseadas no que a sociedade acredita ser o "macho ideal".

Exigências se limitam ao perfil "protetor/provedor"

Essas exigências só servem para satisfazer os instintos. Não sinalizam a evolução social. Pelo contrário. Estão bem coerentes com o que fêmeas de espécies animais e mulheres dos tempos das cavernas sempre esperaram dos machos: proteção e sustento.

Com isso, para compensar, pouca ou nenhuma exigência é feita para atributos que não estão relacionados com o perfil "protetor/provedor", como beleza facial e caráter. Um homem que é feioso e/ou perverso é muito bem vindo, desde que esteja capaz de proteger e sustentar a mulher.

Isso explica o fato de que a maioria esmagadora de homens solitários possuem boa índole, pois muitas mulheres, ao preferirem homens de má índole, acreditam que a maldade seja sinal de coragem extrema, o que na verdade é ao contrário: um modo cruel de compensar o medo que possui de resolver as coisas de modo mais civilizado. E ainda pode se transformar em risco para as esposas, após a estabilização dos relacionamentos.

Facilidades podem se converter em dificuldades

Essas exigências, como falei, são a prova de que tudo está fácil para as mulheres. elas gostam de fingir que tudo está difícil para elas, mas isso na verdade é uma estrategia para tornar a facilidade já abundante, ainda maior.

Mas isso pode converter em dificuldades, já que como tudo é fácil demais, qualidades não são desenvolvidas, gerando mulheres cada vez mais materialistas e egoístas, fúteis e cada vez mais dependente de maridos insossos, também desprovidos de qualidades e que só sabem dar murros em outros homens ou tirar os cartões de crédito das carteiras, quando a situação fica complicada. E nada além disso.

Exigências podem sair caro para as mulheres

Relacionamentos fracassados, desprovidos de amor e companheirismo: é o saldo que as mulheres obtém diante do excessivo desejo pelo perfil "protetor/provedor". Não sabem que ao superestimar esses aspectos, acabam subestimando outros ainda mais essenciais para o sucesso de um relacionamento, levando os relacionamentos ao invitáveis fracassos, gerando prejuízos que nem o salário mais alto de um marido rico consegue pagar.

Nisso também resultam numa má educação dos filhos que, sem o amor e respeito que deveriam vir de um relacionamento mais afetivo, acabam desvirtuando sua personalidade, resultando nos analfabetos arrogantes que tanto dominam os meios sociais de hoje em dia.

As mulheres devem mudar de pensamento, abolindo de vez o "príncipe encantado" da proteção/sustento e trocá-lo pelo realista companheiro de vida, mais afetivo, racional e leal, que tenha afinidades ideológicas com suas pretendentes e que tenham o interesse de transformar os relacionamentos em oportunidades de desenvolvimento do intelecto e da moralidade que tornarão as pessoas mais capazes de encarar um mundo prestes a se evoluir nestes aspectos.

Relacionamentos dependem de caráter e inteligência. Sem isso, não há músculos e dinheiro que possam resolver os problemas resultantes de relacionamentos fracassados.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Brasil, a UTI dos Djs

Alguns anos pra cá, houve um aumento na quantidade de Djs que pousam na Terra-Brasilis para fazer as "baladas" da "galera"*. Muita gente deve estar pensando que o Brasil está em "alta" que virou o "centro" do mundo, etc.. Grande engano.

Aliás, pelo contrário. Deveria ser uma vergonha para o Brasil, já que a chamada "DJ Culture" ("cultura" só no nome) já decaiu há muito tempo nos países desenvolvidos.

Os DJs mais famosos, para não perderem público e muito menos emprego (se bem que poderiam ganhar dinheiro fazendo outras coisas, como pegar na enxada embaixo de sol incandescente), começam a oferecer seus serviços a países menos badalados, onde sua natural decadência ainda é desconhecida e onde são tratados feito reis.

O Brasil é a pátria das celebridades decadentes. Muitas celebridades fora de moda ainda se lembram de nosso país como tentativa de se manter em alta. Sabem que brasileiro adora estrangeiro e os decadentes sempre são muito bem recebidos quando chegam aqui.

Ainda mais que vivemos em época de decadência cultural, com o popularesco (axé, pagode, "funk", "sertanejo", brega e similares) se mantendo cada vez forte, como (infelizmente) tipo de música oficial da juventude brasileira, cada vez menos exigente culturalmente, fazendo com que os DJs, "melhores" que os popularescos na aparência, venham a calhar, cerejando o bolo fecal do decadente cenário cultural brasileiro.

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* NOTA: Galera = coletivo de alienados. Balada = culto dos alienados à alienação.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Festival de verão aposta na ruindade de todos os tipos

Ontem começou o Festival de Verão de Salvador. Bons tempos que que havia alguns dias que tinha dias com três atrações interessantes para ver. Na melhor das hipóteses, neste ano, tem dias com uma atração só. Até o chato do James Blunt foi chamado, para manter a nova tradição de convidar nomes decadentes do pop internacional para se apresentarem no Festival de Verão.

Como lema, o velho disco arranhado da "mistura de ritmos", que não convence mais ninguém. Mistura? Só se for mistura de cocô: de passarinho, de cachorro, de cavalo, etc.. Mudem o discurso, por favor! Pois quem conhece música sabe que o popularesco (axé, pagode, "sertanejo", "funk", brega e similares) é tudo a mesma coisa, mesmas letras, mesma tosqueira, com insignificantes variações na batida.

Para manter o clima de corporativismo, a perua-mor Ivete Sangalo e Chiclete com Banana, liderado pelo mafiosos mau caráter Bell Marques, que nunca faltaram a uma edição do evento (amigos dos organizadores?), vão dar o ar de suas desgraças pela enésima vez. A gêmea siamesa de Ivete, Claudia Leitte já chateou o público na primeira noite.

Desta vez o popularesco está bem hegemônico no palco principal, além de ter um stand só para essas breguices no "casarão dos ritmos". Os fedorentos banheiros químicos vão ficar lotados de tanta disenteria.

Aliás, falam tanto em tecnologia no festival, com telões mais modernos, caixas de som mais potentes, logotipo futurista... Que adianta isso tudo se o elenco de "artistas" é aquela velha breguice que já estava mais do que datada antes dos anos 60 e que foi reciclada nos anos 90, disfarçada pela roupagem pseudo-modernosa?

Além do principal, mais dois palcos foram montados: a "concha acústica", com um monte de amenidades feitas apenas para passar o tempo e a tenda eletrônica, com vários Djs desconhecidos que vieram provar porque o Brasil é o único - eu disse o único - país do mundo em que a Dj Culture ainda está em alta (o que explica o fato de Djs famosíssimos praticamente estarem "morando" no Brasil). Porque lá fora, só para jacu.

Mostra que a produção musical no Brasil está realmente uma merda, estragando a nossa cultura e ensinando errado a nossa juventude, que sem os referenciais de uma cultura realmente relevante, já começa a achar que o caminho da evolução intelecto/cultural é pelo caminho da ruindade musical, com seus arranjos toscos e suas letrinhas imbecis.

Uma pena o festival ter ficado assim, uma verdadeira merda - quase literalmente falando, pois quando tinha algo bom, eu gostava de ir lá.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Porque a maioria dos casais legais se separa, enquanto muitos casamentos sem amor duram anos?

Pelo jeito relacionamentos de gente legal, com afinidades, amor, estão fadados a durarem pouco, enquanto casamentos de fachada, surgidos por interesses materiais duram muitos anos, sem sinais de fim, apesar do distanciamento evidente de seus membros.

Dois casais bem simpáticos, cujos maridos são pessoas que eu admiro, anunciaram que estão se divorciando: o cantor inglês Seal e a modelo alemã Heidi Klum, e o ator estadunidense Johnny Depp e a cantora francesa Vanessa Paradis ( a que gravou a original do "Vou de Taxi" da Angélica).

Seal é um dos melhores cantores surgidos nos anos 90 (muito superior a boa parte do que surgiu no período, que considero a década da mediocridade) e uma pessoa simpática e descontraída, além de um compositor criativo e sensível. Depp é um ator consagrado, de qualidade impar e que consegue dar características bem diferentes a cada personagem. Na minha opinião um dos melhores atores de todos os tempos. E outra pessoa discreta e simpática.

Ambos tinham boa relação com as esposas. Seal inclusive costumava filmar ou fotografar os momentos de descontração em família. Depp, por sua vez, tratava o relacionamento com absoluta discrição, como a sua vida particular, sem escândalos.

Muitos casamentos formados por homens legais, maridos responsáveis, acabaram cedo, muitas vezes sem motivo aparente, de forma surpreendente.

Casamentos por conveniência são mantidos por maridos chatos

Na contramão desses relacionamentos, outros, surgidos por interesses, com maridos chatos, de personalidade insossa, muitas vezes ocupando cargos de liderança - portanto desprovidos de qualquer sensibilidade - conseguem fazer seus casamentos se arrastarem por décadas.

Meu irmão Alexandre (Mingau de Aço) tem uma hipótese para isso: por serem relacionamentos de interesse, há uma obrigação de durabilidade, já que são na verdade consórcios geridos por contrato. Tem que cumprir a finalidade dos interesses que deram origem ao matrimônio.

Segundo Alexandre, isso não acontece em casamentos por amor, pois não dependem de contrato e possuem maior liberdade de duração, podendo acabar na hora que quiserem, frequentemente sem grandes problemas.

Talvez se essa a explicação para o fato de que casamentos com amor durem pouco e casamentos sem amor durem muito.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Cada um enxerga como quer: ídolos fabricados pela mídia

Ídolos fabricados pela mídia, vistos por seus fãs:



Ídolos fabricados pela mídia, vistos por quem não se ilude facilmente:

domingo, 22 de janeiro de 2012

O amor não é desse mundo, Sr. Bial!

Ninguém sabe realmente o que é amor. É arraigada em nossa sociedade a ideia de que "amor" é todo tipo de sentimento relacionado com a vida a dois. E como é uma palavra bonita, associada a valores superiores, é usada para definir qualquer coisa, qualquer coisa mesmo!

E foi essa palavra a utilizada pelo apresentador Pedro Bial, o novo "bobo da corte" da Rede Globo, para definir o suposto estupro ocorrido no programa Big Brother Brasil, que, na melhor das hipóteses, não passa de um programa inútil. Um grande erro chamar uma atrocidade de "amor", imediatamente "corrigida" - meio sem vontade - após a repercussão.

E aí, pensei a respeito: o que deve ser realmente "amor" para a maioria das pessoas. É fato de que cerca de 90% dos casais não se une por amor. Motivos para criar matrimônio são muitos: interesses materiais, auto-afirmação para a sociedade (pelo jeito o motivo da maioria), sexo e até aquisição de poder político (muito comum em tempos remotos, mas ainda existente nas classes ricas). Mas nunca amor, o que motiva, na verdade, menos de 10% da humanidade.

E quem tem realmente conhecimento para definir o que é amor ou não? O amor é algo que não pode ser provado com demonstrações exteriores. Ainda mais um ato agressivo como um estupro, que na verdade é violência, o que eu entendo como o oposto de amor. Afinal, quem ama não agride.

Sexo não é amor

E sexo é amor? Obviamente que não. A origem dessa confusão se deu pela má reputação das atividades sexuais, que exigiram um "código" eufemista para que a atividade não fosse percebida claramente. Mas convenhamos que com a evolução da sociedade, onde até os conservadores apoiam orgias de todo o tipo, essa confusão é extremamente desnecessária.

O que Bial disse pode até estar em coerência com o que pensa a sociedade cada vez mais insensível e egoísta, mas foi um erro grosseiro.

A palavra amor nunca deveria ser pronunciada a toda hora por qualquer um. Muito menos por bocas tão sujas por mentes mais poluídas ainda.

O verdadeiro significado do amor só poderá ser percebido por mentes evoluídas que saibam equilibrar razão e sensibilidade, algo que poderá começar a acontecer para valer com a vindoura evolução da humanidade. Mas para isso, muitos valores decadentes que a sociedade defende até hoje, tem que ser definitivamente extintos.

Por enquanto o amor não é deste mundo. Pelo menos o mundo que conhecemos hoje.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

A Luiza que estava no Canadá voltou. E daí?

Deve ser castigo. Eu deveria ter nascido na Noruega. Estou rodeado de imbecis por todos os lados. Brasil não é um país, é um hospício! Como uma coisa tããão banal foi ter assim tanto destaque na internet? Como se isso fosse melhorar a vida da população como um todo!

Um comercial de imóveis na Paraíba, foi protagonizado por um colunista social (tipo de desocupados que ganham dinheiro falando futilidades sobre ricaços desconhecidos), que termina o anúncio dizendo: "está todo mundo aqui, menos a Luiza, que está no Canadá". E o que tenho a ver com isso?

Interessante notar que ninguém aproveitou a oportunidade para falar sobre os problemas de moradias, como aluguéis e compras exigindo valores altíssimos para um bem de primeiríssima necessidade, a construção sem critério que pode gerar problemas de trânsito e abastecimento, construções em terrenos inadequados, etc., etc. e etc.. Pelo jeito viver com qualidade não é de interesse da população, que só quer mesmo ver a inútil patricinha voltar do exterior.

E a repercussão foi gigantesca, pois a mesma população que vive acreditando que a redenção para o país virá de um título em um campeonato mundial de futebol, também é chegado a outra futilidades que nada servem, a não ser para colocar sorvete na testa do povo tupiniquim.

Um detalhe importante: a "Luiza" voltou para rever família e namorado. Eu disse namorado. Os mesmos lunáticos que acreditam no deus-Neymar e que também acreditam na existência das mulheres invisíveis, deveriam saber também que não existe brasileira linda e sozinha. Se existe, ou foi por opção da mulher ou é encrenca. Até hoje estou esperando as "oito mulheres" que uma dupla de breganejos e disseram que todo homem tem direito. O IBGE já admite que esse mito das "oito mulheres pra cada homem" é uma lenda bem fictícia.

Aliás, homem não falta neste país de bundões. E estão chegando muito mais, para acabar de uma vez por todas com a esperança dos solitários que já existem aos montes na Terra Brasilis. Mais um motivo para cantarmos com muito amor o hino da Noruega.

O Zé Poveco (incluindo muito riquinho e muito diplomado) deveria se preocupar com coisas mais importantes, que possam trazer algum tipo de solução para os problemas do país ou que pelo menos ajude a desenvolver o intelecto da população, que pelo jeito é dotada de um baixíssimo nível intelectual.

Esse é mais um dos muitos episódios que comprovam a idiotice da população brasileira, que leva a sério bobagens enquanto despreza assuntos relevantes para a vida cotidiana.

O cérebro da população brasileira só vive travando. E não há limpeza de disco que dê jeito.

Ah! Não vou postar o vídeo aqui. Quem estiver curioso que se vire para procurar. Tolices são muito fáceis de serem encontradas.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Eu sou o pé ou o chinelo?

OBS: Dizem que para todo pé cansado existe um chinelo velho. Balela. Sou daqueles que acredita que é melhor estar sozinho que mal acompanhado. Meu pé ainda não cansou. Eu quero chinelo novo e de qualidade. Deixem o chinelo velho para aqueles que se contentam com qualquer coisa. Pois nada pior do que conviver 24 horas com alguém que não pensa como a gente.

Já namorei muita mulher chata, que nada tinha a ver comigo. Fazer o quê, era o que sobrava, pois as mulheres que combinavam comigo acabavam sempre se casando com os homens que não combinam com elas!

Assim desse jeito, prefiro continuar sozinho.

Eu sou o pé ou o chinelo?

Postado em 17/01/2012 / Por Marcus Vinicius - Blog Contra a Correnteza

Depois de uma certa idade todo mundo quer saber porque você ainda continua solteiro. Não interessa o fato de metade dos seus amigos que casaram terem separado antes de dois anos de casamento, o problema é você, que continua por aí fugindo do enlace matrimonial.

E basta ir numa festa, batizado, coquetel de divórcio, seja onde for, que fatalmente vai ter que explicar que sim, esta é uma opção sua e, sim, também é uma opção dos outros e, sim, também é porque você acha que não precisa unir seus defeitos intoleráveis com os defeitos intoleráveis de outra pessoa só para ser infeliz junto de alguém.

- Nossa, você é linda, independente, culta, porque tá sozinha?

- Ah, fui ficando mais exigente, sabe?

- Quem escolhe demais fica sem nada, viu?

Mas pense bem: você conhece uma pessoa que parece legal, rola aquela atração física, saem a primeira vez, ficam, resolvem que vão continuar e tal, e um belo dia a pessoa telefona e te chama pra uma micareta.


Como você quer dar uma chance, até pensa em ir, sabe como é, só pra agradar, mas depois pensa "E se isso der em namoro? Porra, eu vou ter que ir a micaretas o resto da vida". E então comete aquele erro fatal que faz as pessoas gostarem bem menos de você: é honesto. Vira e diz "pô, micareta não rola, eu simplesmente tenho mais horror disso do que de um tsunami de bosta". Pronto, lá se vai aquela possível relação atrás do trio elétrico.

O problema é que isso tudo soa muito razoável na hora, mas quando você vai contar para alguém sempre fica parecendo que foi um exagero seu:

- Qual o problema? Uma micaretinha de vez em quando? Você é muito intolerante.

Dito isso a mocinha resolve deixar de ser "tão intolerante" e cede às cantadas de Reginaldo Rossi do filho do vizinho. Combinam uma saída no domingo (programa mais light e tal) e quando entra no carro dele nota que o MC Jibóia está tocando no volume máximo, olha os CDs tentando achar algo que se salve, mas só encontra Parangolé, Chiclete, Revelação e Swing & Simpatia (ou seja lá como se chamam essas coisas), aí pensa: preciso mesmo namorar alguém que ouve a trilha sonora do Domingão do Faustão no carro?

Mas a cobrança nunca termina:

- Se você não escolhesse tanto.

- É, acho que é chatice mesmo, pronto, eu escolho demais, admito. Vamos falar mal de outra pessoa que esteja ausente agora?

- Não se irrite, sempre tem um chinelo velho pra um pé cansado.

- Sério? Então me diz, você acha que eu sou o pé ou o chinelo?

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Diga não à SOPA e a PIPA



Hoje é o dia de protestarmos contra as duas iniciativas que podem instalar a censura na internet, por meio de atitudes anti-democráticas que limitarão a liberdade do único meio de comunicação totalmente democrático de nosso sistema.

Assine a petição abaixo e proteste junto conosco contra essa verdadeira agressão contra os direitos humanos de liberdade e de direito à comunicação.

http://meganao.wordpress.com/sopa-blackout-brasil/

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

BBB Teló, anti-futebol e muita abobrinha para servir

A FARSA DO TELÓ CONTINUA: O cantor brega Michel Teló ainda continua enganando muita gente com seu sucessinho forjado pelos analfas do Real Madrid. Muita gente ainda defende o paspalho achando que a cultura brasileira vai evoluir com "ai, ai ais...". Enquanto isso lá fora nenhum sinal de que o bestalhão está "dominando o mundo. Brasileiro é povo otário.

FALANDO EM FUTEBOL: Meu professor de Cálculos Aplicados a logística virou meu herói. Ele desceu o cacete no fanatismo futebolístico e ainda disse que o Brasil vai mergulhar numa gigantesca inflação quando a copa acabar, algo que já falava há meses. Ele é o primeiro professor que não curte futebol, após eu ter enfrentado inclusive alguns fanáticos, que enchem seus Facebooks de demostrações de "amor" aos seus times. Soccer Sucks, futebol é futil.

A DEUSA VOLTOU!: A queridíssima Natalie Portman voltou à rotina do showbiz após dar a luz a seu filho - com direito a exibir um suculento e raro decote durante a gravidez, em um evento, antes do sumiço provisório - , desfilando com sua graça no Golden Globe Awards. Pelo jeito ela ainda voltou mais gostosa, mas com a relação afetiva estabilizada com o coreografo Ben-não-sei-das-quantas (droga!). Pelo jeito a maldição do Oscar - ela ganhou um - que estraga o relacionamento corrente das vencedoras, não funcionou com ela. Ela deve ter feito mandinga para se salvar. Ruim para os fãs, bom para o coreógrafo, que se deu bem com a mulheraça que tem, enquanto quem dança mesmo são os fãs dela. Nobody is perfect.

BBB, ESTUPROS E ESTRUPÍCIOS: Houve uma acusação de que o "broder" Daniel (de quê, já não basta o "cantor"?) fez sexo forçado com a "sister" Monique, que estava dopada após uma embriaguez. A lei considera isso como estupro, um crime hediondo. Pedro Bial, que se não bastasse ser membro do capitalista-medieval Instituto Millenium e ter feito a primeira babamento de ovo em forma de livro, em homenagem ao "Doutor Roberto" (que não tinha doutorado), aproveitou para falar algumas besteiras sobre o episódio, primeiro definindo como uma "demonstração de amor", para depois dizer que "Daniel" apenas infringiu as regras do programa. Quer dizer que para Bial, cometer crimes no BBB é "desobedecer as regras do programa"? Bial, ele desobedeceu foi a lei e o respeito ao ser humano e pode dar cadeia, sabia?
Rafinha Bastos faz escola.

ISSO SIM É QUE É SUCESSO NO EXTERIOR...: O caso do Big "Estruprator" Brasil (falando na linguagem dos Tabajaras Tucanetas) teve repercussão lá fora. O povo brasileiro já tem uma fama mundial de "pátria de tarados", não custava evitar aumentar ainda mais a fama...

O G7 DA RIO MINHO JÁ ESTÁ CHEGANDO: Saulo Scoponi, nosso amigo do BSG, nos trouxe novidades quentes coletadas dos bastidores da Rio Minho, empresa que liga Niterói a Baixada Fluminense. Depois da chegada dos grandes Laranjas Mecânicas para a estreia de ser fretamento de turismo, Scoponi soube que para o mesmo serviço já foram pedidos carros da Geração 7 da Marcopolo, desta vez sobre chassis da Volvo (Obaaaa!!!). Estamos felizes com a aquisição, embora ache que poderiam colocar maravilhas semelhantes nas linhas normais.

ESQUERDISTAS COMEÇAM A RECONHECER DECADÊNCIA CULTURAL: Depois de uns fazerem vista grossa e outros até apoiarem, finalmente os blogueiros progressistas já começam a fazer suas críticas contra os popularescos e qualquer forma de decadência cultural em nosso país. Acredita-se que possa ser repercussão dos textos que meu irmão escreve no Mingau de Aço. É, o mundo tem que evoluir, o Brasil também.

TEM POBRE ENTRE AS "MULHERES RICAS": A memória do brasileiro é curta. Uma das participantes do reality-show Mulheres Ricas, tem origem pobre: quem se lembra das mais bela "sem terra" Débora Rodrigues, que posou para a Playboy e virou corredora de automobilismo? Pois é, a "sem-terra", a corredora e a dondoca são a mesma pessoa e estão no "reality". Aff.

NITERÓI, CIDADE DOS HOMENS: Ninguém comenta, mas estou vendo uma maioria de crianças do sexo masculino pelas ruas da cidade-sorriso. Se já está difícil de arrumar namoradas interessantes hoje, vai ficar pior no futuro. Os homens terão que escolher entre virar gays ou o celibato. Prefiro ficar sozinho. Deixem as varas para os "varões".

Por hoje é só. Tchau!

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Linda mulher com rara síndrome quer encontrar o amor

A irlandesa Kate Quinn nasceu com uma rara síndrome que atrofia toda a parte do organismo abaixo da cintura, conhecida como Síndrome da Regressão Caudal.

Kate descobriu a doença há dois anos, mas ela, que tem 25 anos, tem notado que seu corpo deixou de se desenvolver na idade de 14 anos, fazendo-a ficar com apenas 1 metro e 45. Seu organismo se comporta como o de uma garota de 12 anos.

Kate está ansiosa para alguma cura para o seu problema que, além da aparência disforme abaixo do tronco, retardou a sua puberdade, ainda não alcançada. Tratamento de hormônios foram feitos nela, sem sucesso.

Ela acredita que se não atingir a cura, ela pode vier solitária, sem ter um companheiro para viver. Que nada, Kate! Se você vivesse perto de mim, já teria um, pois te achei muito linda e sua história já traz muitas lições de vida, além de sua deformidade servir para um cavalheirismo mais amplo, de minha parte.

De qualquer forma, desejo sorte a bela Kate. Mesmo que não encontre a cura para o seu mal, que o seu caso comova mais as pessoas, fazendo aparecer alguém com capacidade de fazê-la feliz, lutando para superar junto com ela esse desafio.

Mas se houver um meio de eu me contactar com ela, eu me candidato.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

O péssimo gosto cultural costumeiro das mulheres

O mau gosto cultural é muito comum nas mulheres brasileiras. Sempre tem alguma breguice ou coisa ridícula apreciada pelas mulheres, sobretudo na música. É mais fácil achar homens que não curtam coisas ridículas do que mulheres, que até existem, mas são uma em cada milhão.

Mas porque acontece isso. A hipótese mais provável é a de submissão às regras sociais e o prazer em ser o centro das atenções, o que faz as mulheres serem fanáticas por festas. Festas, para as mulheres é como futebol para os homens, difícil achar quem não goste. É quase uma obrigação.

Os costumes brasileiros reservam para as mulheres apenas duas ambições básicas: ser mãe e ser o centro das atenções. Nas festas a mulher se torna o centro das atenções. Não por acaso, elas só paqueram em ambientes desse tipo, permanecendo sisudas quase todo o tempo em que não estão em alguma curtição do tipo.

E para a mulher, música é aquela que se toca em festas. Até nas mulheres que pensam que são alternativas, a ordem não é ousar muito. Nada além do que já toca na reunião com os amigos.

E como muitas músicas que tocam em festas são bem idiotas, já que são feitas apenas para dançar, o mau gosto acaba fazendo parte das preferências femininas.

Convém lembrar de que falo das regras, se há alguém que se considere exceção, não se irrite: se libertou dos instintos e das obrigações sociais duvidosas. Mas infelizmente a maioria esmagadora ainda prefere incluir alguma coisa de mau gosto em seu repertório de gostos. E não se limita à música, embora na música é que o mau gosto se torna mais evidente.

Quando as mulheres se libertarem do instinto festivo, teremos a esperança de vê-las abandonar também as tendências duvidosas que rolam nas festas. Amadurecer é sempre difícil. Até para quem pensa que é possui mais maturidade que o "sexo forte".

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

O mamão do Evaristo Costa e a futilidade do povo brasileiro

O fascínio pela futilidade tem se tornado uma marca registrada do povo brasileiro. Pelo jeito a população adora ver gente famosa fazendo as besteiras que o povo sempre faz em seu cotidiano.

E o que deveria ser apenas uma saudação para descontrair um telejornal normalmente mais leve ganhou uma exagerada importância a ponto de liderar comentários no Twitter e visualizações no YouTube.

Na abertura do telejornal vespertino Hoje, um dos jornalistas apresentadores, Evaristo Costa, fez uma brincadeirinha com a colega Sandra Annemberg com a famosa piada do "mamão". Ganhou uma repercussão monstro a ponto de virar principal notícia neste início de ano.

Evaristo não estava errado em fazer essa descontração. Errado estava quem deu muita importância ao isso, criando tal repercussão desnecessária.

É mais um exemplo do fascínio da população brasileira pela futilidade. É o que se espera de uma população que aceita a sua vidinha medíocre, que acha que Michael Jackson mudou a música com uma mera dancinha e espera a melhoria de vida dos brasileiros vir através de - mais - uma vitória em um campeonato de futebol.

De Gaulle estava certo: o Brasil não é um país sério.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Porque mulheres arrastam relacionamentos sem afeto?

OBS: A mente feminina ainda é um mistério. Mas comportamento observado nas mulheres durante as paqueras e os relacionamentos ultimamente, tem jogado mais lenha na fogueira da lenda de que "mulher não gosta de homem".

Vejo muitos relacionamentos de fachada durando anos e anos. Praticamente, divórcios - que são bem caros - só existem entre os famosos. Pobres mortais levam casamentos de fachada a anos e até décadas.

Os motivos são muitos. Mas todos levam a crer que as mulheres estão dispostas a acabar com o romantismo, um erro baseado na tola ideia feminista de que mulher apaixonada é sinônimo de mulher idiota. Acham mais "maduro" se casar por motivos que não sejam o bom convívio afetivo.

Discordo plenamente das feministas. Mulher apaixonada sabe o que quer. Tolas são aquelas que se casam para satisfazer interesses ou simplesmente para satisfazer a vontade alheia.

Leiam esse interessante texto que eu achei na internet.

Buscando um Namoro ou um Namorado?

Postado por Mister P (Cérebro Masculino ) Blog Cérebro Masculino

Estava lendo umas perguntas para responder e me deparei com uma que dizia que a leitora namorava um cara há seis anos, mas nem acreditava que gostava dele.

Na hora tive que reler. Pois, não acreditei no que tinha lido. Pensei ter entendido errado… Como namorou seis anos com um cara e nem acreditava que gostava dele? Ao mínimo acreditar… Ao mínimo gostar…

Parei para refletir, um pouco, analisar, friamente, os fatos a minha volta, sem a intenção de julgar A, B ou C, cheguei a uma triste conclusão:

Isso não é tão anormal quanto aparenta ser à primeira vista. Acho que todas as leitoras conhecem um, dois, três ou umas dezenas de casos similares a esse… Mas, quais são as explicações?

Sinceramente, quando leio coisas desse tipo me vêem a cabeça duas possibilidades:

a) Não existe relacionamento, mas sim um patrocínio masculino cuja moeda de troca feminina são favores sexuais.

b) O gostar não é mais pressuposto fundamental para começar ou prosseguir um relacionamento. Namoram, apenas, para mostrar à sociedade que estão namorando, que não são mulheres abandonadas, de segunda categoria… Como se uma mulher solteira tivesse um baixo status social. Em outras palavras, buscam um namoro, um casamento, não um parceiro, um companheiro, um namorado.

Entristece-me confirmar que, depois de tantas conquistas sociais, muitas mulheres se submetem a relacionar-se por dinheiro ou “status social”… Inúmeras mulheres não se separam dos seus maridos por questões financeiras, para não serem vistas com outros olhos pelos seus pares… Em outras palavras, o comodismo e a sensação de incapacidade na qual suas vidas foram pautadas, desde a infância, ganham seu doloroso retorno, aparecem, sorrateiramente, para cobrar sua dívida.

Será que o comodismo justifica ter uma lastimável existência psíquica?

Seria esse, um quadro imutável?

Quais são as atitudes para “virar este jogo”?

São perguntas que se bem respondidas trarão um direcionamento para não cair nesse abismo abissal.

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