sexta-feira, 30 de julho de 2010

Playboy com Cléo Pires terá duas capas



A edição de aniversário da Playboy, que trará a estonteante Cléo Pires terá duas capas. Particularmente adorei ambas, só que gostei mais ainda da de fundo branco, por ser mais criativa.

Se eu comprar será a de fundo branco. Mas isso é preferência minha.

Escolham a sua.

Sting lança versões eruditas de suas composições

Há muito tempo Gordon Matthew Sumner, vulgo Sting, um dos melhores compositores da s décadas de 70 e 80, vem dando sinais de crise de criatividade. Desde The Soul Cages, de 1991, o velho Sting, que arrebanhou muitos fãs, graças a suas composições para o The Police, que é uma de minhas bandas favoritas, ou para os primeiros álbuns da carreira solo, desapareceu, não tendo dado as caras.

Sting tem feito discos cada vez mais medíocres e nos últimos anos, resolveu lançar apenas discos eruditos, rompendo a longínqua parceria com a gravadora A & M (atual Interscope) e assinando com o tradicional selo de música erudita Deutsche Grammophon, braço alemão da mesma Universal Music que controla a Interscope. Mas a adesão do cantor que começou quase punk ficou estranha na música erudita.

Até o modo de cantar mudou. Parece que ele desaprendeu a cantar, como uma pessoa comum que canta no chuveiro, o que se nota no novo álbum (de regravações). Enquanto seus companheiros de Police continuam com carreiras solo cada vez melhores, Sting não consegue retomar a qualidade de seus tempos áureos. O mais próximo disso ocorreu nas apresentações ao vivo de retorno do Police, em 2008. Sting tinha voltado a cantar bem. Os fãs ficaram esperançosos. Parecia que Sting poderia enterrar a fase ruim de sua carreira solo.

Que nada. Ao extinguir (ironia?) novamente o Police, ele apenas sofisticalizou a mediocridade optando por não compor mais canções inéditas, já que seus outros discos eruditos são gravações de composições de tempos medievais.

Sting chegará aos 60 anos no ano que vem, tornando definitivamente um idoso. Mas pelo que se ouve neste e em seus álbuns anteriores mais recentes, a velhice já tinha chegado mais cedo para o ex-Police. Triste.

Uma pena saber que o criador de tantas canções magníficas fosse acabar desta maneira, tão decadente. A velhice não justifica nenhuma queda de qualidade musical. Mick Jagger está aí para provar isso. Talvez o vovô Gordon tenha que aprender muito com Jagger. E como!

Aqui vai a faixa que abre o cd. Tirem suas conclusões. Eu já tirei as minhas.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Mick Jagger poderia ser padrinho do casamento de Hilary Duff

Um casamento que poderia também ter Mick Jagger como padrinho é o de Hilary Duff. Bom, ela não está noiva de um profissional liberal. Pior: ela está noiva de um esportista brucutú, o jogador de Hoquéi Mike Comrie.

Como é que uma garota linda, graciosa, charmosa, inteligente e de bom gosto vai ficar noiva de um cara que ganha - muito - dinheiro, dando murro em adversário? É um daqueles - muitos - casais que os membros nada tem a ver com o outro. Como comparação, seria como se uma mulher graciopsa como a Gabriela Duarte tivesse se casado com algum jogador de futebol bronco, desses que existem muito no Brasil.

E o que eu tenho a ver com empregadinhas, manicures e similares? Querem que eu faça parte de mais um casal infeliz? Nada contra elas, mas não existe afinidade entre eu e esse tipo jeca de mulher. Não namorá-las é desejar a felicidade delas. Felicidade que seria totalmente cancelada no relacionamento, graças a falta de afinidade.

Muitos acreditam naquela cilada de que "os opostos se atraem". Mas muitos casamentos acabaram justamente por ter envolvido gente que caiu nessa verdadeira lorota.

Tenho absoluta certeza que a afinidade é o maior responsável pelo sucesso de um relacionamento. Se relacionamentos sem afinidade estão durando, pode crer, é por puro interesse material (financeiro ou não).

Mike Comrie, chame o seu xará (Jagger também é Michael - não Maicon - da mesma forma que Comrie) para ser padrinho, para depois você ficar tranquilo com suas cachorras!

E deixe a Hilary Duff com cavalheiros de verdade. É o que ela merece!

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Disco que impulsionou decadência do rock brasileiro completa 15 anos

Geralmente a gente comemora aniversários agradáveis quando falamos em lançamentos de discos. Mas hoje faremos diferente. Vamos comemorar algo desagradável. Nesta semana completam-se os 15 anos de lançamento do único álbum de carreira do grupo humorístico-brega Mamonas Assassinas, que rompeu a fronteira entre a cultura jovem e a "cultura" brega, curtida pela ralé de baixa instrução.

Tudo bem se os Mamonas, mortos num acidente aéreo em pleno auge do sucesso, ficassem limitados ao humor. O humor deles também era ruim, mas pelo menos servia para justificar a existência do grupo. O que incomoda é que eles foram levados à sério, principalmente pelas classes mais baixas e com pena destas, outras classes decidiram romper a fronteira que separava o que era válido e o que era ridículo na música. Os jovens passaram a curtir a música brega, tão ridicularizada (com justiça) pelos jovens de gerações anteriores.

E não é só. O rock brasileiro, além de cair numa impopularidade que crescia sem freio, acabou por gerar um monte de bobagens que contribuíram para a decadência do gênero, começando por cretinices como Baba Cósmica, Velhas Virgens, Virgulóides, passando por Charlie Brown Jr., Raimundos, CPM 22 e descambando no NX Zero, Fresno e nos Restarts que estamos cansados de ouvir.

Os Mamonas acabaram morrendo. Mas como bactérias, cada integrante se dividiu e virou uma banda, que repetiu a divisão até se tornar no cenário decadente do rock, tranquilizando as classes dominantes, já que não haveria mais a salutar rebeldia das letras conscientizadoras.

A música brega e o rock ruim mantém até hoje a juventude em inércia total. Hoje os jovens brasileiros não querem melhores condições de vida muito menos acabar com a corrupção e as injustiças sociais em nosso país. Só querem o brega troglô-soft do Neymar na "seleção" e a taça do hexacampeonato em uma estante na CBF. Para os bestas, isso já significa felicidade.

Que estrago os Mamonas fizeram! Eles morreram fisicamente, mas não se esqueceram de antes assassinar a criatividade, a arte, a lógica e principalmente, o bom gosto.

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NOTA: Repararam que o estilo de humor dos Mamonas é exatamente o mesmo do Pânico na TV? Besteirol vazio e sem sentido (além de sem graça) para as pessoas rirem sem motivo, tirando seus cérebros da cabeça e colocando em um copo d'água, feito dentaduras fora de uso. Por isso que muitos gostam desse tipo de humor. Pessoas de mau gosto sofrem quando tem que ativar seus cérebros.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Até parece maldição



No país do "patriotismo" futebolístico, da música brega e dos políticos corruptos, é mais do que comum o costume de que ótimas e excelentes idéias vão direto para o fundo do poço, já que o Zé Poveco só se interessa pelo que é rídiculo, ruim, fútil e inútil.

O povo brasileiro é tradicionalmente chegado mais a programas que exijam menos do cérebro e que não rompam com valores, costumes e características consagradas há muito tempo. Brasileiro detesta mudanças radicais.

No último domingo, foi ao ar o último episódio do excelente seriado SOS Emergência. E pelo que pude perceber no último episódio sobretudo, a atração ainda tinha muito o que contar. É um seriado que possibilita uma variação enorme de tramas e muita criatividade. Dava para pelo menos mais 5 temporadas em um ano inteiro cada.

Mas o ingrato horário (custava pelo menos mudar o horário, só para "testar"?) e o formato americanizado (apesar da adaptação à realidade brasileira, era impossível não se lembrar de Scrubs ou do francês H) não agradaram o público brasileiro, que preferiu o besteirol sem sentido e sem graça do Pânico na TV, que competia no mesmo horário.

O interessante é que com o fim precoce e equivocado do seriado, percebi um detalhe. 4 atores dele estiveram juntos em uma novela que além de fugir dos padrões desejados pela população chegada a um mau gosto, teve fim apressado por motivos parecidos. E o diretor do seriado é filho de um dos principais atores da mesma novela.

A estória se repete

A novela Bang Bang inovou por contar uma estória de faroeste, com personagens americanos e ambientada no Oeste dos Estados Unidos. Tinha tudo para ser a primeira novela destinada quase exclusivamente ao público masculino. Era bem criativa e movimentada. Não sou chegado a novelas, mas eu não queria perder um capitulo de Bang Bang e quando perdia, me chateava.

Era uma novela bem criativa, muito bem escrita pelo escritor Mário Prata. Mas como a audiência esperada fracassou (boa parte do público alvo chegava em casa do trabalho na hora da novela e ao chegar, ia direto para o banho e jantar,sentando na TV depois que a mesma terminasse), a novela foi entregue a outro autor, Carlos Lombardi,que acabou com a qualidade artística da novela, transformando-a num besteirol de galãs descamisados, já visando o público feminino, já acostumado com novelas no horário. Além disso, a novela ganhou uma aceleração nas tramas, consequentemente apressando seu fim.

Quatro atores de SOS Emergência estão passando novamente pela experiência de ter uma excelente obra abreviada injustamente: Bruno Garcia (Ben Silver na novela e Dr. Wando no seriado), Ney Latorraca (Aquarius Lane/ Dr. Solano), Marisa Orth (Úrsula/ Dra. Michelle) e Fernanda de Freitas (Cathy/Dra. Evelyn - que tinham em comum a sem-gracisse ausente na bela atriz). Além disso, o diretor do seriado, Mauro Mendonça Filho, pelo que o nome já diz, é filho do ator que fez Paul Bullock na novela, Mauro Mendonça.

Chato para esses atores passarem pela segunda vez por uma mesma situação desagradável, imposta por uma mídia cada vez mais mercenária e manipuladora, que despreza boas obras e mantém as inúteis para que a massa sem cultura se sinta falsamente aculturada.

Assim como Bang Bang (como era até a metade) deixou saudades, o SOS Emergência também fará muita falta. Vivemos num país que odeia criatividade. E que só quer bola na trave. E só.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Legião Humilhada - CDs da Legião Urbana são relançados sem as capas originais

Eu reclamei em outro tópico que estava sumindo o cd As Quatro Estações das lojas, mas outros títulos também estavam sumindo aos poucos, como o Dois que estava ficando difícil de achar. Agora eu descobri o porque do sumiço. E a resposta veio como uma coronhada na cabeça.

Encontrei hoje mesmo, nas Americanas, toda a discografia da Legião Urbana relançada, em cópias novas e com preço bem barato. Até aí, uma beleza. Quando eu vi, levei um susto. Ou melhor, como fã da banda, me senti ofendido, esculhambado. Toda a discografia apareceu naqueles horrendos digipaks de cartolina, sem contracapa, sem encartes, e sem qualquer esmero estético. Pior, o álbum Dois foi relançado como nos primeiros cds antes da remasterização, com a horrenda capa de cor marrom-cocô e logo pequeno, soando armengue.

Eu coleciono cds e por isso prefiro comprar para valorizar a estética, já que cuido bem de minha discoteca e admiro todo o trabalho gráfico de cada álbum. Se for para desprezar estética, desprezo de graça, baixando em programas P2P. Já que valorizo a estética, quero comprar uma cópia completa, bonita, bem cuidada.

O que a EMI fez foi uma safadeza sem vergonha, uma ofensa aos fãs, reduzidos aqueles fãs inertes (que só cultuam modismos), que costumam não ter o menor esmero na hora de guardar seus discos, jogando em cada canto, amassando capas, riscando discos, etc..

O pior que a maioria dos sites da internet achou ótimo o relançamento em digipak. Devem ser sites feitos por gente que faz panqueca usando cds como frigideira ou toma cerveja usando os mesmos como porta-copos e adora usar capas como blocos de anotações.

Em época de mediocrização cultural, não precisavam incluir a querida Legião nessa roubada toda.

Fico aqui aguardando a EMI a relançar os cds como estavam na época da remasterização, desde 1995 até há pouco tempo atrás. Aqueles sim, eram cópias dignas de colecionador.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Mestre morre 20 anos depois do discípulo

Desencarnou hoje, Ezequiel Neves, jornalista, produtor e compositor, conhecido por ter descoberto o Barão Vermelho e ter sido um dos principais parceiros de Cazuza.

Ezequiel tinha 75 anos e era um especialista em rock, tendo inclusive escrito sobre vários assuntos do gênero em diversas revistas e jornais. Ele foi o principal responsável pela contratação do Barão Vermelho pela Som Livre, gravadora administrada pelo pai de Cazuza, João Araújo.

Ezequiel era outro setentão jovial. E foi muito importante para a divulgação do rock brasileiro nos anos 80. Era um cara de vasta cultura e conhecimento no gênero, um dos maiores conhecedores de Rolling Stones no Brasil. Por causa disso era apelidado pelos amigos de Zeca Jagger.

Uma pena Ezequiel ter morrido. Mais triste ainda por ter falecido na data de lembrança dos 20 anos de morte de seu maior discípulo e grande amigo. O rock brasileiro está triste hoje. Principalmente eu, que cresci ouvindo o rock nacional dos anos 80.

Ezequiel, já estamos com saudades! Tchau amigo! E vá ver o nosso querido Cazuza. A festa deve estar boa aí no plano espiritual!

No Ritmo das 70 Batidas de Ringo Starr

Hoje é um dia muito feliz para quem gosta de boa música. Boa, não, excelente música! Richard Starkey, o nosso querido Ringo Starr, o homem que estava por trás das baquetas nos grandes clássicos dos Beatles, chega hoje aos 70 anos, cada vez mais alegre e jovial. Para quem não sabe, o bom humor é marca registrada desse grande músico que ajudou a temperar ainda mais a perfeita "cozinha" da banda.

Starkey era também excelente compositor e ótimo cantor, com uma bela voz grave. teve uma carreira solo meio ignorada pela mídia, mas de grande qualidade musical. Claro, todos os Beatles são grandes compositores, de gênio para cima (quando eu disse que meu solo favorito era McCartney, era apenas uma questão de preferência pessoal. Quanto a valor cultural, todos se igualam) e não iriam chamar Starkey se ele não fosse genial.

Apesar de ser o mais velho da banda, Starkey sempre marcou sua personalidade por um bom humor e uma jovialidade dignos de um adolescente, somadas a esperteza e a sabedoria que a maturidade faz enriquecer ainda mais. Tenho absoluta certeza que se Starkey me conhecesse pessoalmente ele seria um grande amigo meu.

Por isso mesmo, feliz aniversário, amigo Ringo! São 70 anos de pura alegria e boa... excelente música. Um cara que recomendo a todos para admirar e curtir. Um grande adolescente que completa sua 7ª década totalmente em forma e ainda trabalhando. Ele está preparando material novo e com certeza teremos coisa boa vindo aí.

Parabéns Ringo! Que você possa viver mais 70 mil anos luz, com sua alegria e sua música!

sábado, 3 de julho de 2010

O direito de ser alienado

OBS: O texto que vocês irão ler é fictício, criado por mim. Mas é uma síntese do pensamento que passa nas cabeças de todos os alienados que privilegiam futilidades e esperam a redenção para suas vidas, vindo dessas mesmas futilidades.

Criei um personagem fictício e posto aqui como se eu tivesse recebido um recado ofensivo dele. É na verdade um resumo de vários tipos de defesa de pontos de vista conservadores e ignorantes. Alguns aspectos já foram relatados em mensagens horríveis que recebi aqui e tive a ética de não publicar.

Caracterizo o personagem como favelado só para dar ênfase à falta de instrução escolar e ao estilo de vida. Lembrando que nada tenho contra pessoas que moram em favelas. Existe gente inteligente e educada que mora nelas, por não ter outra oportunidade na vida. Mas são exceções. Infelizmente, temos que reconhecer que a maioria dos moradores não se caracteriza por uma inteligência bem desenvolvida, até por não ter tido quem orientasse ou desse condições para obtê-la. Mil perdões para quem se sentir ofendido com a hipérbole.

Com vocês, um ignorante zangadinho esculhambando o meu blog.

O direito de ser alienado

Por Cauê Pereba - "recebido" em 03/07/2010

Eu gostaria de saber onde você estava com a cabeça quando criou esse maldito blog. Você tem raiva das pessoas, é? Não sabe respeitar quem está de bem com a vida? Porque você não está de bem com a vida? Saiba que a maioria sempre está com a razão. Claro! É como nas eleições, quem ganha é quem foi votado pela maioria, certo? Então é a maioria que está certa! Entendido, seu viado?

Aliás, falando nisso, quero deixar claro que adoro empresário. Você me chama de direitista? Direita é você. As ideologias acabaram. Sou do povo, da democracia, não quero saber quem é isso ou aquilo. Empresário é trabalhador, sim! Você odeia empresários só porque eles ganham um pouquinho mais que voce? Ora, vá trabalhar e lute para ser como eles! Eles são gente boa, que sofrem muito para manter suas empresas em pé.

Ah, e adoro a Rede Globo! Você é um imbecil? Como é que a opiniãozinha de um reles blogueiro pode desafiar as lições sábias de uma empresa com mais de 40 anos de existência, que contrata os melhores profissionais do país? Você está errado! A Globo deu um show de jornalismo na copa, principalmente nas tacadas certeiras de Tiago Leifert e do grandioso e imortal Galvão Bueno, que é o meu chapa. Não sei porque chamam esses dois de chatos. O jornalismo deles é descontraído e animou a torcida. FALA, GALVÃO!!!! Pena que o Brasil não levou mais essa. Temos os melhores jogadores do mundo e o infeliz do Dunga não os chamou. Ele é que é filha da puta, junto com você e seu maldito blog. Voce é um infeliz, Marcelo!!!

A minha pátria adorada perdendo por causa de uns infelizes. Eu amo meu país! Dane-se se tem miséria e corrupção! Importante que no futebol ele é IMBATÍVEL! IM-BA-TÍ-VEL, escutou? Não tem para ninguém! Podem morrer de fome, podem roubar e até me matar! Amo o meu Brasil, que é representado por essa seleção sempre maravilhosa e pelo povo que enche as ruas com sua alegria verde e amarela. Sujou as ruas? Desde quando enfeitar a minha rua com as cores de MEU PAÍS é sujar? Ricardo Teixeira, quem é Ricardo Teixeira? Quem comanda a seleção é a torcida e e só ela, SOMENTE ELA, pode fazer com que sejamos campeões. Se o Dunga tivesse escutado a torcida teria ganho.

Jogadores ricos e analfabetos? De onde você tirou isso, cara? Os caras são pobres, humildes, vieram da favela e a genialidade deles está no pé. Não precisam de livros. Aliás odeio livros. Um monte de papel que não serve para nada. Puro desperdício! Já futebol não. A seleção é o MAIOR PATRIMÔNIO DE NOSSO PAÍS e o dia em que todo o território do país for destruído e só sobrar a seleção, posso ficar tranquilo, que o MEU BRASIL ESTARÁ SALVO.

Mas pena que perdeu. Você deve ter feito a maior urucubaca. Você e aquele tal de Mico Jegue. Mico Jegue! Só pode ser jegue mesmo. Que cantorzinho ruim! O que ele canta gente não entende. Depois dizem que canta bem. Eu detesto rock. Musica de ignorante. Todo roqueiro canta enrolado por causa das drogas. Tudo maconheiro! Fodam-se os roqueiros! Cantor mesmo é o cara do Rebolation, o Léo do Parangolé. A genialidade impar dele fez criar uma canção que é sucesso nacional, na boca do povo. Poeta o cara.

O povo é que sabe curtir. Temos grandes cantores na atualidade: Ivete Sangalo, Claudia Leite, Alexandre Pires, Maicon Jackson, Belo, Créu, Padre Fábio (benção, meu padre!) Popozuda, Lacraia, Chicletão, Chitãozinho, Calypso, Calcinha, Luan Santana e o inigualável Exaltasamba. Aliás fiquei puto com os holandeses! O Exalta já ia fazer a trilha do hexa, que já estava certo. Seria um musicaço! Fiz até uma placa já com a vitória de 2010 prontinha.

Filhas da puta! Essa copa foi comprada! A vitória do Brasil era uma certeza! Mico Jegue desgraçado! Canta mal e ainda faz os outros perderem! Dunga filha da mãe! Neymar! Meu grande gênio de tenra idade! Menino de ouro! Venha nos salvar com sua sabedoria pura do povo da favela, sem corantes e aromatizantes. Escola é engodo. A favela é a verdadeira professora!

Aliás o grandioso Neymar teria feito a nossa nação ganhar esse hexa. Um cara que tem bom gosto, gosta de pagode, verdadeira música das ruas, saboreia uma deliciosa cerveja. Quem não gosta de cerveja? Somente um imbecil carola para não gostar da bebida MAIS DELICIOSA de todas. Gosta de groselhina, de matinho, Marcelo? Matinho é bebida para viados como você. Vai dar seu cú para o Mico Jegue e pare de escrever bobagens neste blog!

Tenho o direito de ter a verdadeira sabedoria da alienação. Sei que tenho cérebro (o médico lá do posto me falou) e por isso não preciso aprender nada. Se tenho cérebro é só usar. E não preciso de escola. A galera lá do morro é que me ensina. Até os bacanas na Barra da Tijuca estão fascinados com a sabedoria natural do morro. Reconheceram a nossa força da favela! Tamos criando cada gíria massa! Os intelectuais de merda é que vão se fuder! Quero ser feliz! Tenho orgulho de ser favelado! Tenho orgulho de não precisar estudar para ser inteligente!

A noite é a verdadeira escola. Nas boates aprendi e aprendo muito. Minha galera sabe das coisas. Ah, e a Rede Globo também. Não aquele chato que apresenta aquele programa da madrugada de sábado. Ainda bem que nunca fico em casa sábado a noite. Só maricas fica em casa sábado a noite. Correr riscos é a ordem! Quem não arrisca não petisca ué! E cada cachorra que tenho petiscado! Popozuda é feia? Só viado para achar isso! Gata com um bundão... fora de série! As boazudas é que são da hora! Mulher cheia de papinho é uma enrolação só. Comigo é no pá-pum. Por isso que as burras são as melhores! A gente chega logo e CRÉU! Como 100 numa noite! mas o viadinho que manda neste blog não sabe o que é bom. Merece uma currada de um bom macho.

Seu viado de merda! Se eu fosse você acabava com este blog ridículo. Coisa de quem não sabe viver e que esta de mal com a vida. Você é invejoso? Não gosta de quem faz sucesso, é? Respeite quem não pensa como você. Aliás, você não merece respeito. Perde tempo falando bobagens neste blog, ofendendo pessoas de bem! VÁ PARA O INFERNO, MARCELO IDIOTA, VOCÊ E SEU BLOG.!

Me deixa eu ser feliz com minha alienação sábia. Intelectualidade faz mal. Impede a felicidade das pessoas!

Vai tomar no cú, seu viado!!!

(Escrito numa Lan House da minha amada comunidade).

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Morna repercussão do aniversário de morte de Michael Jackson confirma efemeridade da música de entretenimento

Não tive a oportunidade de escrever sobre isso em data próxima por causa da copa. Era muita coisa para escrever. Mas pude observar a escassa repercussão do aniversário de morte do cantor Michael Jackson, símbolo máximo da música de entretenimento mundial.

Quando foi anunciada sua morte, em 25 de junho de 2009, gerou uma comoção bastante histérica, sobretudo no Brasil. Com o desespero com a morte de um ídolo que todos estavam acostumados a ver vivo, muita asneira foi dita. As pessoas que não possuem conhecimento de música começaram a tratá-lo como se fosse um "filósofo da música", chegando a fazer comparações absurdamente exageradas. Todos afirmavam que a "música dele vai ficar para sempre". Será que alguém vai aguentar ouvindo durante mais de 100 anos que "Billie Jean não é minha amante"?

Um fato que a maioria dos brasileiros desconheceu é que os estadunidenses foram os que menos choraram a morte do ídolo, apesar dos meios de comunicação brasileiros (sobretudo a sempre hipnótica Rede Globo) tentarem dizer o contrário. O povo dos Estados Unidos é bem menos tapado que o brasileiro e sabe muito bem a diferença entre entretenimento e arte, além de conhecer o ídolo com a palma da mão.

Jackson é o maior nome da música de entretenimento e a qualidade de seu trabalho era feita para festas, para paradas de sucesso e para dançar. Uma prova disso é o excesso de dançarinos, devidamente colocados em ênfase no documentário caça-níqueis que serviu de apressada homenagem ao ídolo morto (e, claro, para compensar o dinheiro não ganho com a turnê que iria se iniciar).

Mas um ano depois, pouco se falou sobre o ídolo. Talvez por causa da copa de futebol, altamente hipnotizante para as mesmas pessoas que eram fãs de Jackson, com as atenções todas centradas ao mega-evento esportivo, qualquer coisa que surgisse simultaneamente era tratada com desprezo. Mas a verdade é que a repercussão de qualquer maneira foi menor do que se esperava. Até a transmissão do tal documentário ocorreu em horário de pouca audiência, num domingo, às 23h, provando que nem mesmo a Rede Globo estava disposta a lembrar o aniversário de morte do ídolo que mais divulgou.

Estranho o desprezo. Quando morreu, Jackson foi tratado como se ele fosse filho dos Marinho, tamanha a bajulação, com direito a uma edição especial do Bom Dia Brasil, privilégio que costuma ser concedido apenas à "seleção" brasileira de futebol (que é contratada da Globo, embora ninguém saiba).

Mas a pouca repercussão da lembrança de um ano de morte mostra que toda a "cultura" de entretenimento foi feita para ser efêmera, provisória. Suas características não permitem uma eternização. Entretenimento não foi criado para ser eterno. É algo para se curtir alguns momentos dançando, pulando e só. Tentaram eternizar a jovem guarda e a disco-music e não percebem que está ficando cada vez mais ridículo?

No próximo dia 29 seria os 52 anos do ídolo. Vamos ver como a mídia se comporte em relação a isso. Na minha opinião, deveria lembrar de maneira bem morna, pois assim como a "seleção" na copa, Jackson nada fez de concreto para beneficiar ou conscientizar a população. Apenas foi um mestre de ilusões que fez muita gente sonhar feito criança, admirando seus passos de dança e os efeitos especiais de seus clipes e... claro, rindo de suas esquisitices e escândalos.

Deixem Jackson descansar em paz e sua música também. Pois todas as danças que tinhas que ser feitas, foram feitas. A noitada acabou, a boate fechou as portas e é hora de dormir.

Bons sonhos a todos que acreditaram em Jackson. Amanhã todos deverão acordar.

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