Tudo bem, a vida afetiva é ago subjetivo, sentimental. não existe nenhuma ciência que possa provar o que realmente significa a vida amorosa, fazendo com que cada um tenha a sua própria convicção sobre o assunto. Mas pelo menos poderia permitir a existência de no mínimo de coerência com a realidade.
Pior que querem vender como ciência e como "fato inquestionável" uma reles pesquisa feita com um grupo de umas centenas de gatas pingadas, alegando que mulheres consideradas inteligentes tendem a ficar encalhadas, o que fatos comprovam como inverdade.
Na verdade, só a falta de tempo pode explicar porque algumas mulheres inteligentes encalham. Por mais que a sociedade negue, cada vez mais os homens tem preferido mulheres inteligentes, não pela sua inteligência (a natureza não dá saltos e o machismo ainda está no seu auge), mas porque as mulheres que tem algum nível de instrução sabem se comportar nos compromissos sociais. As inteligentes, convém lembrar, costumam estarem reservadas a homens que ocupam cargos de liderança ou no mínimo de profissões prestigiadas, socialmente influentes e frequentadores assíduos de eventos onde haja muitas pessoas.
Fatos comprovam o contrário que todo mundo acredita, com mulheres inteligente e de classe se casando cada vez mais, estabilizando relacionamentos, enquanto as burras e vulgares, outrora as mais desejadas (e ainda, segundo a mitologia defendida pelas regras sociais), ficam solteiras ou se imitam a se envolver com homens menos prestigiados.
Essa mitologia que faz com que a vida afetiva pareça melhor do que é é confortável, mas e também absurda, pois faz com que tomemos como verdade aquilo que não acontece de fato, fazendo com que nos comportamos como verdadeiro crédulos, esperando que as coisas aconteçam da maneira que queremos e não como as circunstâncias exigem.


