sábado, 31 de março de 2012

"Pânico" lidera ranking da baixaria na TV

OBS: Eu não falei? Não há como achar graça em um bando de imbecis popularescos metidos a humoristas "mudernos". Bati o recorde de ter que assistir o programa inteiro sem dar uma só risada. O tempo sabe o que fazer com humorísticos sem graça do tipo.

Na lista dos "programas" baixo-nível também aparece o pavoroso showrnalístico Se Liga Bocão, uma coisa medonha que muitos baianos adoram e tive a infelicidade de conhecer quando vivia lá. Todo Pagodeiro-bunda (a mais recente "novidade" desse nefasto gênero será mostrado neste blog ainda hoje) que se preze nunca perde uma edição dessa aberração televisiva.

"Pânico" lidera ranking da baixaria na TV

Virginia Toledo, publicado na Rede Brasil Atual:

Um ranking que relaciona os programas de TV mais denunciados por violações aos Direitos Humanos foi divulgado nesta quinta-feira (06) , pela campanha "Quem Financia a Baixaria é Contra a Cidadania". O progama "Pânico na TV", da RedeTV! apareceu em primeiro lugar, o quadro - reincidente na lista - apresentou o maior número de denúncias pelos telespectadores.

Atrás do programa humorístico, o Ranking da Baixaria da TV mostra o "Brasil Urgente", da TV Bandeirantes, o qual em dezembro passado foi alvo de ação civil, instaurada pelo Ministério Público Federal (MPF), por ter apresentado declarações preconceituosas contra os ateus. A campanha recebeu 68 denúncios de telespectadores que se sentiram agredidos pelas posições do apresentador José Luiz Datena.

O ranking levou em conta as denúncias que continham indícios de apelo sexual, incitação à violência, apologia ao crime, desrespeito aos valores familiares e preconceito. Outros três programas também foram listados no ranking: "Se Liga Bocão" da TV Itapoan, afiliada da Rede Record, "A Fazenda", também da Rede Record e "Chumbo Grosso", programa regional de gênero policial exibido pela TV Goiânia, afiliada da Rede Bandeirantes.

De acordo com a coordenação da campanha, o ranking foi contabilizado por meio das denúncias recebidas pelo site da campanha (www.eticanatv.org.br) e do Disque Câmara (0800 619 619). O ranking encontra-se na 18ª edição. Da última lista divulgada, em maio de 2010, até agora, foram recebidas 892 denúncias de telespectadores.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Guns é Dose ou "Farofa pouca, meu pirão primeiro Volume 2"



Outra cover tão ruim quanto o original.

Só que este, o cafetão canastrão do Axl Rose não deve ter gostado porque ele não gosta de nada. Nem dele mesmo.

Pelo menos concordamos com o líder do Guns'n'Roses em uma coisa:

Axl Rose é uma desgraça.

Esse grupelho do vídeo pelo menos é mais engraçado que o original.

Ruim Jovi ou "Farofa pouca, meu pirão primeiro"



Se o original já é uma merda, imagine a versão.

Jon Bon Jovi deve ter adorado. Nós aqui detestamos. Ugh!

segunda-feira, 26 de março de 2012

UFO passa bem perto da Lua e parece pousar nela


Esse vídeo foi filmado por um cara em Melboune, Austrália ("país tropical, abençoado por Deus e bonito...") e é inacreditável. O responsável garante que é 100% autêntico.

O vídeo, em excelente qualidade visual, mostra um objeto grande, planando pelo espaço, próximo á Lua, que aparece azulada na imagem.

Como nós espíritas acreditamos nas "muitas moradas na casa de meu Pai", como disse Jesus (o verdadeiro, não o mito surreal que católicos e evangélicos inventaram), creio ser realmente uma visita interplanetária ao nosso conhecido satélite natural.

domingo, 25 de março de 2012

Rock 'n' Roll Hall of Fame: Um museu qualquer-nota

Não é só no Brasil que tem a mania doente e equivocada de chamar qualquer artista que cante em inglês para jovem ouvir, de "roqueiro". Lá fora, existe um museu, o Rock'n'Roll Hall of Fame, que é um verdadeiro balaio de gatos, uma gororoba musical.

Lá parece a casa da mãe Joana, entra qualquer coisa. É como apetite de avestruz, que não quer nem saber o que está entrando em seu organismo. Artistas de qualquer gênero direcionado aos jovens entra pela porta da frente nesse museu-balaio.

Se fizessem a mesma coisa no Brasil, seria como se criassem um museu dedicado ao samba, o "Samba Hall of Fame" e incluísse todos os intérpretes de MPB, inclusive os que nada têm a ver com samba, como a turma do Clube da Esquina ou até mesmo o rei do baião, Luiz Gonzaga. Nada a ver.

Falta de informação musical é isso aí. Aí, a gente tenta corrigir e leva patada.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Morreu um dos melhores atores do Brasil

Depois de acompanhar uma longa batalha, recebi a notícia da morte do grande humorista Chico Anysio, que para mim não era apenas um humorista, mas um dos melhores - quiça o maior até então vivo - ator de nosso país.

Anysio tinha o que eu considero uma das maiores qualidades que um ator deveria ter, a capacidade de fazer com que cada personagem fosse completamente diferente um do outro, feito raro até mesmo em muitos atores de qualidade pelo mundo todo. Além disso, apesar de ainda incluir os bordões, seus programas não ficavam limitados a estes, sempre colocando algo a mais além das frases de efeito que os brasileiros - um povo que costuma se contentar com pouco - tanto gostam.

Infelizmente perdemos um grande humorista, que nos últimos anos estava completamente desvalorizado pela TV que o consagrou, embora ainda mantivesse a capacidade e o talento ainda intactos, como foi mostrado em um especial de fim de ano em tempos atrás.

Anysio ainda era consagrado por lançar outros humosirtas, incluindo os seus fihos, em destaque o Bruno Mazzeo, criador do Cilada e de quem eu sou fã. Ele que vai estrear em nova novela, deve esatr bem triste, embora os prognósticos indicavam que Anysio ia acabar assim.

Resta dizer que Chico Anysio, o multi-homem, será eterno pelo seu vasto e excelente trabalho não só de humor, mas de atuação e que vai ficar na memória seus zilhões de tipos.

Aliás, pensando bem, Chico Anysio não morreu. Ele se dividiu nos inúmeros personagens que continuarão vivos, perambulando por aí, como retratos fiéis das melhores pessoas que vivem em nosso país.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Uma mensagem de Feliz Aniversário para mim mesmo



Encontrei essa mensagem de aniversário na internet e gostaria de dedicar a mim mesmo, já que completo anos hoje.

Mas vale para todos os aniversariantes de qualquer data.

Feliz Aniversário


(Fernando Finatti)

Alguma coisa está acontecendo,
olhei para o céu, cadê as estrelas???
o sol sumiu;
a lua partiu.........

Sumiram as rosas dos jardins,
Sumiram os peixinhos do mar,
E vento deve estar soprando em outro lugar......

Em busca de ajuda,
procurei os anjinhos,
e nem eles consegui encontar.
Quando de repente um deles,
eu vi tentando escapar.......

Não exitei, e fui logo perguntando:
Anjinho, anjinho: -O que está acontecendo???
E o anjinho mesmo que apressado,
respondeu ao meu chamado:
-Meu rapaz, você não tem do que se preocupar,
todos saíram para comemorar,
o aniversário da pessoa mais linda.......deste lugar......

terça-feira, 20 de março de 2012

Ideia de que opostos se atraem é mito, diz terapeuta sexual

OBS: Os seres humanos sobretudo os brasileiros, deveriam revisar todos os seus conceitos sobre relacionamentos. Há muitos erros consagrados pela sociedade como regras fixas e muitos desses erros são os verdadeiros motivos de desentendimento e para o fim dos relacionamentos (inclusive divórcio).

Esse negócio de que os opostos se atraem é idiotice. Na verdade, quanto maior a afinidade, mais sucesso terá o relacionamento,, pois nada é pior que estar 24 horas por dia, debaixo do mesmo teto, com alguém que acredita em valores opostos aos do outro.

Ideia de que opostos se atraem é mito, diz terapeuta sexual

Fernanda Calgaro Especial para o G1, em Londres, 06/06/2011

Ideia de que opostos se atraem é mito, diz terapeuta sexual. Especialistas dão dicas para manter relacionamentos. Para professora, relacionamento 'não tem nada de místico'.

"Os opostos se atraem" é um ditado antigo o suficiente para parecer eterno. De acordo com especialistas, a frase famosa pode não passar de um lugar comum, ainda mais se comparada aos efeitos da similaridade e da proximidade sobre os relacionamentos.

"Tendemos a escolher quem está por perto, parecido com a gente. Achamos que é coisa do destino, que somos o 'Sr. e a Sra. Perfeitos um para o outro', quando, na verdade, estamos mais para o 'Sr. Conveniente' e a 'Sra. Ali na esquina'. Não tem nada de místico", afirma Meg Barker, terapeuta sexual e professora de psicologia da Open University, na Inglaterra.

Do ponto de vista antropológico, a ideia é semelhante. "Não existe instinto nem predestinação genética ou biológica quando escolhemos um parceiro. O que existe é uma adaptação necessária de acordo com o ambiente e a situação econômica", explica Volker Sommer, antropólogo especializado em reprodução sexual e professor da University College of London (UCL). Diante de um público de cerca de 150 pessoas, os dois especialistas participaram de um debate no Museu de História Natural, em Londres, na sexta (27), sobre por que certos relacionamentos duram e outros não.

Mesmo com os altos índices de infidelidade, separação e divórcio, além de muita gente vivendo sozinha, adoramos um romance, a ideia de um relacionamento, de uma história de amor, segundo Meg. "Há quem diga que os relacionamentos amorosos são a nova religião, que nos dão um sentido de identificação, de pertencimento. Mas é um paradoxo: queremos pertencer, mas queremos manter a nossa liberdade num relacionamento. É aí que entra o conflito."

Não à toa damos tanta importância a 'dicas' alheias, segundo a terapeuta. É só olhar as revistas, com regras para conquistar alguém, regras para manter um relacionamento, regras para o sexo perfeito. "Somos encorajados a mostrar uma imagem perfeita e colocamos uma expectativa muito grande em cima do outro também. A frustração vem quando nos damos conta de que estamos lidando com uma pessoa real, com virtudes e vícios." Ou quando há uma quebra do acordado entre as partes, ou seja, alguém pula a cerca.

A falta de comunicação e diálogo entre o casal é a principal causa do fim de um relacionamento, aponta Meg. "Quando começamos a quantificar: 'eu fiz isso tantas vezes e você não', é o indício de que não está funcionando, porque não estamos mais pensando no parceiro como uma pessoa livre que tem os seus desejos e sonhos." Sommer concorda: "São dois indivíduos com interesses que nem sempre batem. Nós fazemos compromissos e o segredo é tentar ser feliz dentro desse compromisso."

Evolução

A nossa sociedade, por uma questão cultural, determina que os nossos relacionamentos sejam monogâmicos, isto é, envolvam apenas duas pessoas. Leis, inclusive, proíbem a poligamia, quando há mais parceiros no meio da história. "Só que, apesar de defender a monogamia, a sociedade só mantém a aparência, pois ela é secretamente não monogâmica. Basta ver a quantidade de casos extraconjugais e de infidelidade", argumenta Meg.

No início da evolução dos primatas, explica, havia mais liberdade sexual. Sem estratificação, tanto as fêmeas quanto os machos se relacionavam com quem quisessem. Quando desenvolvemos o cérebro maior do que o dos nossos ancestrais, houve uma mudança de comportamento. "O cérebro representa apenas 3% do peso do nosso corpo, mas consome 20% da energia que produzimos. Isso significa que precisamos de comida de boa qualidade. As fêmeas já não davam conta de conseguir comida para manter o seu metabolismo e o do bebê e, então, passaram a depender do macho. "Só que, apesar de defender a monogamia, a sociedade só mantém a aparência, pois ela é secretamente não monogâmica. Basta ver a quantidade de casos extraconjugais e de infidelidade.", diz Meg Barker, terapeuta sexual e professora de psicologia.

Para que a coisa fluísse bem, as fêmeas precisavam cooperar. "Numa sociedade de macacos, as fêmeas sincronizam o seu ciclo menstrual. Todo mundo menstrua, fica fértil e infértil simultaneamente. A competição entre os machos acaba, porque eles não correm nenhum risco de perder parceiras e, assim, podem sair juntos para buscar alimento", diz Sommer. "A comida servia de moeda de troca para obter sexo. As mulheres podiam usar a sua fertilidade para trocar sexo por carne para si e o seu bebê. E os homens estariam mais propensos a isso se tivessem a paternidade garantida."

Uma grande mudança aconteceu quando surgiu a agricultura, entre 13 mil e 15 mil anos atrás. "Os machos passaram a controlar a sexualidade e a fertilidade das fêmeas. Virou uma sociedade patriarcal. Para atrair as fêmeas, os machos mantinham uma área confortável, com alimentos. Então, era basicamente o cara rico dizendo: 'fique comigo porque tenho muitos recursos'. Ou era assim ou era na base da força. Aquele que não tivesse muitos recursos lutava com os adversários para conseguir a fêmea."

Tamanho físico

Em sociedades de macacos, o tamanho físico ajuda a definir o tipo de relacionamento. Sommer explica que uma fêmea e um macho com o mesmo tamanho têm grande predileção pela monogamia. Exemplo são os gibões, os únicos macacos monogâmicos: escolhem um(a) parceiro(a) e ficam com ele(a) até o fim. Se um macho for muito maior do que a fêmea, como os gorilas, a tendência é de poliginia (quando um macho se relaciona com mais de uma fêmea). "Se olharmos para os humanos, os machos são 20% mais altos e mais pesados que fêmea, ou seja, sem grande diferença. Você até pode querer ter mais mulheres e querer sair lutando contra os concorrentes para conseguir mais algumas. Mas não dá, você não é um gorila", brinca.

Assim como em outras espécies, a aparência física também importa para os humanos. "Quando escolhemos um parceiro, acreditamos que estamos fazendo as nossas próprias escolhas com base nos sentimentos. No entanto, estamos só preenchendo um questionário", afirma o antropólogo Sommer.

Em cartaz até o dia 2 de outubro no Museu de História Natural, a exposição "Sexual Nature" (na tradução livre, "natureza sexual") traz curiosidades sobre como os animais atraem e se relacionam com seus parceiros. O faisão e o pavão, por exemplo, abrem todo o seu penacho para cortejar as suas fêmeas. Há ainda uma espécie de lagartixa que não depende do macho para se reproduzir e leoas que podem ficar insaciáveis durante o período fértil – uma vez, uma leoa foi vista tendo 157 relações sexuais em 3 dias.

domingo, 18 de março de 2012

São Patrick que a abençoe





Ontem foi o Dia de São Patrick, padroeiro da Irlanda, a terra da minha banda favorita, a U2. E porque ontem não me lembrei disso para colocar uma bela - põe bela nisso! - irlandesa, como a magnífica Saoirse Ronan aqui em nosso blogue?

Saiorse é com absoluta certeza é uma das mulheres mais lindas do mundo, de beleza ultra-surpreendente. Camilla Belle deve estar com os dentes rangendo, pois encontrou concorrente à altura. Uau!

sábado, 17 de março de 2012

Leighton Meester: "não vou casar sem amor"

A atriz que faz a Blaire no seriado Gossip Girl é uma das minhas musas favoritas. Ela sempre foi admirada por mim, não só pela beleza física mas também pela sua personalidade que une simpatia, charme e inteligência. Meester, que também é cantora e de bom gosto musical, acaba de dar uma declaração que prima pela coerência. Mais um motivo para dar mérito à admiração dessa bela atriz.

Entrevistada pela Marie Claire, revista da qual ela é capa neste mês, Meester disse que não se casaria com alguém só por gostar um pouquinho e que casamento para ela, só com o amor real e verdadeiro. Sem esse sentimento, nada feito.

Adorei essa declaração, pois Meester mostrou ser uma mulher decidida, que sabe o que quer e que não é submissa nem a modismos nem a instintos.

Comparando a declaração de Meester com o comportamento das brasileiras

A declaração de Meester se torna ainda mais interessante se levarmos em conta que no Brasil, as mulheres, tradicionalmente, desde meninas, são educadas para casar. Casar apenas, seja lá com quem for. Além da questão de (pseudo) moral, há o status social, já que "é feio" a mulher amadurecer sem marido.

E aí, na ânsia de agradar a sociedade, as mulheres idealizam um casamento que possa satisfazer as exigências dessa sociedade. Usam como critérios valores defendidos pela sociedade, escolhendo como pretendente alguém que possam apresentar à sociedade como "meu marido". Isso quando não se casam com o primeiro cretino que tiver estabilidade financeira, mesmo que não ganhe muito. Isso tudo sem o amor verdadeiro, quando muito através de uma leve paixão material.

Mas isso está mudando e já se observa em garotas nascidas a partir da segunda metade dos anos 80 uma menor preocupação com o casamento como afirmação social. Estas jovens, já começam a entender o verdadeiro valor de um relacionamento.

Talvez isso ocorra baseado na observação do fracasso nos relacionamentos das mulheres de gerações anteriores, estas ainda fiéis ao "dogma" do casamento obrigatório.

Esperamos que a declaração de Meester (nascida em 1986), influência para as jovens que assistem ao seriado que a consagrou, possa ajudar estas jovens em processo de esclarecimento, a refletir ainda mais sobre a importância de um casamento bem escolhido. A boa vontade delas em negar antigas crenças sobre o casamento já é um ânimo para a evolução mental dessas meninas.

Casamento, só com amor

Como forma de dar o nosso apoio a bela declaração da bela e sensata Leighton Meester, citamos o que Allan Kardec comentou, baseado nas orientações dos espíritos, em suas pesquisas de codificação da doutrina:

"Mas nem a lei civil, nem os compromissos que ela determina, podem suprir a lei do amor, se esta não presidir à união. Disso resulta freqüentemente, que aquilo que se uniu à força, por si mesmo se separa, e que o juramento pronunciado ao pé do altar se torna um prejuízo, se foi dito como simples fórmula. São assim as uniões infelizes, que se tornam criminosas. Dupla desgraça, que se evitaria se, nas condições do matrimônio, não se esquecesse à única lei que o sanciona aos olhos de Deus: a lei do amor. "

É isso, aí Leighton Meester. Por essa e outras que nós te amamos cada vez mais.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Direito de ser feliz ou direito de ser ridículo?

Toda vez que questiono alguém que se diverte de maneira cretina, aparece sempre outra pessoa a defendê-lo, sempre com o mesmo argumento: "deixa ele ser feliz". Não reajo, mas quieto, no meu canto me ponho a pensar: isso é felicidade?

O que é felicidade? Essa deve ser uma daquelas perguntas que nem o mais dedicado cientista conseguirá resolver. Talvez seja melhor que respondamos de maneira subjetiva, quase mitológica.

Mas daí a crer que para ser "feliz" tem que apelar para a ridicularização aí é fugir do bom senso.

Por isso que a cultura está entrando numa decadência sem freio: a mediocrização imposta a ela nos últimos 20 anos está fazendo com que a ridicularização seja legitimada como "arte", "cultura" e "manifestação de felicidade". Ser feliz e espontâneo se tornou sinônimo de ser ridículo.

Agir como retardado, empinar o traseiro, cantar músicas com letras imbecis berrar, fazer caretas, tudo isso está sendo superestimado e legitimado como expressão popular e manifestação de alegria. Não consigo concordar com isso.

Eu não digo que todo mundo deveria ficar sério. Mas dá para ser alegre sem ser ridículo. Entre dois extremos existe o meio termo. O que acontece que ninguém consegue enxergar esse meio termo.

Ser patético não pode ser considerado como manifestação de alegria e sim como atestado de idiotice, de falta de noção. A felicidade que eu, particularmente, sinto dentro de im, nada tem a ver com essa ridicularização.

As pessoas deveriam perceber que, onde há fumaça, há fogo: se alguém que se diverte está constantemente sendo criticado por sua postura, é porque ele está sendo realmente ridículo.

O bom senso, a lógica e a coerência é que devem ser postos em ação para que possamos perceber quando e como alguém, está sendo ridículo em sua "manifestação de alegria".

Pois dá para ser feliz sem ser idiota. As duas coisas são muitíssimo diferentes.

terça-feira, 13 de março de 2012

A cultura não pode evoluir através da ignorância

Alguns intelectuais e setores da mídia estão eufóricos com a participação do povo pobre na produção cultural de nosso país. Uma produção, diga-se de passagem, tosca e equivocada, observada pela baixíssima escolaridade e no pouco discernimento demonstrado com as confusões feitas com as informações que recebe.

Para os defensores da "nova cultura", ou a nova cultura deve ser totalmente separada da intelectualidade ou deve ser considerada a burrice como "nova forma" de intelectualidade, supostamente mais "pura" e sem os "corantes e aromatizantes" de uma verdadeira formação intelectual. Uma pedra bruta que não deve ser polida e que deve ser lançada assim mesmo. Como um concreto qualquer sendo tratado como uma pedra preciosa.

Essa ideia errada de qual rumo a cultura brasileira - e mundial também - deve percorrer está fazendo a produção cultural a gerar produtos cada vez piores, toscos e muitos deles associados a valores duvidosos de todos os tipos.

Mas seus defensores insistem em dizer que a cultura "está evoluindo" e que o que importa é que é tudo novidade e que a cultura continua sendo produzida. Preferível que não estivesse sendo.

A falta de discernimento resultante de uma péssima formação intelectual já causa sérios estragos a cultura nacional. A elite, com pena dos pobres e pensando em estar dando assistência, resolveu dar-lhes estúdios, microfones e câmeras no lugar de qualidade de vida (que inclui educação, instrução e uma formação intelectual - os três não são sinônimos). E aí, a periferia, que não sabe direito quem ela é, resolve mostrar a sua cara.

Cara que não condiz com a realidade de seu cotidiano. Ou são aquelas obras de falsa alegria ou são protestos toscos e cheios de clichés, coisa típica de quem tem o senso crítico bastante atrofiado.

Porque será que todos apoiam a produção cultural feita por representantes dessa periferia? Não seria melhor educar os pobres e tirá-los da miserável condição em que se encontram? Será que "mandar" na cultura serve como indenização para o abandono recebido durante décadas na sociedade em que vivemos?

Muitas perguntas, mas o diagnóstico é um só: a periferia não está pronta para produzir nada. Pelo menos essa periferia.

Antigamente tínhamos pobres mais inteligentes

Em outros tempos o povo pobre era mais inteligente. O mais incrível é que não existia nem internet nem qualquer tipo de mídia que pudesse colocar o povo pobre assim tão em evidência. O que leva a crer que a elite esperou a periferia se emburrecer para depois dar-lhes a voz, impedindo qualquer possibilidade de subversão.

A própria música brasileira, por exemplo, era bem rica no passado, graças a artistas vindo das classes pobres, mas que além da sabedoria natural, nunca foram contaminados com as bobagens que a TV aberta mostrou em décadas mais recentes.

Mas nos últimos anos, com a redemocratização do país, houve a preocupação de evitar o surgimento de possíveis subversivos a questionar os abusos da elite brasileira. daí surge a necessidade de desestimular a evolução intelectual, com uma cultura mais emburrecedora, um sistema educacional cada vez mais chato, complicado e inútil e estimular a submissão à mídia e a regras sociais equivocadas, resultando na ilusão de que com a evolução tecnológica, somos seres prontos e que não precisamos aprender mais nada. Só usufruir.

E assim, caminha a nossa cultura, para uma franca decadência, como um carro sem freio numa ladeira acentuada, o que vai acabar enfraquecendo o nosso povo já fraco, crédulo, acomodado, fascinado por ilusões e que pensa que conquistaremos nossa soberania fazendo o papel de bobos da corte do mundo, com pessoas muito mais evoluídas que nós rindo das bobagens que fazemos e que pensamos ser o máximo de nossa sabedoria.

Pois para mim, não faz sentido ver a cultura "evoluindo" de algo magnífico, como era na metade dos anos 60, para acabar num festival de besteiras imbecis e malfeitas, produzidas por cabeças-ocas paus-mandadas que se acham no direito de guiar as rédeas da nova cultura produzida no Brasil.

domingo, 11 de março de 2012

Porque intérpretes de dance-music quando ficam muito famosos são rotulados de roqueiros?



Pelo jeito ninguém mais rotula o tipo musical pela música. Rotula pelas caras e bocas, rotula pela roupa, pela cara-de-maus que faz nos show e clipes e até pelos escândalos da vida particular. Mas não observa as características do que está ouvindo e nem sabe que tipo de militância cultural está envolvido o intérprete em questão.

O que me deixa encafifado é o fato das pessoas rotularem de roqueiros os cantores e grupos que fazem claramente dance-music ou gêneros similares, como o funk autêntico e eletrônico, que passam a ter grande projeção da mídia. Os leigos pensam que dance-music é música de DJs, onde os cantores quase não mostram a cara. Mas esses aí na foto mostram e muito.

Gente como Madonna, Michael Jackson, Lady Gaga, Justin Bieber, Miley Cyrus, Beyoncé, Britney Spears, Timberlake, Boy Bands, etc., são comumente associados ao rótulo de rock, equivocadamente. Quem entende de música sabe que eles passam bem longe do estilo consagrado por Elvis, Dylan e pelos Beatles. E só analisar ouvindo.

Para piorar, todos os dancers citados usam muitos dançarinos em clips e shows, algo incompatível com o rock, desde os anos 60, após a maturidade do gênero. A única coisa que unia rock a dança é o rock'n'roll dos anos 50, também conhecido como rockabilly e que muitos entendidos de música consideram um gênero à parte, separado do rock. Mesmo assim, os dançarinos só apareciam em programas de TV e pertenciam aos mesmos. Nos concertos, somente os músicos ficavam no palco. E isso foi extinto, após a intelectualização do rock.

Agora, o que essas pessoas achariam se eu dissesse que Paulinho da Viola é roqueiro? Se Chico Buarque é roqueiro? Raul Seixas achava que Luiz Gonzaga era muito parecido com Elvis, inclusive no som. Para mim chamar Madonna, Britneys, Jacksons e Gagas de roqueiros soa muito mais estranho.

Vivemos numa época em que a mídia quer, ou por burrice, ou por maldade, ensinar tudo errado a essa juventude que já odeia correr atrás de informação, sobretudo do passado. Aí a confiança cega nessa mídia acaba gerando muitos equívocos que acabam inclusive distorcendo a percepção daquilo que ocorreu até agora.

Lembrando que rotular alguém de roqueiro nada tem a ver com qualidade musical (em todos os gêneros existem intérpretes bons e ruins, exceto os subgêneros do popularesco, que só tem ruins), não faz ninguém melhor ou pior que ninguém. As caraterísticas do rock são diferentes dos gêneros de dance-music, não cabendo fazer comparações entre um e outro.

Por isso que não valorizo rótulos. Cada um põe o que quer sem analisar as características do suposto rotulado. Daqui a pouco todos irão ser rotulados de tudo e e confusão estará feita.

sábado, 10 de março de 2012

Trote: uma tradição imbecil

OBS: Uma coisa das mais ridículas e que mostra quem nem mesmo os universitários possuem senso crítico e senso do ridículo é vê-los com o corpo pintado com desenhos ridículos pedindo migalhas de moedas como se fossem mendigos. Será que eles não tem firmeza para dizer "NÃO!" para quem os obriga a passar vergonha desta maneira?

E dizer que serão estes imbecis paus-mandados que irão administrar e/ou executar os serviços necessários para nossa sociedade...

Concordo com o que está escrito e foi um achado, um texto importante para ser refletido.

Trote: uma tradição imbecil

Posted 4 hours ago by Antonio Marcos - Blog Testamenta

Caminhando pelas ruas nessa época do ano, é comum vermos cenas típicas - e ridículas - como a de calouros de universidades pintados e pedindo dinheiro aos pedestres, e até nos sinais fechados. A desculpa é a de terem que cumprir uma "meta" de alguns reais para uma "confraternização" no final do dia com os calouros.

Bom, vou logo ao cerne da questão, só pra começar a conversa: vocês querem o meu dinheiro suado para beberem até cair? Ora, porra, mas tinha cabimento essa sem vergonhice!!! Sustentar bebedeira dos outros? Pois sim! Chego a ter vergonha de ter sido universitário, ainda mais de Letras, porque é nas Letras que se encontram as camisas com a cara do Che Guevara, que se encontram os discursos politizados, que se encontram as manifestações políticas (muitas só no discurso também), e NADA SE FAZ FORA DISCURSO DE EFICAZ E RELEVANTE! A não ser, é claro, chopadas e encontros dos estudantes de Letras, onde, é claro, há mais chopadas.

Tenho vergonha, muitas vezes, de ter pertencido a uma universidade onde a leitura, que é a base da transformação social e pessoal, é relegada à obrigação para fins de verificação mensal. Essa é a Humanas que queremos? Um bando de bêbados e alienados andando a esmo pela rua pedindo dinheiro para se embebedar numa confraternização???

Há tanta coisa que se podia fazer nos trotes de construtivo, de RELEVANTE, com responsabilidade social, como doação de sangue, rodas de leitura em creches ou comunidades, uma manifestação pró-leitura, hospitais a serem visitados, principalmente nas alas infantis para contação de histórias, quem sabe até ajuda em canis para animais abandonados? Uma campanha para que não se suje as ruas...

Hoje (Dia 08/03), por exemplo, foi dia internacional da mulher. Eu, pessoalmente, não concordo com esse tipo de institucionalização do respeito alheio, mas, para quem concorda, por que não os diretórios acadêmicos já terem providenciado toneladas de rosas para que os calouros oferecessem às mulheres nas ruas, com um mensagem de um escritor à sua escolha, por exemplo? Há tanto para fazer e, paradoxalmente, tanto discurso em prol deste tanto a fazer e nada se faz.. Ou melhor, faz-se, sim: chopadas.

Para o que há de mais irrelevante há sempre uma grande mobilização, mas, e para o que de fato pode mudar uma meia dúzia de mentalidades e levar conforto a outra meia-dúzia de almas? Não sugiro nada de improviso, sugiro ações coordenadas antes da entrada dos calouros por parte dos diretórios acadêmicos para que, no dia do ingresso dos calouros, tudo já esteja pronto. Mas é muito mais fácil perpetuar uma tradição imbecil de bebedeira com o dinheiro dos outros igualmente imbecis que o dão.

Que haja confraternização? Sim, que haja! Que se beba até cair? Ok, cada um é dono de seu nariz e de outras partes do corpo. Mas por que não confraternizar depois de uma mobilização em prol de algum setor da sociedade que precisa de ajuda? Por que não uma grande chopada depois de uma grande mobilização em frente ao Hemorio?, ou a alguma creche? O que mais me dá pena, não sei se nojo ou revolta, são as mentes abaixo da linha aceitável de sociabilidade, que fazem esse tipo de trote idiota "porque ano passado fizeram comigo, então esse ano vou descontar".

Tenho nojo desses diretórios acadêmicos inertes, parasitas, imprestáveis cuja única função é promover nada! E tenho muita pena da sociedade em geral, porque a sociedade espera, principalmente dos centros de promoção do pensamento, de criação e iniciativa de mudanças sociais, como um campus de Letras, exatamente essas mudanças.

Mas as mudanças não vêm, não vem porque estão afogadas no álcool da estupidez, do egoísmo e da falta de visão comunitária. Cansei de ver discursos sobre revolução, sobre comunismo, sobre opressão dos ricos, sobre corrupção de governantes, sobre didatura e censura na informação e, quando essas mesmas pessoas que fazem esses discursos vazios têm a chance de mostrar que podem fazer a diferença através de suas ações, mesmo que pequenas ou pontuais, mas que são ações EFETIVAS, nada fazem, preferem organizar trotes constrangedores, envolvendo coerção de simulação de atos sexuais, bebedeiras...

Acho que, quem quisesse, afinal, são jovens, poderia tranquilamente fazer tudo isso, mas não APENAS isso. Se isto é o que tem saído dos nossos centros universitários de ciências humanas, então temos mesmo o país que merecemos e a sociedade em que vivemos. Tenho vergonha e pena de vocês, universitários, mas, felizmente, não de todos vocês, porque ainda vejo movimentos de resistência cultural à tradição do ignóbil e do hedonismo porco, burro, lamentável.

quinta-feira, 8 de março de 2012

A decadência das mulheres vulgares

É só ligar a TV ou conectar a internet que vemos a velha mídia empurrar musas sem conteúdo, cuja única função é satisfazer os instintos primitivos de machões muito mal instruídos, que ainda acreditam nos velhos valores da sociedade.

Mas isso está mudando, pois a maior parte dos homens já demonstra desinteresse e até nojo desse tipo de mulher, que simboliza tudo o que o decadente machismo espera delas.

Musas vulgares como as "mulheres frutas", as BBBs, as Paniquetes, dançarinas de grupos popularescos, popozudas e qualquer tipo de mulher que só quer expor os corpos, sem fazer nada de relevante à cultura ou à sociedade, caracterizam esse tipo de mulher cada vez mais desprezado pelos homens, cada vez mais exigentes com o que querem levar para a sua vida afetiva.

Muitas dessas musas vulgares estão sozinhas. Ou se não estão, normalmente se casam com homens de baixa escolaridade ou de profissões menos prestigiadas. Homens bem sucedidos nunca se casam com mulheres como essas. Mas deveriam. Pois nada melhor para um "homem de negócios" ter que aturar uma mulher tão chata quanto ele.

O machismo pode estar caminhando para o seu fim

Os homens, em sua maioria, ultimamente tem se livrado de alguns defeitos machistas. Tornam-se mais sensíveis e já querem participar mais da vida familiar, incluindo a participação na educação dos filhos, algo que muitas gerações de homens e recusou a assumir.

Esse desprezo às mulheres vulgares - que não se consideram como tal, se auto rotulando com o eufemístico rótulo de "mulheres sensuais" (para mim, sensualidade é outra coisa, nada a ver com a vulgaridade dessas distintas "senhoritas) - representa um sinal de que os homens querem mulheres que mereçam mais carinho e respeito, que possam ser mais inteligentes e que possam oferecer alguma lição de vida aos companheiros,ajudando-os a crescer no caráter e na sabedoria. Pois, hoje, os homens não querem só ensinar, mas querem aprender também. E muito.

Essas musas vulgares, que só sabem empinar os traseiros feito vira-latas no cio, representam a decadência social que deverá desaparecer com a evolução da espécie humana, algo que estará acontecendo bem rapidamente nos próximos anos. Musas vulgares e vazias serão cada vez mais ignoradas - já são até por broncos jogadores de futebol que, mesmo sem ter sequer o primário, já começam a saber o que querem da vida, já que são rodeados por assistentes que os orientam para a vida - e acabarão tendo que mudar de função, se isolando diante de um fogão doméstico ou um tanque de lavar roupa, já que não encontrarão mais quem esteja disposto a assistir o seu showzinho ridículo de prazeres vazios.

O Dia das Mulheres não é dedicado às musas vulgares

Ah! O dia de hoje é dedicado as mulheres decentes, que sabem o que quer e passam longe dessa vulgaridade sem nexo defendida por um bando de vulgares que só desonram essa batalhadora multidão que representa o sexo forte conhecido como mulher.

Parabéns a todas que passam longe da vulgaridade e se esforçam para crescer como pessoas.

Quanto às vulgares, a data de hoje não é para elas. Definitivamente.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Existem modelos e "modelos"

Vocês já perceberam que as boazudas , aquelas que vivem de mostrar o corpo, vivem se auto-rotulando de "modelos", na falta de definição para aquilo que elas fazem?

Na minha opinião, modelos, são aquelas que são vistas nas passarelas, nas revistas e anúncios de moda, etc. A função dessas modelos é de servirem de "cabide" ou de "molde" para a divulgação de roupas, calçados, jóias e cosméticos. O público alvo deste tipo de modelo é o feminino. Elas apenas são como mostruários vivos para determinados produtos de beleza. Exemplos na atualidade: Gisele Bundchen, Adriana Lima, Alessandra Ambrósio, Cíntia Dicker, Rachel Zimmerman, e similares. São cultuadas por homens não-machistas (como eu, fã da beleza sessentista de Cíntia Dicker).

E as outras "modelos"? Acontece o contrário: elas são o produto. Servem apenas para aticar a líbido de machos viciados em sexo. Tá na cara que o público é masculino. Exemplos na atualidade: Solange Gomes, Joana Machado, Lucilene Caetano, Nicole Bahls, Piu Piu Panicat, Valesca Popozuda, Juju, Rainha do bumbum, Frutas, BBBs e ex-BBBs e similares. Conhecidas como "boazudas", estas são cultuadas principalmente por homens machistas. Símbolos da vulgaridade e do "não ter algo melhor a fazer".

Espero ter esclarecido a confusão. Acho melhor arrumarem outro rótulo para o segundo tipo.

terça-feira, 6 de março de 2012

Como os machos atraem as fêmeas?



Um menininho muito curioso foi procurar saber como os machos arrumam as suas fêmeas.

Primeiro perguntou ao pavão:
- Ora, eu abro a minha bela cauda e elas ficam fascinadas. - diz o pavão.

Perguntou à cigarra-macho:
- Eu canto bem alto para que elas ouçam e possam se chegar até a mim.

Perguntou ao pássaro-cetim:
- Construo um ninho maior e mais bonito e se a fêmea gostar, fica comigo.

Perguntou ao camundongo:
- Simples. Eu choro e a minha lágrima atrai a fêmea.

Perguntou ao cachorro:
- Ora, solto o meu perfume e as fêmeas aparecem!

E perguntou também a um homem adulto que passava por perto:
- Ora, eu abro o meu contracheque, a levo no meu carrão e pago um jantar bem caro. Isso nunca falha.

Depois dizem que o homem é um animal superior...

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