sábado, 28 de setembro de 2013

Holy Shit! Só depois de desencalhar, Dakota vem para o lugar onde eu moro!

Dakota Fanning sempre foi o modelo ideal de mulher, desde que cresceu. Admiro ela desde criança, pois sempre foi talentosa e simpática. Mas ao atingir os 18 anos, se tornou a perfeição feminina em forma de gente. Acabei me apaixonando por ela.

Mas semana passada, por acaso, ao visitar um site de celebridades, recebi uma verdadeira bomba, que estourou bem na minha cara: ela arrumou um namorado. Ou seja, um sortudo, um felizardo, ganhou o exclusivo direito de ter aquela perfeição física, que parecia ter sido criada para mim, em seus braços. 

Como num concurso público de apenas uma vaga em que um candidato sem vocação para tal emprego (e que poderia trabalhar em qualquer tipo de emprego), passa nesse concurso angariando a única vaga que deveria ser de alguém com vocação para tal. Injusto.

Sonhava com um dia em que ela viria ao Rio de Janeiro e que poderia ser a oportunidade de eu, na qualidade de fã tentar falar com ela e - quem sabe?... É quase impossível uma rainha como Dakota se interessar por um plebeu qualquer, mas não é impossível. Em seu cotidiano, a atriz normalmente age como se não fosse celebridade, pelo que se observa nos candids (veja como ela parece uma garota comum na foto tirada no Galeão, na mesma escada rolante onde eu pus os pés várias vezes).

Enfim ela chega, para participar de um festival de cinema e do primeiro baile da AmFar, a acontecer no Brasil. Como é um baile de gala, ela deverá estar esplendorosa, aniquilando a concorrência! E isso faz o coração doer muito!

Mas como quase todas as melhores mulheres do mundo (salvo raras exceções, como  atualmente: Ashley Greene, Lucy Hale e Lily Collins), Fanning, a Dona Perfeitona, arrumou o seu "príncipe encantado". É alto, branquelo e de corpo esticado. Poderia ficar com qualquer mulher, mas a oportunidade apareceu e ele, feito um crocodilo faminto, aproveitou - muito bem - a sua chance.

Apesar da oportunidade dos sonhos ter finalmente aparecido, de ver a bela Fanning estar aqui, quase junto de mim, não vou vê-la. Ela já tem dono. Se já era ilusão acreditar que um dia ela iria se interessar, mesmo superficialmente por um Zé Ninguém feito eu, imagine agora que ela elegeu o seu "Zé Alguém"! Ficarei aqui em Niterói, onde estou, suspirando com a ideia de que ela está dormindo não muito longe de mim.

É uma pena se apaixonar por alguém que finge que a gente não existe, além de ser propriedade privada de algum sortudo. É rotineiro, frequente e repetitivo (não apenas com mulheres famosas - basta a mulher ser linda e ter personalidade), mas é a realidade. Feia e triste como só a realidade costuma ser. Muito do contrário da princesa encantada que chegou ara embelezar ainda mais a Cidade Maravilhosa.

domingo, 22 de setembro de 2013

Jim Parsons ganhou mais um Emmy!!!

Jim Parsons, o excelente ator que empresta seu raro e inquestionável talento ao complexo personagem Doutor Sheldon Cooper, ganhou mais um Emmy. Estamos felizes por esta conquista. Parabéns, Jim Parsons! Você  representa a classe "nerd".


A Couve e Suas Propriedades Benéficas

OBS: Estou gostando muito de comer verduras. E uma das que mais consumo é a Couve, que serve de acompanhamento para muitos pratos, como peixes e até feijoada (esta uma parceria que considero perfeita). Coloco aqui algumas informações sobre a famosa verdura e recomendo que nunca falte em seus pratos. sabendo preparar é uma delícia.

A Couve e Suas Propriedades Benéficas
Blogue Natureza Viva, com informações de Gotas de Luz (Sapo.pt) e VNatura (Wordpress)

As couves, devido ao seu alto e valioso valor nutricional são um dos principais legumes utilizados na medicina tradicional desde a antiguidade.

Julga-se mesmo que na antiguidade em algumas civilizações as couves eram utilizadas somente com o fim medicinal e não gastronómico.Nas antigas civilizações da Grécia e Roma costumava-se comer couve antes de uma refeição farta, ou simplesmente para prevenir doenças do estômago ou uma indisposição.

No Egipto costumava ser uma prática comum ingerir algumas folhas de Couve em vinagre antes de um grande banquete ou festa, esta prática tinha como fim prevenir uma eventual ressaca. Mas é mais tarde, no final da idade média, após este vegetal ter ganhado uma grande popularidade entre os povos Europeus, que surge o termo “médico do povo” associado à couve. A couve era utilizada para a cura das mais diversas enfermidades, e havia ainda a ideia de se comer couve diariamente evitaria o aparecimento de doenças.

Algumas destas práticas sobreviveram ao passar dos milénios e ainda são hoje em dia utilizadas por muita gente. Porém os povos da antiguidade não estavam de todo errados quanto às propriedades da couve. Estudos e investigação nesta área têm revelado que a utilização das couves para a cura e prevenção de certas enfermidades é realmente eficaz devido à sua composição nutricional e por ser um anti-inflamatório, antibiótico e anti-irritante natural.

Nos dias de hoje a couve ainda é utilizada com alguma regularidade nas seguintes situações:

    Evitar ressacas (deve-se consumir couve com vinagre antes de se ingerir álcool, alguns países inclusive utilizam a couve como aperitivo em bares.);

    Aliviar a prisão de ventre (para aliviar a prisão de ventre deve-se consumir pratos com couve cozida.);

    Evitar má disposição (deve-se consumir algumas folhas de couve crua ou cozida antes de uma refeição pesada.);

    Curar e aliviar a dor de úlceras gástricas (a receita tradicional para as úlceras é a de 1L de sumo de couve durante 8 dias. Contudo esta prática não deve ultrapassar os 8 dias, nem deve ser mais de um litro pois este sumo pode inibir o organismo de absorver o ferro e consequentemente criar uma anemia.);

    Cortes e feridas (para uma cicatrização rápida deverá aplicar-se uma folha de couve fresca sobre a ferida.);

    Dores, inchaço e feridas no peito devido à amamentação (em caso de uma amamentação dolorosa, para aliviar a dor e o inchaço, deve-se abrir ao meio os caules e os veios das folhas e aplicar sobre a zona afectada.);

    Prevenir e curar constipações e gripes (a couve é por excelência uma fonte de vitamina C, contudo para prevenir gripes e constipações tem que ser consumida crua pois ao ser cozinhada perde quase metade da grande quantidade de vitamina C que possui)

Mas as propriedades curativas da couve não se ficam por aqui. Há já alguns anos que a couve tem vindo a ser utilizada pelos praticantes de medicina tradicional, como homeopatas, no tratamento do cancro através da dieta. Mas foi recentemente que estudos levados a cabo no Japão e EUA vieram mostrar que a couve é realmente eficaz na prevenção de certos tipos de cancro, como o do cólon e cancros hormono-dependentes como o da mama e dos ovários pois estimula o metabolismo das mulheres.

Outro estudo levado a cabo recentemente em Lyon, França, veio comprovar que comer pelo menos uma vez por semana couve ou brócolos previne o cancro do pulmão em 70% dos indivíduos, pois estes vegetais são ricos em isothiocyanate, um químico natural que protege contra este cancro.

Por fim, Investigadores da Universidade Nacional de Seoul, Coreia do Sul, após alimentarem com couve chinesa (napa) 13 aves contaminadas com o vírus da gripe das aves constataram surpreendentemente que em 1 semana 11 das 13 aves recuperaram. Será que a couve nos poderá salvar de uma futura epidemia?

Apesar de ter havido no último século um crescente número dos cépticos da medicina natural, nos últimos anos a medicina natural voltou a ser procurada por muitas pessoas e a couve foi um dos alimentos que mais recuperou a popularidade de outrora.

Rica em Vitamina A

A couve é rica em vitamina A (indispensável para a vista e para a pele), vitamina C, K e algumas do complexo B. Também é rica em cálcio (oferece tanto quanto o leite), fósforo e ferro, minerais muito importantes para a formação e manutenção dos ossos e dentes. Além disso, contém bastante celulose, uma substância óptima para o funcionamento do intestino.

Propriedades medicinais: anti-helmíntica, anti-reumática, aperiente, béquica, cicatrizante, condicionante, estimulante, expectorante, fortalecedora.

Indicações: acalmar cólicas (sementes), artrite, bronquite (ajudar), asma, catarros, cicatrizar úlcera gástrica e duodenal, desinfetar o intestino, diminuir desejo por bebidas alcoólicas, doenças inflamatórias da pele, dores (ciáticas, reumáticas, nevrálgicas, de gota), estimular o apetite, febre, fortificar crianças em fase de crescimento, gota, prisão de ventre, reumatismo, seborréia do couro cabeludo, tosse, vermes.

Parte utilizada: folhas, talos, sementes.

O Príncipe Encantado Moderno

Fiz uma pesquisa pessoal e listo aqui com exclusividade as características do homem ideal segundo as mulheres da atualidade. A lista é surpreendente, pois em alguns aspectos passa longe do estereótipo do príncipe encantado, embora possam representar a versão moderna do mesmo, adaptado para nosso cotidiano.

O que foi levado em conta na pesquisa foi a relação entre as características listadas e a facilidade de conquistar junto com a capacidade de manter a estabilidade dos relacionamentos. Ou seja, é o perfil capaz de conquistar as mulheres e estabilizar o relacionamento conquistado. Vamos as características, lembrando que foi observada a ampla maioria de homens, ignorando pequenos detalhes pessoais,  considerados irrelevantes.

Características do homem ideal em 2013:

- Preferencialmente branco, com testa pequena e cabelo liso. Beleza facial dispensável.
- Tronco esticado (distância entre ombro e cintura maior que o comprimento das pernas - padrão muito comum na década atual).
- Personalidade extrovertida e decidida. A timidez é rejeitada (embora a sisudez, defeito aceitável e comum em homens de bom poder aquisitivo, seja rotulada como "timidez" para não pegar mal).
- Personalidade não muito romântica. Atencioso, mas carinhoso com moderação.
- Profissão de nível superior, com prestígio e grande remuneração.
- Gostos, ideias e hábitos convencionais, que não se choquem com o da maioria das pessoas e com as regras de bom convívio social. Homens considerados "Esquisitos" e "contestadores" são considerados tipos imprevisíveis e possivelmente nocivos.
- Deve saber dirigir e possuir automóveis e estar disposto a fazer filhos nelas.
- Tem que ter vida social intensa e movimentada, com muitos amigos e contatos.

Essas são as características básicas dos homens que se dão bem nos relacionamentos de hoje, com duradouros relacionamentos com mulheres lindas e de personalidade marcante. Se você não tem essas qualidades, meus pêsames. Console-se com uma mulher inflável.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Se o povo reivindicasse seus direitos básicos como reivindica o direito de se divertir, estaríamos salvos

Para o povo brasileiro, parece que se divertir é mais importante que qualquer coisa. Não canso de receber textos revoltados de gente defendendo futilidades e idéias inúteis, muitas delas bem cretinas, argumentando que "querem respeito", como se as futilidades que defendem fossem coisas "sérias" e de "grande utilidade para o desenvolvimento da sociedade".

Acontece em vários setores e também é muito frequente nas redes sociais. Em tempos de copa, essa defesa do direito de se divertir toma proporções absurdas. Antes que me acusem de ser contra diversão, esclareço que sou completamente a favor, já que é o básico de todo ser humano: afinal eu me divirto também.

O problema é que para esses defensores, diversão não é diversão. É algo superior. É cultura, patriotismo e outros valores superiores. Como se as roupas da Lady Gaga e os gols da "seleção" pudessem melhorar a vida das pessoas, coisa que nada tem a ver. Achar que o entretenimento puro vai mudar o mundo é driblar todo tipo de lógica.

Diversão é algo feito para passar o tempo, sem compromisso. É algo que serve apenas como fonte de prazer e distração. Nem Michael Jackson e muito menos a "seleção" brasileira vão melhorar a vida das pessoas. Ambos são exemplos de algo que tem o seu valor enquanto existe e que encerrada a sua função, tudo volta como era antes.

Esses defensores escrevem com muita raiva e teimosia sobre aquilo que defendem. Cresceram acreditando na utopia de que seus "bobos da corte" são na verdade "heróicos guerreiros" e querem convencer todos, incluindo a mim, de que isso é fato.

Gostaria de ver essas pessoas utilizando a mesma raiva e insistência na hora de reivindicar melhorias no salário, no atendimento em hospitais e bancos, na execução de um serviço, na fabricação de um produto, na qualidade dos alimentos e até na dedicação de nossas autoridades, que se comportam como se cargo político fosse um privilégio e não uma missão de responsabilidade.

Gostaria de ver essa mesma agressividade utilizada na defesa de suas ideias, diante de autoridades, reivindicando direitos e melhor atendimento. Mas ao saber que autoridades são protegidas por seguranças, militares e policiais, os"agressivos" defensores se recolhem de medo.

Gostaria de ver essas mesmas pessoas em passeatas sérias (carnaval e copa não vale), pedindo melhorias e criticando injustiças. Gostaria de ver boicotando produtos de empresários gananciosos, não votando em políticos de má índole, desprezando celebridades moralmente duvidosas (como o jogador Adriano, adorado pelas multidões, mesmo envolvido em situações sem qualquer pingo de moral).

Mas não. Para eles, a diversão é uma "alegria" que substitui as verdadeiras alegrias não conquistadas. "Deixa ele ser feliz" é o que dizem. Ser feliz como? Iludido? Uma felicidade fictícia substitui qualidade de vida? Não se tem comida, saúde, segurança, mas se tem TV e diversão, isso já basta? Quer dizer que se a "seleção" conquistar o tal hexa, eu não preciso ter emprego? Quer dizer que felicidade é isso?

Um dia, quando essa sociedade amadurecer, vai entender que diversão é apenas algo para se distrair, dar uma boa risada. Pois não se constroem trincheiras com chuteiras e com passos de dança. Trincheiras são construídas com muita inteligência e bom senso. Que só podem ser adquiridas com muita boa educação da qualidade (não confundir com instrução - educação nada tem a ver com matérias escolares) vinda sobretudo de familiares.

Pois uma verdadeira educação é algo que falta bastante em nosso país.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Apoio de intelectuais ao "funk" carioca é muito suspeito

Gostaria de poder entender o verdadeiro e oculto motivo que faz com que tantos homens "sabidos" como Marcelo Freixo, Hermano Vianna, Rodrigo Faour, José Flávio Júnior, Paulo Becker, Fora do Eixo, Chico Alencar e um montão de gente "gabaritada", defendam com ardor e elogios exagerados um tipo de música que é claramente ridículo, malfeito, produzido por gente com Q.I. de esponja, sem informação musical, com coreografias patéticas feitas por mulheres vulgares e grosseiras e ainda por cima com o rótulo roubado de um tipo de música totalmente diferente e muito melhor. Será que eles são ignorantes a ponto de desconhecerem os defeitos do "funk" carioca?

Um tipo de música que além disso, faz apologias a valores morais e de segurança bastante duvidosos, o que pode sugerir (não estou afirmando) que tais "intelectuais" na verdade estejam a serviço de "forças do mal". Vou fazer várias perguntas aos "senhores intelectuais". Quero ver se eles me respondem com argumentos convincentes.

- Vocês são pagos para defender um tipo de música tão patético?

- O pobre não tem direito de consumir uma cultura melhor?

- Vocês compactuam com forças que pretendem alienar o povo pobre?

- Existe "cultura de rico" e "cultura de pobre", do mesmo modo que já acontece com educação e saúde (o melhor para o rico)?

- O povo pobre é obrigado a ser ridículo? Cadê a dignidade desse povo?

- Os senhores possuem o senso do ridículo?

- Se as coreografias do "funk" não são ridículas, elas são o quê?

- Dá para fazer cultura sem cultura? E a má qualidade da educação aonde entra nessa?

- Dar microfone para o pobre "se expressar" substitui casa, comida e acesso a uma digna qualidade de vida?

- O que vai acontecer com a decadente "cultura" brasileira a partir de então? Avacalhar?

- O que fazer com tudo o que aprendemos sobre cultura até agora? Jogar no lixo?

- Seria o "funk" uma forma de voltarmos aos tempos do trogloditismo pré-histórico?

- Qual o interesse dos senhores em defender o "funk"? Agradar "forças ocultas"?

- Vocês gostam de pobre? E o que significa a felicidade do pobre para vocês: viver sorrindo num barraco caindo, sem comida, sem dinheiro e sem qualidade de vida?

- Vocês abririam mão de seus salários, pedindo demissão de seus prestigiados empregos, para viver como pobres numa favela, passando o tempo todo empinando o traseiro num baile "funk"?

São essas as minhas perguntas. Podem até soar desafiadoras para esses intelectuais de meia-tigela, mas respondê-las corretamente ajudaria muito a tirar as máscaras desses puxa-sacos de pobre, que na verdade querem que as injustiças sociais continuem onde estão e que o povo pobre pense que está sendo valorizado para poder se conformar com a miserável e injusta vida que possui.

Em poucas palavras: querem tirar a dignidade do pobre. Definitivamente.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

O que os pobres precisam é de educação

Ninguém falou, mas pode ter gerado um mal entendido todas as vezes que falo ou escrevo sobre o "funk" carioca, dando a entender que falei mal de pobre. Não falei. O que critico é o que a mídia e autoridades fazem com o povo pobre.

Os ricos que controlam a mídia e a política, sabem muito bem que o povo pobre é um povo naturalmente subversivo, pois sua vida é péssima devido à falta de renda que impeça qualquer pobre de ter uma vida digna. Eles sabem também que a educação é uma arma poderosa na mão do povo pobre, pois povo educado é povo esclarecido e povo esclarecido não é manobrado. E ainda pode tirar os ricos do poder. Obviamente, os ricos não querem um povo pobre educado. Então eles tem que tomar uma atitude para que os pobres continuem burros e grosseiros para que fiquem "satisfeitos" com sua má qualidade de vida.

Primeiro, limita-se a educação aquela exclusivamente técnica, visando o mercado de trabalho. Extingue-se matérias esclarecedoras como OSPB e Moral-e-Cívica, que podem "fabricar" subversivos e para piorar, priorizam o esporte como forma de manter o pobre ocupado. Complementando, na mídia, procura-se criar um falso folclore se utilizando do popularesco (axé, pagode, "sertanejo", "funk" e forró-brega), para que o pobre pense que está sendo valorizado e que não tenha acesso à cultura de verdade, que pode esclarecer. Tudo é feito para que o pobre permaneça no marasmo e na alienação para que não reivindique seus direitos.

Aí os ricos ficam tranquilos. Não precisam distribuir renda, não precisam melhorar a qualidade dos serviços públicos e o povo pobre que se dane. Enquanto isso, um pobrezinho é convidado para empinar sua bunda na frente das câmeras e os telespectadores acham maravilhoso, como quem vê um macaquinho fazendo piruetas no zoológico. E a classe média pensando que desse modo, está valorizando o pobre.

Fico triste em saber que a classe oprimida seja tratada como micos de zoológico. Isso sim é que é desrespeito, pois o pobre não está sendo alegre com essa manipulação de sua cultura. Essa alegria é falsa, pois ninguém fica alegre vendo faltar todo dia um prato de comida e ouvindo os outros dizerem "não" o tempo todo.

Assim como fizeram com os índios, que tinham a sua própria civilização, destruída pela "civilização" de pedra do homem branco, o mesmo está sendo feito com os pobres, empurrando goela abaixo o popularesco e valores culturais e morais de caráter duvidoso, e tirando a dignidade do povo pobre, que é jogada no lixo.

Torço para que os pobres possam se esforçar por conta própria e se educarem, mesmo não tendo acesso a uma educação de qualidade. Que eles corram atrás de bons livros (existem edições de livros importantes em pocket book que custam até R$15) e que se divorciem da mídia oficial sobretudo FMs e TVs abertas. Que o povo pobre, finalmente educado, possa lutar para recuperar sua dignidade perdida e possa ter acesso a uma vida de excelente qualidade. É um direito deles, que eles só vão saber, após serem realmente bem-educados.

--------------------------------------------------------
PS: não existe orgulho nenhum em viver em uma favela. Se sentir feliz em sofrer é coisa de otário, é masoquismo e ignorância . Aquela letra de "funk" que fala do orgulho de "morar na favela em que eu nasci", é de uma alienação imensurável. Deve ter sido composta por gente a mando dos ricos, para criar uma falsa satisfação no povo pobre. Favela é um lugar provisório, de quem não tem condições de pagar por uma caríssima moradia (casa comum - aluguel: mínimo de R$200, compra,: mínimo de 60.000).

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Briga de comadres



O "funk" carioca e o "sertanejo" querem agora disputar quem vai dominar a "cultura" do Brasil.

Isso me lembra uma coisa.

Qual a merda mais fedida? O cocô de cachorro ou o cocô de cavalo?

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Escalação de desconhecidos para "50 tons" irrita fãs do livro

Finalmente foi anunciada a escalação dos protagonistas que farão a versão cinematográfica de 50 tons de Cinza, a obra que criou uma espécie de erotismo soft para mulheres, se tornando uma verdadeira coqueluche para o público feminino. Mas o anúncio gerou uma decepção coletiva generalizada.

A escalada para a protagonista Anastasia é a atriz Dakota Johnson, filha de Melanie Griffith e neta de Tippi Hedren (protagonista de Os Pássaros, famoso filme de Alfred Hitchcoch). Apesar de descendente de famosos, ela ainda é desconhecida do grande público. Para fazer Christian, o escolhido foi o britânico com cara de brabo (não era melhor ele ser chamado para Os Mercenários?), Charlie Hunnam, mais desconhecido ainda.

Os fãs da saga ficaram revoltados. Esperavam gente mais conhecida para fazer os protagonistas de uma obra que se torna cada vez mais popular. O filme serviria para os fãs de determinados atores realizarem a fantasia de ver seus ídolos em papéis um pouquinho mais picantes. Um abaixo assinado rola na internet pedindo a mudança dos atores. Mesmo assim a produção do filme afirma que "bateu o martelo" e não voltará atrás na escolha.

A favorita para fazer Anastasia era a atriz Emma Watson, a eterna Hermione da saga Harry Potter. Muito foi comentado sobre isso, o que fez chegar aos ouvidos da atriz, que sempre falava que nada tinha a ver com 50 tons. Watson chegou inclusiva a negar que tenha a sensualidade necessária para o papel. Ora, ora... A gata mais sexy da atualidade diz que não é sensual... Vá entender...

O que se sabe é que para os dois protagonistas, a escolha serve como uma verdadeira catapulta para suas carreiras. Desconhecidos até agora, Johnson e Hunnam, encontrarão na obra a oportunidade de se tornarem famosos e poderem ter acesso a outros papéis de destaque após o fim dessa nova saga. Afinal, os atores escolhidos são os que levaram a melhor, ao se envolverem nessa polêmica toda.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Farofa-fá sonha com música brasileira da Era Médici

ESPREMENDO A LARANJA: os arautos da decadência cultural já escolheram o período de seu "ponto de restauração cultural": o início dos anos 70, quando a "cultura" brega começava a ganhar força, mostrando uma forma de música absolutamente ridícula, malfeita e comercial, mas ainda convivendo simultaneamente com o auge da MPB que os mesmos defensores da breguice desejam exterminar. O texto abaixo mostra a total ignorância dos defensores do brega, tentando inutilmente criar uma inversão de valores onde coloca a MPB de qualidade como vilã, como se fosse ideal que a cultura fosse comercial e malfeita.

Farofa-fá sonha com música brasileira da Era Médici

Alexandre Figueiredo - Mingau de Aço

Embora abrigado num portal da imprensa progressista, o blogue do Farofa-fá, comandado por Eduardo Nunomura e Pedro Alexandre Sanches, é a tradução perfeita das ideias de Francis Fukuyama, mesclados com os conceitos de livre mercado de Fernando Henrique Cardoso e de "cultura de massa" de Caetano Veloso, sobre o "fim da História" da MPB.

Nessa visão, a visão de "diversidade cultural", embora trabalhada num discurso "libertário", nada difere, em sentido ideológico, dos conceitos de "livre mercado" do neoliberalismo econômico e de "liberdade de imprensa" dos barões da grande mídia.

A visão se fundamenta na tese de que a história da Música Popular Brasileira "deu o que tinha que dar". Ou seja, criamos um patrimônio cultural, desde os tempos indígenas até os contatos com influências europeias e africanas, e, mais tarde, norte-americanas, e tivemos um auge com a sofisticação dos anos 60 e 70.

Depois disso, a história da música brasileira atingiu seu "fim" e o canto do cisne teria sido a da geração da casa noturna Lira Paulistana, cujo cenário musical, comandado por Arrigo Barnabé e pelo falecido Itamar Assumpção, se comparou à Semana de Arte Moderna de 1922 em sua terceira geração (a segunda teria sido o Tropicalismo).

Mas, apesar de podermos considerar como "canto do cisne" a turma da Lira Paulistana, a "queda do muro" teria sido dado no Festival da Música Popular Brasileira da TV Record de 1967, com o "grito" de Caetano Veloso contra a vaia durante seu número "É Proibido Proibir".

A partir desse "primeiro grito", que é visto pela intelectualidade dominante como um "divisor de águas" da MPB, derrubaram-se as fronteiras entre o folclore e a "cultura de massa", algo que, à primeira vista, parece democrático, mas no fundo é a aplicação das regras de "livre mercado" da música brasileira.

E, depois dela, veio o "milagre brasileiro" e, com ele, a ascensão dos ídolos cafonas, favorecida pela divulgação desses cantores pelas emissoras de rádio que apoiaram a ditadura militar. E veio a verdadeira discriminação cultural que hoje é considerada "anti-discriminatória" pela tão festejada intelectualidade.

Isso porque, no calor da Era Médici, a música brasileira se dividia entre as cafonices que eram empurradas para um público de menor poder aquisitivo e menor instrução, enquanto a música brasileira de qualidade era reservada para um público mais intelectualizado e com mais dinheiro no bolso.

A MPB autêntica tinha trânsito nas rádios, mas como havia a censura e um certo interesse da grande mídia de dificultar o acesso de seus artistas ao grande público - só permitindo mediante algumas condições, ou quando não podia vetar o acesso, sobretudo quando se tratam de sambistas e sanfoneiros de notável reconhecimento popular.

Foi a partir dessa época que houve, nas universidades, o começo da desmoralização dos CPCs da UNE, do ISEB e daqueles que lutavam pela melhoria da cultura brasileira. E que criou visões completamente distorcidas sobre o processo evolutivo da música brasileira, os mesmos defendidos, às vezes com notável sutileza, pelos blogueiros e colaboradores do Farofa-fá (não seria Farofa-FH?).

É o caso do antigo patrimônio cultural das classes populares, que agora tornou-se privativo de um público economicamente mais abastado. Baião nordestino, por exemplo, virou coisa de universitários hippies e quase ricos do Paraná. O samba que animava os morros cariocas hoje é visto como coisa "tão Zona Sul" quanto a Bossa Nova.

Em contrapartida, a afirmação do povo pobre está no que as emissoras de rádio empurram para ouvir, e pela mediocridade artística que só é lapidada depois de milhões de discos vendidos após cinco anos. E o povo pobre não cria mais sua cultura, "recria" a partir de "matérias-primas" vindas de fora, através do poder midiático.

Era isso que ocorria na Era Médici. O "povão" ouvia Waldick Soriano, Odair José, Wando. Quando podia, tinha condições de ouvir de Cartola a Zé Ramalho, de Nelson Cavaquinho a Djavan, passando por Elis Regina. Já as elites universitárias ouviam o "lado B" de Zé Ramalho, Djavan, Belchior etc, mas podia ouvir Quinteto Violado, Joyce, o Clube da Esquina, o som instrumental brasileiro.

SEPARATISMO "COMBATIDO", MAS AGRAVADO

Hoje a intelectualidade usa a desculpa do combate à segregação cultural para misturar bregas e MPB num mesmo balaio. Mas na verdade ela reforça essa segregação, esse separatismo "combatido" é agravado, porque as elites "podem" ouvir música brega, mas o "povão" não pode ouvir música de qualidade.

O pessoal do Farofa-fá que elogia o "funk" como se fosse a última flor do Lácio ouve dentro de seus quartos os discos dos Novos Baianos, do Quinteto Violado, de Diana Pequeno, de Marcos Valle, de Zimbo Trio, da Banda Black Rio. Já o "povão" não, e hoje são os netos de quem, discriminado socialmente, só podia ouvir Waldick, Odair, Gretchen, Mauro Celso, Amado Batista e companhia.

Os mais jovens ouvem brega-popularesco que rola nas FMs controladas por grupos oligárquicos, por políticos, latifundiários e até jagunços. Mas hoje a coisa é pior, porque até mesmo o público universitário está exposto a esse lodo e, o que é pior, é obrigado a reconhecer como "vanguarda" nomes retrógrados como Luiz Caldas, José Augusto, Leandro Lehart, Gaby Amarantos, Mr. Catra etc.

Ou seja, hoje a coisa está pior. A cultura brasileira tem seu destino nas mãos das esquerdas médias e dos alienígenas da centro-direita que hoje querem que "democracia cultural" seja aceitar o brega e achar que a MPB autêntica encerrou sua era.

Enquanto ainda existe MPB autêntica, mas ela envelhece, com seus antigos jovens artistas tornando-se "coroas" ou idosos, o que se vê são um bando de "performáticos" patéticos, musicalmente confusos e inócuos, misturando MPB e brega querendo soar "provocativos", mas apenas soam tolos. Vide Kitsch Pop Cult, Banda Uó, Vivendo do Ócio, Gang da Eletro e outros bobos-alegres.

Se a vanguarda da Música Popular Brasileira está nas mãos desse pessoal, estamos perdidos. E a patota do Farofa-Fá quer que, em primeiro momento, se inicie uma "gororobização" da música brasileira, misturando MPB de vanguarda com cafonices, até que depois se criem os padrões mercadológicos para o império totalitário do hit-parade na música brasileira.

Revivendo o segregacionismo cultural da Era Médici, os "farofa-feiros" tentam caprichar no discurso libertário de mensagem neoliberal. E querem radicalizar o processo. O hit-parade brasileiro do brega já é hegemônico há algum tempo. Com o proselitismo "farofa-feiro", o hit-parade poderá se tornar totalitário. E aí a música de qualidade será apenas uma doce lembrança do passado.

Essa farofa tem um baita sabor de jabá...

Marcadores

Administração dos Blogues (6) Álbuns (9) Alcoolismo (1) Alienação (114) Almoço (1) Alternativo (7) Altruísmo (11) Ambiguidades (1) Animação e Quadrinhos (6) Aniversário (1) Aniversários (14) Anos 60 (6) Anos 70 (3) Anos 80 (2) Ansiedade e Depressão (3) Anti-cabecismo (18) Anti-esquerdismo (6) Anti-humanismo (11) Aplicativos (1) Aplicativos de Namoro (1) Apocalipse e Distopia (6) Apologia da Pobreza (21) Armações Musicais (8) Arqueologia (4) Arquitetura (2) Arrogância (11) Arte (11) Assistencialismo (2) Astronomia (2) Astronomia e Física (3) Ateísmo (1) Autismo (1) Autocrítica (1) Automobilismo (2) Autoritarismo (3) Ava Cantrell (1) Bailee Madion (1) Baixaria (12) Beleza feminina (33) Bichos Fofos (1) Biologia (3) Biologia Marinha (5) Bizarrices (21) Boas ideias descartadas (12) Bom senso (1) Brasilidade (6) Brec Bassinger (1) Brega-popularesco (48) brinquedos (1) Bullying (15) Burocracia (15) busca (1) Camila Mendes (1) Caos Urbano (2) Capitalismo (38) Caráter (3) Carnaval (4) Catástrofes e pandemias (1) Causas Identitárias (2) Causas Trabalhistas (1) Celebridades (70) Censura (3) Chloe Grace Moretz (2) Choque Cultural (7) Cidades (1) Cidades e Localidades (13) Ciência (5) Cinema (14) Cinema Alternativo (2) Civismo (2) Coincidências (6) Comparações (8) Competitividade (4) Comportamento (59) Confiança Cega (4) Confiança nas Instituições (2) Conflito de classes (15) Conflito de Gerações (4) Conformismo (17) Consciência Social (1) Conservadorismo de esquerda (15) Consumismo (16) Contracultura (5) Contradições (8) Convicções Políticas (13) Corrupção (2) Costumes Antiquados (81) Crenças e Seitas (2) Crimes e delitos (1) Crise Financeira (1) Crônicas (1) Culinária (2) Cultura (59) Cultura Alternativa (13) Cultura de Mercado (86) Cultura de protesto (5) Cultura Nerd (49) Cultura Rock (29) Cultura Ruim (47) Curiosidades (27) Decepções (16) Declarações sensatas (13) Democracia (13) Depressão e decepção (6) Desabafos (3) Desconfiança (2) Desejo de mudança social (6) Desenhos Animados (3) Desfiles e Eventos de Moda (4) Desigualdade Social (5) Desprezo a talentos (3) Desrespeito ao Bom Senso (32) Dicas (1) Diplomacia Internacional (1) Direitos Humanos (7) Documentários Científicos (3) Drogas (1) Ecologia (2) Economia (8) Educação (9) Efemérides (31) Egoísmo e Egocentrismo (4) Egoísmo e ganância (1) Egoísmo e Individualismo (6) Eliana Michaelichen (1) Elitismo (4) Emma Myers (1) Emmy Rossum (1) Emprego (2) Entretenimento (20) Entrevistas (1) Erros Culturais (109) Erros de Identificação (3) Escassez (1) Espetáculos (1) Espírito de Manada (2) Esporte (15) Esquerda Caviar (8) Esquerda Cirandeira (3) Esquerda Namastê (6) Esquerdismo Alienado (26) Estatísticas (1) Estereótipos (71) Estilo de vida (3) Estudos e profissões (1) Eventos (5) Exclusão Social (6) Expectativas (1) Exposições e Eventos (1) Fake News (3) Falecimentos (22) Falsa prosperidade (1) Falsa Rebeldia (1) Falta de amor (13) Falta de Conhecimento (3) Família e parentesco (4) Fanatismo (4) Farra e diversão irresponsável (5) Fascismo (7) Feminismo (25) Férias (1) Fernanda Young (1) Festas e danças (5) Festivais de Música (14) Filosofia (1) Fora da Lei (1) Fotografias (1) Fracasso (1) Fuga da Realidade (6) futebol (1) Futebostilidade (3) Gafes (5) Gafes e Declarações Cretinas (2) Ganância e Mercenarismo (13) Gastronomia e Alimentação (4) Gênios incompreendidos (22) Gente Metida (7) Geologia (1) Giovanna Antonelli (1) Gírias e Expressões Idiomáticas (1) Glamorização da Pobreza (22) Grandes encontros (1) Gravadoras e Editoras (5) Hailee Steinfeld (1) Higiene (1) Hipocrisia (29) História (4) Hobbies (2) Humor (32) Ideias Progressistas (1) Identitarismo (2) Ilusões (1) Imaturidade (6) Infância (4) Informações Distorcidas (8) Informática (13) Infra-estrutura (2) Injustiças (17) Instintos (1) Intelectuais (1) Intelectualidade (15) Internet (17) Intervalo (3) Intolerância (3) Inversão de valores (8) Isabelle Drummond (1) Isolamento (4) Jessica Simpson (1) Jogos e Brinquedos (1) Jogos e Passatempos (1) Jovialidade (1) Karen Fukuhara (1) Kathryn Newton (2) Kiernan Shipka (1) Larissa Manoela (1) Legislação (2) Lembranças do Passado (6) Letras de Música (1) Lições de Vida (33) Lily Collins (1) Linguagem (1) Linguística (1) Literatura (2) Livrarias e Bibliotecas (1) Livros (1) Lizzy Greene (2) Lojas e Shoppings (1) Loucura e manicômios (1) Luta por Direitos (1) Machismo (37) Mainstream (11) Maisa Silva (1) Maisie Williams (1) Manifestos populares (7) Manipulação ideológica (18) Maniqueísmo (1) Manutenção (1) Marcas e Grifes (1) Margot Robbie (1) Mariana Ximenes (2) Masculinismo (4) Mau exemplo (6) Mckenna Grace (3) Mecanismos de Busca (1) Medicina e Saúde (11) Mediocridade Cultural (64) Meiguice (1) Meritocracia (1) Mídia (57) Mídia Alternativa (1) Mídia Corporativa (3) Mídia Impressa (1) Mikey Madison (1) Millennials (1) Millie Bobby Brown (1) Miranda Cosgrove (1) Mistérios Resolvidos (1) Mitos desmentidos (38) Mitos e lendas (17) Modelismo (1) Modismo (34) Modismos e Tradições (50) Momento Sedentário Diário (1) Monica Iozzi (1) Monique Alfradique (1) Monotonia & Tédio (2) Monumentos Culturais (1) Moralidade (2) Moralismo (3) Mudanças (2) Mulheres (10) Mundinho Pantanoso dos Famosos (5) Música (40) Música Comercial (16) Música eletrônica (2) Música Erudita (2) Música Eterna (26) Música para os olhos (1) Música Popular Brasileira (6) Música Romântica (2) Namoro e Matrimônios (14) Natureza (1) Neo-conservadorismo (25) Nivelamento por Baixo (1) Nostalgia (1) Notícias ruins (4) Notícias Surpreendentes (41) Novidades (1) Novo Normal (2) Obras-primas (6) Olimpíadas (4) Olivia Holt (1) Onda de ódio (5) Opinião Pública (2) Oportunidades (1) Orgulho Humano (1) Otimismo Exagerado (4) Padronização (1) Patriotada (6) Pausa (3) Pedantismo (1) Pensamento Único (6) Personalidades (5) Perspectivas (18) Pesquisas (4) Peyton Roi List (2) Polêmicas (9) Polêmicas inúteis (6) Política (27) Pop Adolescente (2) Pós-verdade (1) Postagens Íntimas (20) Preconceito (6) Preços Abusivos (1) Preços Exorbitantes (1) Premiações (6) Problemas cotidianos (4) Projetos Caça-níqueis (3) Promiscuidade e Excessos (4) Propaganda Enganosa (19) Proteção aos animais (1) Psicologia (1) Publicidade e propaganda (2) Quadrinhos (3) Qualidade de Vida (9) Quarentena (2) Quebra de Estereótipos (16) Química (1) Rachel Sheherazade (1) Racismo (4) Radialismo (6) Reality Shows (3) Rebeca Andrade (1) Recursos (1) Redes Sociais (39) Reedição de Textos (3) Reflexões (4) Regras Sociais (116) Relacionamentos fajutos (5) Relacionamentos por Conveniência (11) Relacionamentos Secretos (3) Religiosidade (10) Relíquias (1) Resenhas de álbuns (6) Resenhas de músicas (4) Respeito (1) Respeito às Diferenças (2) Retorno (1) Retrocesso (2) Retrospectiva (9) Retrospectivas (12) Revivals e Rebbots (1) Rituais (1) Rock Ruim (9) Romantismo (10) Roupas e Vestuário (1) Ryan Whitney Newman (1) Sabotagem (2) Sandy Lima (1) Seletividade (1) Seriados e Novelas (7) Séries (2) Sessões sensuais (2) Sexualidade (11) Simplicidade (2) Sociabilização (8) Sociedade de Classes (6) Solidão (19) Sósias Semelhantes e Similares (3) Soul & Black Music (1) Subjetividade (4) Submissão (1) Sugestões (1) Surpresas (9) Sydney Sweeney (1) Tabus (1) Tatá Werneck (1) Tecnologia (19) Teimosia (11) Televisão (23) Teorias Conspiratórias (1) Textos alheios (41) Totens e Falsos Mestres (8) Tragédias (2) Transportes (1) Transtornos (1) Tribos e classes sociais (4) Trocadilhos (1) Turismo (3) Ufanismo (2) Ufologia (5) Urbanismo (2) Vaidade e Presunção (1) Vestuário (1) Victoria Justice (1) Vida Afetiva (83) Vida Privada (14) Violência (2) Vitaminada (2) Vitimismo (1) Votações (1) Xenofobia (1) Z-detele (8) Zonas de Conforto (3)