segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

As musas do ano

Fim de ano. Hora de revisarmos o que houve de melhor. O de pior a gente esquece. As melhores coisas a gente toma como referências para o próximo ano. E aqui as mais gatas do ano de 2012 na minha opinião: a melhor estrangeira, a melhor brasileira e a musa revelação. As fotos seguem esta ordem.

O nome de cada foto já identifica a musa. Com certeza elas se destacarão bastante no ano que vem, com beleza charme e talento devidamente confirmados. Vamos a elas:





sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

As novas gírias que prometem pegar de vez os cariocas durante o verão

OBS: Reproduzo este texto como curiosidade aqueles que não moram no Rio e não podem ler a Revista do Globo. Este artigo mostra as novas gírias usadas pela população do Rio, enriquecendo o vocabulário e tornando as conversas ainda mais descontraídas.

As novas gírias que prometem pegar de vez os cariocas durante o verão

Mariana Filgueiras - Revista do Globo

Se você ainda não ouviu as expressões "deu ruim", "trolado" ou "xatiado", entre outras, por aí certamente vai ouvi-las nos próximos meses

RIO - Se o tempo fecha, a noite desanda, o computador trava, o flanelinha some, meu amigo, “deu ruim”. Simples assim. É uma gíria que ninguém sabe de onde veio, quem inventou, só se sabe que não pressupõe o seu oposto: “deu ruim” é “deu ruim”, ponto. Não é o contrário de “deu bom”. Quem ainda não escutou a curiosa expressão por aí certamente vai ouvi-la nos próximos meses. E principalmente nas praias, onde os modismos de verão chegam primeiro, com o balanço das ondas do mar.

“Deu ruim” segue mais ou menos a lógica do neoverbo “sensualizar”, que, salvo engano histórico-filológico, popularizou-se nas colunas de notícias de celebridades. Tem um significado etéreo, quase irreal. Eu sensualizo, tu sensualizas, Nicole Bahls sensualiza. Quando o namoro com o cantor Belo “deu ruim”, por exemplo, a modelo Gracyanne Barbosa “sensualizou” por aí.

Fã de Belo, o cantor e compositor Caetano Veloso também é um dos que vão lançar gíria nova para o verão: “Abraçaço”, nome do seu disco recém-lançado, é uma palavra que não existe em português. Inventada por ele, segue a lógica tropical-caetanística de criar novas maneiras de olhar o mundo. Ao divulgar o nome do CD no seu Twitter, há duas semanas, ele explicou: “Uso essa palavras às vezes para finalizar e-mails. Acho graça. É como golaço, jogaço, filmaço.” Em outro post, completou: “Abraçaço é o mais lindo porque há a repetição do cê-cedilha. Parece um eco, um reverb verbívoco-visual. E sugere não só um abraço grande mas também um abraço espalhado, abrangente, múltiplo.”

A lista de novas gírias que prometem “sensualizar” no verão é grande: oriundas da internet, as populares “sem filtro” (que evoca, com ironia, a atual mania de enxergar as coisas pelos filtros do Instagram), “trolar” (do inglês, to troll: sacanear, zoar) e “xatiado” (que significa chateado, em “miguxês”, a língua dos “miguxos”, gíria de outros verões). “Só que sim/só que não” servem para ironizar qualquer coisa. Por exemplo: “Eu tô ‘xatiada’. Só que não.” Importada de São Paulo, “se pá” quer dizer “talvez” e já circula nas agências de publicidade cariocas, assim como “tá pago”, para dizer que um trabalho acabou.

Se está muito quente, os “lelesques” da praia dizem que está “milgrau”. Entre os skatistas, o skate agora é chamado de “carro”.

Há ainda as gírias recém-nascidas no circuito GLS, como “não tenho roupa”, para dizer, com graça, “não estou preparado para tal situação ou para frequentar tal ambiente ou pessoa”. É recorrente em salões de beleza, durante a leitura de revistas de fofoca. “Não tenho roupa para o Roberto Justus”, por exemplo. “Divar” e “sou” também são novidades do vocabulário. Com o faro apurado para o que ouve por aí, o humorista Fernando Caruso explica as duas expressões:

— Quando você gosta muito de alguma coisa, você diz que é aquela coisa. Até para as mais abstratas. Assim: Eu “sou” praia aos domingos! — explica Caruso, que adapta tudo o que percebe de novidade no linguajar para seus espetáculos de stand-up comedy. — E “diva” virou um verbo, o “divar”. Quanto você faz algo digno de uma diva, você “divou”. De preferência, com a separação silábica e a quebra de pulso: “Menina, adorei, você di-vou.”

Para o glossário de 2013, outro humorista faz as previsões: as expressões “Brasil” e “sua linda”, diz Fernando Ceylão, seguem usadas como vocativo genérico ou ponto final.

— Tipo “entendeu essa, Brasil?”, ou “friozinho, seu lindo”— exemplifica Ceylão, também adepto de “amo”. — Já reparou que nego agora fala “amo” sem parar?

Saindo da orla, as gírias que brotam nas comunidades cariocas são ainda mais criativas: no Cantagalo, quem gosta de se produzir para sair, fazer reflexo no cabelo e sobrancelha, usar piercing e perfume importado é “sarna”. Entre o pessoal que dança o passinho, fala-se muito “rabiscar” para quem dança bem. Kinho Mister Passista, o nome artístico de Marcos Paulo Torres, um dos melhores dançarinos de Cidade de Deus, é quem reúne os vocábulos mais comuns:

— A gente fala “embrasar” em vez de dançar; “novinha” em vez de menina; “rebolão” para dançarino — explica Kinho. — Tem uma que a gente usa também que é “sharingar” que significa copiar o passo, por causa de um desenho japonês que tinha um personagem chamado Sharingan. Ele tinha um olho que tudo o que ele via, automaticamente, copiava. Esse passo você “sharingou” significa que o “rebolão” copiou, tá fazendo igual.

Veja vocabulário no link abaixo.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/as-novas-girias-que-prometem-pegar-de-vez-os-cariocas-durante-verao-6875429#ixzz2DwAUX9LC
© 1996 - 2012. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Diga não à pirataria: Rádio de Rock

Cuidado com as fraudes. Fique somente com o original.

 

Nossa Senhora de Santo Amaro da Purificação

Parece que a mania que o brasileiro tem de endeusar mortos através de muita histeria e puxa-saquismo não só não dá sinais de que vai acabar como cada vez mais se torna mais histérico e irracional.

O falecimento da mãe do s cantores Caetano Veloso e Maria Bethania, conhecida como Dona Canô, aos 105 anos (tinha mais que ir, não é? - ainda mais no país onde a expectativa de vida é cerca de 75 anos) foi tratado com um certo exagero pela a mídia e por muitas pessoas, mesmo sem ela fazer algo de relevante para o país. Ué, mas gerou Caetano. Mas e daí? Se for por esse raciocínio, vamos ter que cultuar as mães de todos os grandes homens que passaram pela Terra!

Se já não bastasse o culto à Nossa Senhora, cujas evidências mostram que ela não concordava com a missão honrada defendida pelo seu filho? Cultuar Maria de Nazaré porque? Porque ela gerou Jesus. Só por isso?

Reportagens longas foram feitas sobre a morte de Dona Canô, mas sem ter o que dizer, foi um poço de pieguice e sem noção. Como se Dona Canô fosse mãe de todos os brasileiros.

Nada contra ela. Pelo contrário, já que essa bajulação tem algo de alienada e um tanto histérica, um desrespeito a pobre senhora. Mas a importância de Canô se limita a sua cidade e as pessoas que a conheceram pessoalmente. Foi desnecessária a homenagem intensa e pomposa que fizeram a ela. Até por respeito a ela, a mídia deveria ter sido mais discreta.

Por causa do fanatismo religioso que transforma a "fé" em qualidade, colocando-a acima do discernimento, o fanatismo religioso e o desprezo à intelectualidade estão cada vez mais fortes. E por mais uma manifestação de alienação religiosa, encontraram alguém para fazer o papel de "Nossa Senhora " para os brasileiros. Mas uma diante de tantas que a igreja inventou para ludibriar as massas. Com a vantagem de que esta foi real.

----------------------------------------------
NOTA: Recebi um comentário de um católico que não gostou da comparação. O que posso dizer a ele é que religiões vivem de lendas e com o amadurecimento da sociedade e o desenvolvimento do discernimento, essas lendas vão aos poucos sendo deixados de lado, do mesmo modo que fazemos com os contos de fada que aprendemos na infância.

Os católicos têm o direito de crer nessas lendas, mas usá-las para confrontar com a realidade é um sinal que precisa ainda desenvolver mais o bom senso.

sábado, 15 de dezembro de 2012

Jovens nigerianas criam gerador de energia à base de urina

OBS Um país subdesenvolvido passando a perna no Brasil. Enquanto aqui dependemos de defasadas usinas hidrelétricas, outros países procuram alternativas de energia. E porque não a nossa urina? É um meio de aproveitarmos aquilo que jogamos fora, usando para algo útil que é a geraçãop de energia, indispensável num mundo tecnológico como o de hoje.

Mostra também que do contrário que pensamos, a África possui mentes ativas e uma civilização que no futuro poderá surpreender a todos.

Jovens elaboraram o gerador de energia para um trabalho escolar

04 de dezembro de 2012 • 12h17 - Portal Terra - EcoDesenvolvimento -Foto: White African/Divulgação

Quatro adolescentes nigerianas, entre 14 e 15 anos, desenvolveram um sistema alternativo de geração de energia: um gerador que funciona durante seis horas com um litro de urina. O invento, desenvolvido em um trabalho escolar por Duro-Aina Adebola, Akindele Abiola, Faleke Oluwatoyin e Bello Eniola, foi destaque da Maker Faire Africa 2012, realizado em novembro.

Um botijão de gás, um filtro de água e o dispositivo gerador, produzido a partir de células eletrolíticas, são a receita básica para a confecção do aparelho, que possui um baixo custo de operação.

Um botijão de gás, um filtro de água e o dispositivo gerador, produzido a partir de células eletrolíticas, são a receita básica para a confecção do aparelho.

O dispositivo produz energia ao filtrar a urina, realizando a eletrólise da ureia. O processo funciona da seguinte forma: a urina passa por uma célula eletrolítica, que a divide em moléculas de nitrogênio, hidrogênio e água. Logo depois, os elementos são filtrados novamente e absorvidos por um cilindro, que empurra o hidrogênio para o interior de outro cilindro com líquido. Deste modo, a umidade é retirada e o composto gera eletricidade.

Aplicabilidade

A viabilidade e eficiência do sistema, por se tratar de um trabalho escolar, foram questionadas por alguns especialistas, que viram no alto potencial explosivo do hidrogênio uma séria dificuldade de implantação (uma bomba feita a partir do hidrogênio pode superar 50 vezes a força de uma bomba atômica ¿ como as utilizadas em Hiroshima e Nagasaki).

Apesar disso, o feito das garotas é admirável. Gerardine Botte, a engenheira química que desenvolveu a eletrólise de urina, destacou que o gerador das jovens é "uma maneira única e elegante de tratar restos de urina" com o benefício de "gerar eletricidad".

sábado, 8 de dezembro de 2012

O Milagre de Anne Sullivan. Filme baseado na história real da surdocega Helen Keller

OBS: Sempre fui fascinado pela história desta garota que nasceu, cega, surda, muda mas superou tudo isso e se tornou uma das maiores personalidades de seu tempo, uma intelectual que não viu limites em seus sentidos, servindo de exemplo para toda a humanidade.

Tenho o filme citado em DVD e amei. É muito bem feito e com atuações bem fortes, executadas com absoluta competência pelas duas protagonistas. Gostaria de poder comprar a biografia (que anda meio carinha nas livrarias), embora tenha lido parte dela.

O Milagre de Anne Sullivan. Filme baseado na história real da surdocega Helen Keller.

Publicado por: Ricardo Shimosakai | 25/11/2012  - Blogue Turismo Adaptado

O Milagre de Anne Sullivan (The Miracle Worker) é um filme dos Estados Unidos de 1962, do gênero drama biográfico, dirigido por Arthur Penn, e baseado no livro The Story of my Life, de Helen Keller e na peça teatral de William Gibson.

O filme relata a história de uma menina cega. Não só cega, mas muda. E como se não fosse demais, era uma menina surda, muda e cega. O nome dela era é Helen Keller, de sete anos, filha de proprietários de terras. Keller não sabia o que era mundo e não sabia como interpretá-lo, e apesar disso tudo, ela precisava muito se expressar.

O filme é muito complexo, mas ao mesmo tempo é humano demais. Um filme que mostra como o ser humano não está seguro sobre as coisas que a vida pode aprontar. O Milagre de Anne Sullivan é um retrato psicológico, mostra-nos como não sabemos lidar com  com limites físicos e a realidade de um ser humano. O filme é um pouco agressivo no sentido de mostrar as dificuldades de se viver em um mundo silencioso e escuro, como o de Helen, e que não há como ignorar a dor de uma garotinha.

A menina não conhece o mundo à sua volta, mas sabe do que precisa para viver e acaba por se tornar uma tirana em sua casa, já que sua família lhe dava todas as liberdades como uma “inválida”, como achavam que Helen era. A menina tinha o total domínio em sua casa, então, portanto controlava o comportamento de seus familiares; ela não entende como é ser educada e muito menos como escutar um não.

A Helen recebe uma orientação de uma pessoa com suma importância, que é Anne Sullivan, uma professora. Ela é uma mulher que era cega (fez nove cirurgias nos olhos) e usa óculos escuros para proteger-se do sol, acostumada a conviver com cegas e cegos, mas ao se deparar com Helen, entende que ali está o maior desafio da sua vida: o desafio de explicar a uma menina como viver no mundo e como entende-lo, e seu maior objetivo era que todos a tratassem como uma pessoa normal.. Para isto entra em confronto com os pais da menina, que sempre sentiram pena da filha e a mimaram, sem nunca terem lhe ensinado algo nem lhe tratado como qualquer criança.

Ao conhecer Anne, o pai de Helen transpareceu um enorme preconceito dizendo: “… eles esperam que uma cega ensine a outra”. Como explicar a uma menina que terra é a terra? Que fome é vontade de comer? Como mostrar a árvore para uma menina, que não consegue vê-la? Como ensinar a menina comer com garfos e facas, se a menina não sabe nem o que é educação? Como ensinar a menina o que é o amor? São essas as perguntas que Anne se faz durante o filme todo.

A relação que as personagens travam entre si foge completamente da esperada por todos que assistem ao filme: ao contrário de amor e compreensão de imediato, Anne se torna uma megera na vida de Helen. Anne demonstra que a única forma de ensinar Helen a ser gente, é a tirando de seu pedestal, a destronando de seu império, criado pela dó e pena que seus pais tinham, e mostrar o que é a realidade para a garotinha.

A realidade não é bonita. Comer no prato não é fácil, saber indicar as coisas e seus significados é quase impossível. Anne resolve criar um método de comunicação entre elas: o tato seria o alfabeto. O tato serviria como o meio de comunicação, fazendo com que Anne e Helen desenvolvam uma sequência de palavras associadas aos gestos das mãos. O primeiro contato de Helen com o alfabeto no tato em libras foi no momento em que Helen encontra uma boneca na mala de Anne e descobre que ela possui a mesma forma de seu rosto.

Durante anos, Hellen Keller tem comportamento selvagem e indisciplinado. O estimulo da comunicação através de um dos sentidos (tato) com Anne Sullivan a incentiva a utilizar o tato como o elo entre ela e o mundo; desenha palavras na mão da menina a fim de que ela compreenda a relação entre as palavras e seus significados. O tato passa a ser a via pela qual a menina “enxerga” o mundo, até que, em um momento, compreende realmente a linguagem. A partir daí, aprende o alfabeto Braille e aos dez anos começa a falar.

As cenas são definitivamente emocionantes, como por exemplo, quando Helen começar a correr e encostar-se às coisas , perguntando para Anne como era o nome delas, árvore, chão, degrau e professor. Uma das cenas mais lindas.

O filme conta a história da persistente professora do título, contratada para ensinar Hellen que fica surda e cega aos 18 meses de vida.  A força de vontade, vocação e fé de Sullivan é tanta que nada parece ser obstáculo para ela, nem mesmo os próprios pais de Hellen, com quem vive entrando em conflito Em 1904, formou-se com louvor, e foi a primeira aluna cega e surda e terminar um curso universitário.

Enfim, o filme carrega uma mensagem de dor, conquista e apoio que poucos filmes apresentam ter. O milagre de Anne Sullivan é um dos mais bem filmes produzidos e virar as costas para uma obra rara dessas, é, no mínimo, ignorância imperdoável.

“Nunca se deve engatinhar quando o impulso é voar” – Helen Keller


sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Niterói é a cidade onde tem maior número de mulheres bonitas, segundo pesquisa em site estrangeiro

A cidade onde eu moro, Niterói, foi definida, segundo o site Ask Men (que já visitei inúmeras vezes) como a cidade do mundo com o maior número de mulheres bonitas. Verdade. Tenho a oportunidade de confirmar isso todos os dias. A foto que ilustra esta postagem, com belas atrizes nascidas em Niterói, joga mais lenha nesta fogueira.

Independente de beleza, homens são maioria

O problema é que na mesma cidade, a quantidade de homens é maior do que o de mulheres nas faixas mais jovens (infância e adolescência). A única faixa etária onde o número de mulheres é maior é o de acima dos 60 anos (idosas). Como quem divulga resultados de censos não especifica faixa etária, os homens, sempre imaturos, ainda mais no país dos imaturos, vão logo comemorando, pensando que a maioria feminina atinge todas as faixas etárias, sem saber que a concorrência para atingir os corações das gatas jovens é muito grande.

Após a divulgação desse resultado, vai ficar ainda maior. Mulher niteroiense, apesar de belas, são um artigo de luxo prestes a entrar em extinção. O excessivo nascimento de crianças do sexo masculino pode virar o estigma a longo prazo. Somando a vinda de homens estrangeiros para "roubar" as mulheres dos homens que vivem na cidade pode piorar ainda mais as coisas.

Mulheres bonitas, mas difíceis de conquistar 

Essa facilidade na aquisição de homens faz com que as mulheres niteroienses sejam as mais difíceis de conquistar. Para se ter uma ideia, raramente elas paqueram nas ruas e lugares públicos. Obedecendo rigorosamente as regras sociais, preferem deixar a paquera para os lugares estabelecidos para isso como bares, boates e festas, ou para lugares onde possam ver seus pretendentes todos os dias como trabalho, estudo, vizinhança, etc.. 

Além disso, as niteroienses são exigentes com os homens no aspecto de aparência e situação financeira. Só se envolvem com branquelos de corpo esticado que estejam trabalhando (ou a trabalhar, como no caso dos estudantes) em profissões prestigiadas, como advogados, médicos e engenheiros. Complicado, não?

Sinceramente, de que adianta morar numa cidade com um excesso de mulheres lindas se nenhuma se dispõe a sorrir para mim? Prefiro morar numa cidade com uma única mulher interessante, desde que esta esteja a fim de mim. 

O resultado da pesquisa não anima. Vai faltar "produto" para tanto consumidor. Talvez tenhamos que importar mulheres da Suécia a médio prazo.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Lá se vai um grande homem

Ontem de noite, estava alimentando meus blogues e tive a tristeza de receber essa notícia. Iria entrar hoje outro texto, mas o desencarne deste grande exemplo de ser humano chamado Oscar Niemeyer, é importante demais para ser esquecido.

Arquiteto famoso em todo o mundo, não era um arquiteto como os outros. Na verdade, era um poeta - nada de pieguice, estou falando literalmente - que utilizava da arquitetura para expressar suas ideias e sentimentos. As belas formas de todas as obras que assinou, sem exceção, provam que se tratavam na verdade de poemas de concreto. Não pormas concretistas (isso é outra coisa), mas poemas românticos "escritos" com concreto.

Muitos pensam que espíritos superiores se encontram nas religiões. Nada disso. nelas é onde menos há almas evoluídas. Na ciência é onde se encontram os verdadeiros mestres espirituais. E Niemeyer era um. Possuía todas as qualidades que uma alma evoluída deveria ter. Equilibrando sensibilidade e razão, era um homem que amava o ser humano. Amava tanto que se tornou socialista por entender ser uma ideologia que prega a igualdade entre os homens. Se considerava triste por viver numa sociedade tão injusta, graças as regras do sempre excludente Capitalismo.

Niemeyer viveu muito. E viveu trabalhando. Recentemente nos deixou muitos projetos a entrar em andamento. Criou vários monumentos na cidade onde eu moro, Niterói, principalmente o Museu de Arte Moderna, que virou símbolo da cidade e ponto de retorno de meu cooper semanal. Graças a isso, se manterá vivo, pois nunca quis se aposentar. Homens nobres gostam de trabalho. Até porque sabem que trabalho desenvolve qualidades e auxiliam muitas pessoas.

Homem de currículo brilhante, de um passado exemplar, Niemeyer se prepara para ir ao plano dos grandes espíritos, que fizeram algo realmente relevante para o desenvolvimento social. Do contrário de bajulados líderes religiosos que se mantiveram inertes diante das grandes transformações.

Niemeyer realizou os sonhos dele e de muita gente através de uma simples ponta de um lápis. Agora prepara para escrever uma nova história, lá na outra dimensão. Quem sabe, arquitetando um futuro melhor para todas as pessoas daqui e do lado de lá.

Niemeyer, já estamos com saudades. Obrigado por tudo. Vá  em paz, bom amigo!

sábado, 1 de dezembro de 2012

Começou dezembro! E agora?

Finalmente o esperado mês se iniciou. daqui a 20 dias, segundo cálculos baseados em uma das interpretações do calendário do povo Maia, a população terrestre será extinta. Pra mim, isso é um erro de interpretação, já que não há indícios de que isso irá ocorrer.

Mas para quem acredita no fim do mundo ou da humanidade, sei lá, recomendo para que reflita sobre o que andou feito na vida. Como não existe morte, se o mundo realmente acabasse,~teríamos que aceitar as consequências de nossos atos, seja na outra dimensão, seja na outra vida.

Para quem acredita, não no fim do mundo, mas na transformação dele, lamento dizer: vocês estão enganados. Também não há indícios de transformações sociais que possam justificar a transformação terrestre. Aliás, recomenda Kardec que fatos futuros nunca são previstos em datas exatas. Quando isso acontece, pode crer, é recado de espírito mal intencionado ou de encarnado metido a profeta. Faça tudo na vida com responsabilidade, contestando tudo que está errado neste mundo que ele um dia se transformará. talvez a partir de mil anos.

Para quem não acredita em nada disso, vale o conselho de refletir sobre o que fazem na vida. Aliás conselho para todos. Nosso planetinha anda muito medíocre, mergulhado na mesmice ideológica que dura séculos e até agora não dá sinais de que irá acabar. isso em pleno século XXI. Seria bom que o pessoal começasse a contestar tudo ao seu redor para verificar se está certo ou não. Estando errado, aniquila sem dó.

Com certeza o fim do mundo ou sua transformação não irão acontecer, para a tristeza dos místicos e dos catastrofistas. Tudo ficará na mesma e vamos aguardar os próximos anos que, pelo menos para o Brasil, prometem ser bastante turbulentos. Faz mais sentido dizer que o Brasil vai acabar em 2014, entrando numa irreversível e generalizada falência.

Para pensar sobre o mitológico 21 de dezembro, uma música de Peter Gabriel que avisa que as tempestades estão chegando.

Marcadores

Administração dos Blogues (6) Álbuns (9) Alcoolismo (1) Alienação (114) Almoço (1) Alternativo (7) Altruísmo (11) Ambiguidades (1) Animação e Quadrinhos (6) Aniversário (1) Aniversários (14) Anos 60 (6) Anos 70 (3) Anos 80 (2) Ansiedade e Depressão (3) Anti-cabecismo (18) Anti-esquerdismo (6) Anti-humanismo (11) Aplicativos (1) Aplicativos de Namoro (1) Apocalipse e Distopia (6) Apologia da Pobreza (21) Armações Musicais (8) Arqueologia (4) Arquitetura (2) Arrogância (11) Arte (11) Assistencialismo (2) Astronomia (2) Astronomia e Física (3) Ateísmo (1) Autismo (1) Autocrítica (1) Automobilismo (2) Autoritarismo (3) Ava Cantrell (1) Bailee Madion (1) Baixaria (12) Beleza feminina (33) Bichos Fofos (1) Biologia (3) Biologia Marinha (5) Bizarrices (21) Boas ideias descartadas (12) Bom senso (1) Brasilidade (6) Brec Bassinger (1) Brega-popularesco (48) brinquedos (1) Bullying (15) Burocracia (15) busca (1) Camila Mendes (1) Caos Urbano (2) Capitalismo (38) Caráter (3) Carnaval (4) Catástrofes e pandemias (1) Causas Identitárias (2) Causas Trabalhistas (1) Celebridades (70) Censura (3) Chloe Grace Moretz (2) Choque Cultural (7) Cidades (1) Cidades e Localidades (13) Ciência (5) Cinema (14) Cinema Alternativo (2) Civismo (2) Coincidências (6) Comparações (8) Competitividade (4) Comportamento (59) Confiança Cega (4) Confiança nas Instituições (2) Conflito de classes (15) Conflito de Gerações (4) Conformismo (17) Consciência Social (1) Conservadorismo de esquerda (15) Consumismo (16) Contracultura (5) Contradições (8) Convicções Políticas (13) Corrupção (2) Costumes Antiquados (81) Crenças e Seitas (2) Crimes e delitos (1) Crise Financeira (1) Crônicas (1) Culinária (2) Cultura (59) Cultura Alternativa (13) Cultura de Mercado (86) Cultura de protesto (5) Cultura Nerd (49) Cultura Rock (29) Cultura Ruim (47) Curiosidades (27) Decepções (16) Declarações sensatas (13) Democracia (13) Depressão e decepção (6) Desabafos (3) Desconfiança (2) Desejo de mudança social (6) Desenhos Animados (3) Desfiles e Eventos de Moda (4) Desigualdade Social (5) Desprezo a talentos (3) Desrespeito ao Bom Senso (32) Dicas (1) Diplomacia Internacional (1) Direitos Humanos (7) Documentários Científicos (3) Drogas (1) Ecologia (2) Economia (8) Educação (9) Efemérides (31) Egoísmo e Egocentrismo (4) Egoísmo e ganância (1) Egoísmo e Individualismo (6) Eliana Michaelichen (1) Elitismo (4) Emma Myers (1) Emmy Rossum (1) Emprego (2) Entretenimento (20) Entrevistas (1) Erros Culturais (109) Erros de Identificação (3) Escassez (1) Espetáculos (1) Espírito de Manada (2) Esporte (15) Esquerda Caviar (8) Esquerda Cirandeira (3) Esquerda Namastê (6) Esquerdismo Alienado (26) Estatísticas (1) Estereótipos (71) Estilo de vida (3) Estudos e profissões (1) Eventos (5) Exclusão Social (6) Expectativas (1) Exposições e Eventos (1) Fake News (3) Falecimentos (22) Falsa prosperidade (1) Falsa Rebeldia (1) Falta de amor (13) Falta de Conhecimento (3) Família e parentesco (4) Fanatismo (4) Farra e diversão irresponsável (5) Fascismo (7) Feminismo (25) Férias (1) Fernanda Young (1) Festas e danças (5) Festivais de Música (14) Filosofia (1) Fora da Lei (1) Fotografias (1) Fracasso (1) Fuga da Realidade (6) futebol (1) Futebostilidade (3) Gafes (5) Gafes e Declarações Cretinas (2) Ganância e Mercenarismo (13) Gastronomia e Alimentação (4) Gênios incompreendidos (22) Gente Metida (7) Geologia (1) Giovanna Antonelli (1) Gírias e Expressões Idiomáticas (1) Glamorização da Pobreza (22) Grandes encontros (1) Gravadoras e Editoras (5) Hailee Steinfeld (1) Higiene (1) Hipocrisia (29) História (4) Hobbies (2) Humor (32) Ideias Progressistas (1) Identitarismo (2) Ilusões (1) Imaturidade (6) Infância (4) Informações Distorcidas (8) Informática (13) Infra-estrutura (2) Injustiças (17) Instintos (1) Intelectuais (1) Intelectualidade (15) Internet (17) Intervalo (3) Intolerância (3) Inversão de valores (8) Isabelle Drummond (1) Isolamento (4) Jessica Simpson (1) Jogos e Brinquedos (1) Jogos e Passatempos (1) Jovialidade (1) Karen Fukuhara (1) Kathryn Newton (2) Kiernan Shipka (1) Larissa Manoela (1) Legislação (2) Lembranças do Passado (6) Letras de Música (1) Lições de Vida (33) Lily Collins (1) Linguagem (1) Linguística (1) Literatura (2) Livrarias e Bibliotecas (1) Livros (1) Lizzy Greene (2) Lojas e Shoppings (1) Loucura e manicômios (1) Luta por Direitos (1) Machismo (37) Mainstream (11) Maisa Silva (1) Maisie Williams (1) Manifestos populares (7) Manipulação ideológica (18) Maniqueísmo (1) Manutenção (1) Marcas e Grifes (1) Margot Robbie (1) Mariana Ximenes (2) Masculinismo (4) Mau exemplo (6) Mckenna Grace (3) Mecanismos de Busca (1) Medicina e Saúde (11) Mediocridade Cultural (64) Meiguice (1) Meritocracia (1) Mídia (57) Mídia Alternativa (1) Mídia Corporativa (3) Mídia Impressa (1) Mikey Madison (1) Millennials (1) Millie Bobby Brown (1) Miranda Cosgrove (1) Mistérios Resolvidos (1) Mitos desmentidos (38) Mitos e lendas (17) Modelismo (1) Modismo (34) Modismos e Tradições (50) Momento Sedentário Diário (1) Monica Iozzi (1) Monique Alfradique (1) Monotonia & Tédio (2) Monumentos Culturais (1) Moralidade (2) Moralismo (3) Mudanças (2) Mulheres (10) Mundinho Pantanoso dos Famosos (5) Música (40) Música Comercial (16) Música eletrônica (2) Música Erudita (2) Música Eterna (26) Música para os olhos (1) Música Popular Brasileira (6) Música Romântica (2) Namoro e Matrimônios (14) Natureza (1) Neo-conservadorismo (25) Nivelamento por Baixo (1) Nostalgia (1) Notícias ruins (4) Notícias Surpreendentes (41) Novidades (1) Novo Normal (2) Obras-primas (6) Olimpíadas (4) Olivia Holt (1) Onda de ódio (5) Opinião Pública (2) Oportunidades (1) Orgulho Humano (1) Otimismo Exagerado (4) Padronização (1) Patriotada (6) Pausa (3) Pedantismo (1) Pensamento Único (6) Personalidades (5) Perspectivas (18) Pesquisas (4) Peyton Roi List (2) Polêmicas (9) Polêmicas inúteis (6) Política (27) Pop Adolescente (2) Pós-verdade (1) Postagens Íntimas (20) Preconceito (6) Preços Abusivos (1) Preços Exorbitantes (1) Premiações (6) Problemas cotidianos (4) Projetos Caça-níqueis (3) Promiscuidade e Excessos (4) Propaganda Enganosa (19) Proteção aos animais (1) Psicologia (1) Publicidade e propaganda (2) Quadrinhos (3) Qualidade de Vida (9) Quarentena (2) Quebra de Estereótipos (16) Química (1) Rachel Sheherazade (1) Racismo (4) Radialismo (6) Reality Shows (3) Rebeca Andrade (1) Recursos (1) Redes Sociais (39) Reedição de Textos (3) Reflexões (4) Regras Sociais (116) Relacionamentos fajutos (5) Relacionamentos por Conveniência (11) Relacionamentos Secretos (3) Religiosidade (10) Relíquias (1) Resenhas de álbuns (6) Resenhas de músicas (4) Respeito (1) Respeito às Diferenças (2) Retorno (1) Retrocesso (2) Retrospectiva (9) Retrospectivas (12) Revivals e Rebbots (1) Rituais (1) Rock Ruim (9) Romantismo (10) Roupas e Vestuário (1) Ryan Whitney Newman (1) Sabotagem (2) Sandy Lima (1) Seletividade (1) Seriados e Novelas (7) Séries (2) Sessões sensuais (2) Sexualidade (11) Simplicidade (2) Sociabilização (8) Sociedade de Classes (6) Solidão (19) Sósias Semelhantes e Similares (3) Soul & Black Music (1) Subjetividade (4) Submissão (1) Sugestões (1) Surpresas (9) Sydney Sweeney (1) Tabus (1) Tatá Werneck (1) Tecnologia (19) Teimosia (11) Televisão (23) Teorias Conspiratórias (1) Textos alheios (41) Totens e Falsos Mestres (8) Tragédias (2) Transportes (1) Transtornos (1) Tribos e classes sociais (4) Trocadilhos (1) Turismo (3) Ufanismo (2) Ufologia (5) Urbanismo (2) Vaidade e Presunção (1) Vestuário (1) Victoria Justice (1) Vida Afetiva (83) Vida Privada (14) Violência (2) Vitaminada (2) Vitimismo (1) Votações (1) Xenofobia (1) Z-detele (8) Zonas de Conforto (3)