sábado, 30 de abril de 2011

Maldito Darth Vader!!!



Darth Vader em pessoa declarou em entrevista que o fim de seu relacionamento com Rachel Bilson era mentira e que os dois estão mais juntos do que nunca!

Mas olhem a Rachel toda descascadinha! Olhem o privilégio que Darth Vader, o Cavaleiro das Sombras, o Senhor do Lado Negro da Força! Damit, Darth Vader!!!

Além de todas as maldades que fizeste, ainda tomou essa gata para você! E a Princesa Amídala - outra perfeição! - casadíssima com o Nureyev de fralda!!!

Damit! Damit! Damit!!!

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Morrissey diz que Inglaterra não precisa mais da Família Real



O sempre sensato Morrissey, intelectual do rock alternativo, poeta dos nerds e responsável das letras mais inteligentes lançadas em músicas da década de 80, disse que a Inglaterra não precisa mais da Família Real. E não precisa mesmo daquele bando de preguiçosos sanguessugas.

Morrissey aproveitou para dizer que não assistiria de jeito nenhum a cerimônia de casamento dos pombinhos da realeza. Bom, o casamento já houve, Morrissey não viu, eu também não vi e nem acho necessário ser visto.

A república precisa ser implantada com urgência na terra dos Smiths.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Estatísticas de meus blogs mostram que tarados são maioria entre visitantes de sites

Resolvi fazer algo que deveria ser frequente, mas não fazia há muito tempo: ver as estatísticas de meus blogues. Ao verificar postagens de maior frequência de visitas, notei que os que falavam sobre mulheres estavam entre oa mais visitados.

Mas o que está acontecendo? Muitas postagens mais interessantes e atá mais importantes nem aparecem entre os mais visitados. Na lista, as postagens sobre mulheres sempre aparecem no topo. E em qualquer blogue meu, seja neste que você está lendo, seja no nerd Ynstituto de Poly Rythmo, seja no político Pizzaria do Poder e até no esportivo Futebosta. E olha que eu tenho um blogue só sobre mulheres, o Galeria das Belas, que está sendo pouco visitado. Talvez eu tenha que transferir todos os tópicos sobre mulheres para ele.

E outra coisa: a frequência ainda aumenta quando é musa brasileira. Se bem que no Brasil, os internautas têm a preguiça de colocar fotos escaneadas na internet. Não sabem como é difícil achar fotos boas de várias musas. Como eu não tenho mais escaner, não posso enriquecer o acervo. Por isso a predominância de musas estrangeiras.

Sabe o que eu acho? parece que a internet só serve para satisfazer os instintos dos brasileiros. Talvez eu tenha que passar estes blogues para o inglês na esperança que gente com maior nível de senso crítico possa ler. Fora a minha "panelinha" de blogues amigos, desconheço quem leia tópicos importantes e que seja de fora.

Eu não canso de dizer que tenho vergonha de ser brasileiro...

Blogueiro lusitano reclama de novo editor do Blogger

OBS: Eu também só me atrapalho com o novo editor. Por isso eu ativo sempre o editor antigo, que eu já estava acostumado a usar. O novo é ruim na edição de imagens e como o blogueiro lusitano fala aí abaixo, á ruim na hora de editar textos recolhidos em outras fontes. Leiam abaixo.

BLOGGER: ADEUS MERDA!

Publicada por António Veríssimo em Página Lusófona


Não é só opinião pessoal. Há pelo menos uma dúzia de pessoas contactadas e que andam nestas andanças de produzir blogues que são de opinião que o novo editor da blogger é bom em relação às fotografias que permite publicar mas que relativamente a tudo o mais não satisfaz os da blogo mania.


Na verdade assim constato. É mentira que possamos manter o ritmo de publicação de modo homogéneo com este novo editor. Principalmente quando fazemos copy paste parciais ou integrais. Para além de os espaços que convencionamos nas definições-configurações não se manterem. Muitas vezes, com este novo editor, em copy paste – mesmo que passado primeiro para Word – tudo se altera e o novo editor vai buscar o tipo de letra que não estava por nós configurado para o nosso blogue.

Assim, apesar de agradecer à Blogger todos os anos de “conforto” que me proporcionou, afirmo sem pejo que este novo editor, para mim e para muitos outros, é uma grande merda!

Muitas vezes acontece que ao quererem inovar, os sabichões se esquecem dos inconvenientes prejuízos que podem causar, optando por com tempo irem corrigindo aquilo que deviam ter apresentado ao público de modo perfeito, depois de muito ensaiado, experimentado, e comprovadamente melhor. Este é o caso. Com rebuço, muitos optam por fugir da Blogger e passar a outras publicações da concorrência. Em princípio será este o meu caso. Assim, como está este novo editor da Blogger, publicar como antes, com tudo certinho, é um martírio. Pior ainda porque já não dá para trabalhar como antes com o editor antigo. A situação já satura porque acontece desde há semanas.

Se o novo editor está uma merda… Adeus merda!

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Para a revista Bravo, Madonna é "roqueira"

Parece que para muitos, música não é para ouvir, é para ver. Basta qualquer um fazer cara de mau na frente das câmeras cantando até polka, que ganha gratuitamente, de bandeja, o rótulo de "cantor de rock". Se esquecem que música era para se definir se baseando no que se ouve.

Foi algum desocupado que inventou essa palhaçada de que "rock é atitude". Alguém que não saca nada de música, mesmo que adore ouvir alguma. Gostar de música é uma coisa. Entender de música é outra completamente diferente. Se eu, que não sou expert de música, me incomodo com isso, imagine quem entende.

Já doeu ver Elton John ser chamado de "roqueiro" na Rolling Stone brasileira. Já pegou mau ver no último disco do mesmo Elton, o cantor de folk-soul Leon Russell (com várias músicas suas gravadas pela dupla romântica Carpenters), ser definido na etiqueta colada na capa de disco como "um dos maiores músicos da história do rock". E ver na contracapa de um CD ao vivo da dupla de soul Daryl Hall & John Oates ser definida como "banda de rock" foi triste.

Quem não é surdo sabe que o som que Madonna canta é dance music. Ela é a diva deste gênero, que é uma evolução da disco-music setentista. Os dançarinos estão sempre com ela, em massa, para provar que isso é verdade. Mas pelo jeito, virou mania achar que na dance music, cantor não aparece. Se aparece, ganha rótulo de "roqueiro" automaticamete, sem mudar uma misera nota do que canta. E é isso que acontece com Madonna.

Na capa da mesma revista, ainda temos Sting, ex-lider e ex-principal compositor do Police, que há muitos anos não grava um rock e que nos últimos anos tem se dedicado a música erudita, abandonando a sua gravadora por anos, a Interscope Records (ex-A & M) e trocando pela gravadora clássica dos eruditos, a Deutsche Grammophon. Falta de informação da revista.

Para muitos, a música, por ser lazer, não tem a obrigação de ser bem informada. Discordo: saber divertir é saber se informar sobre a sua diversão, senão vira bagunça.

Como dizia o saudoso roqueiro (esse era mesmo!) Zé Rodrix: "se tudo é rock, logo, nada é rock".

Até porque chamar qualquer um de roqueiro só porque canta para jovens, é um autêntico samba do crioulo doido.

domingo, 17 de abril de 2011

Cerveja é para gente idiota

Uma coisa que acho positiva nas propagandas de cerveja dos últimos anos é que elas parecem ter sido feitas para idiotas, cretinos, gente alienada e quase demente. Pode ser uma maneira criativa de desestimular o consumo desta alienante bebida de gosto ruim e que mata as células cerebrais, estraga o aparelho digestivo e atrofia o senso crítico. Além de destruir a beleza das mulheres cervejeiras, que acabam por se tornar cada vez mais feias e caídas. Não há plástica e nem reza que resolva.

Quem quer ficar associado a um produto que é divulgado da maneira mais idiota possível? Acredito que, ninguém, não é? Ao menos que as pessoas tenham o "prazer" de serem idiotas.

Aqui abaixo algumas das propagandas de cerveja bastante idiotas. Uma delas é até futebosteira, tratando a "seleção" como "soldados corajosos prontos para uma batalha". Será que os brasileiros ainda não aprendem que futebol é apenas um lazerzinho, um joguinho que não leva a nada? Somente idiotas têm a capacidade de levar a sério algo tão inócuo como o futebol. Futebol e cerveja são uma mistura perigosa que assassina literalmente os neurônios. Igual a câncer no cérebro.

Cerveja, tô fora! Pelo menos eu não estou a fim de ser mais um idiota. Alegria tem que vir de dentro da alma e não de um alucinógeno líquido amargo e dopante.



















quarta-feira, 13 de abril de 2011

Também fui um "bobão". Mas eu só quero fazer os outros felizes

Nada justifica a violência. Não é porque a sociedade excludente em que vivemos só vive nos desprezando ou maltratando que vamos chegar de maneira descontrolada e revidar dessa maneira. Isso, além de prejudicar muita gente, é uma forma de nivelarmos por baixo, no mesmo nível daqueles que nos prejudicam.

Nós, os excluídos, devemos na verdade é provar a essa sociedade que não somos os loucos que eles pensam que nos somos. Temos que mostrar que nós temos superioridade moral, que sabemos respeitar os outros e que podemos pagar o mal que nos fazem, com benefícios.

Devemos utilizar a nossa experiência dolorosa como meio de evitar que outras pessoas passem por aquilo que passamos e não é com violência que se resolve isso. Pelo contrário, agrava mais ainda o que já é ruim. A Violência serve como "atestado" de tudo de ruim que as pessoas pensam - erradamente - a respeito daqueles que se isolam.

Ninguém se isola porque quer. O ser humano é um ser social, criado para viver em grupos. Se alguém se isola é porque foi reprovado no processo de sociabilização, por causa da não satisfação de uma exigência - equivocada - feita pela sociedade.

Nossa sociedade tem valores retrógrados bastante arraigados. Agir com sabedoria e respeito diante disso é mais do que necessário, já que através de uma atitude responsável e altruísta podemos provar a essa sociedade metida a besta que os rótulos que elas impõem a nós estão mais do que equivocados.

Nós, os excluídos sociais (digo isso com responsabilidade, pois tenho experiência como o "bobão" da turma), devemos agir pacificamente, usar a inteligência que temos para criarmos um diálogo que deixe evidente as nossas qualidades e que através disso, passemos a ser valorizados.

O que Wellington fez, pro incrível que pareça, foi o que a sociedade espera de um bobão: um ato desequilibrado que só joga mais lenha na perigosa fogueira do preconceito contra aqueles que ficam calados na escola. Ao invés de agir com sabedoria, optou pelo infeliz caminho da vingança. Aqueles que tinham preconceito contra ele, continuaram tendo, como um bullying póstumo que ele terá que pagar por "confirmar" uma ideia preconceituosa.

Eu fui um bobão. Meu déficit de atenção me impedia de agir como a maioria das pessoas agia. Mas sou espírita, tenho boa educação e nunca deixei a vingança toma conta do meu coração, por mais revoltado que tivesse contra o que fizeram comigo.

A revolta é compreensível, mas nunca pode ser transformada em violência. A revolta deve ser manifestada com reivindicações inteligentes, sempre mantendo o respeito ao próximo, principalmente em quem vive rindo de nossas caras e deve ser usada para que tomemos atitudes sérias para que outras pessoas não sejam vítimas de desprezo e de bullying.

Uma coisa que ninguém sabe: respeitar não é deixar de lado. Desprezo também é uma forma de desrespeito. Devemos sempre manter contato sobretudo com pessoas fechadas, excluídas, fazendo-as sentirem amadas.

Espero que este triste episódio sirva de reflexão profunda para uma grande transformação social em um mundo que está prestes a mudar de estágio.

O novo mundo vai precisar de pessoas com mais moral e mais inteligência. São esses que cuidarão da evolução de nossa sociedade, atualmente em decadência.

domingo, 10 de abril de 2011

Um aviso mais do que urgente: algo me preocupa

Refleti sobre a chacina ocorrida em Realengo e depois de uma análise fria, me desesperei. Entrei em pânico. E não foi por causa do episódio em si , mas no que ele pode gerar.

Eu sempre fui uma criança com alto nível de transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). Isso impossibilitava uma sociabilização adequada. Esse mal permaneceu na adolescência e como é uma faixa etária de importante início de sociabilização, dá para imaginar que as consequências foram ainda mais graves do que na infância.

Até a vida adulta, fui daqueles jovens que ficavam sentados sozinhos no recreio enquanto outros se divertiam e conversavam. Só comecei mesmo a tratar o TDAH a partir dos 30 anos. Hoje me socializo melhor, mas sem estabilidade afetiva e profissional, já que nossa sociedade é burocrática, estipula prazos para a realização de anseios de maneira plena. Por causa do TDAH muitas oportunidades foram para o lixo.

Porque eu estou contando isso? E o que isso tem a ver com meu desespero? Simples. Porque pensei nos muitos jovens que ficam sozinhos no recreio. Já sofrem o preconceito de serem diferentes. O fato de serem solitários já ajuda a espantar muita gente desconfiada. Depois dos casos de assassinatos feitos por jovens, a coisa pode se agravar ainda mais para o lado dos já isolados solitários.

É que muitos desses assassinos - preciso dizer não todos -, como no caso recente ocorrido no bairro de Realengo, na capital do Rio, são insistentemente mostrados como "pessoas solitárias", "tímidas" e de "difícil sociabilização". Isso pode gerar um estigma negativo em muitos jovens que tem a dificuldade de sociabilização, transformando essa dificuldade em impossibilidade e gerando danos irreversíveis na auto-estima desses jovens solitários.

Portadores de TDAH, autismo, complexo de inferioridade ou simplesmente com algum traço de personalidade que seja diferente do da maioria, serão tratados como "terroristas" em potencial e isso pode agravar o isolamento dos que já sofrem com isso.

É preciso evitar que se crie um estigma negativo do solitário, dissociando o comportamento violento da carência afetiva. Só uma pequena parcela dos solitários é agressiva e a maioria não tem vida social por falta de oportunidade, por não se adequar ao que a sociedade espera dela. E a sociedade espera demais de uma pessoa.

O que é preciso fazer é conhecer a pessoa solitária, procurar descobrir por que ela está sozinha e tentar sociabilizá-la, convencendo terceiros a aceitar, mesmo com suas diferenças. Assim o solitário deixa tal condição e, vivendo com amigos, aumenta sua auto-estima e passa a assumir um comportamento mais solto e simpático.

Mas achar que todo solitário é terrorista e todo terrorista é solitário é uma falta de informação e de compreensão do que é realmente um ser humano. Precisamos aceitar as diferenças para que vivemos num mundo harmônico e pacífico.

Ser normal não significa ser obrigado a seguir um padrão. Cada um é dono de sua vida e , desde que não prejudique ninguém, tem o direito de ser diferente. É mais democrático.

E todos perceberão que aquela criança sentada calada num canto durante o recreio é, na verdade, uma pessoa altamente dinâmica e altruísta, aquela que será a companheira de todos e trazer muitos benefícios para a sociedade.

Muitos dos jovens calados cresceram e mudaram a sociedade para melhor, mostrando que o vindouro estigma do jovem solitário como terrorista é falso.

E também tem os terroristas extrovertidos, bastante sociais, pessoas más que tinham personalidade solta e de aparente simpatia: Hitler era social, Al Capone era social, Bin Laden é social, Fernandinho Beira-Mar é social. Gente que usou a influência social e a facilidade de conquistar os outros para fazer maldades.

Portanto vamos parar de associar maldades à solidão. Maldade tem a ver com o caráter, com a evolução moral do indivíduo e não com o fato dele estar sozinho ou não.

Um convite a todos: porque não experimenta conversar com aquele menino ou aquela menina que só ficam calados, sentados num banquinho? Vocês poderão surpreender e encontrar uma pessoa que os poderá fazer felizes. É só tentar.

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COMENTÁRIO: Somente de uns poucos anos para cá, os conceitos de bullying e de TDAH estão sendo difundidos. Se no meu tempo de juventude esses conceitos fossem conhecidos, teria sido muito mais fácil de resolver os problemas que eu tive e teria entrado no momento certo na vida profissional e na vida afetiva.

sábado, 9 de abril de 2011

A histeria da mídia e da sociedade perante o ocorrido em Realengo

Os meios de comunicação, sobretudo os popularescos, trataram o assunto da chacina do Realengo com muita parcialidade, excesso de emotividade e falta de informação. Preferiram tratar o assassino como se fosse um bandido ou um louco, como se tratá-lo desta forma pudesse resolver o problema. E não resolve. Nem o problema que ele criou muito menos os problemas que estavam por trás disso e que todos preferiram ignorar.

Porque é mais conveniente para a sociedade o maniqueísmo de "bem" contra o "mal". A população se esquece que ninguém é 100% bom ou mau e que em atitudes como a tomada pelo assassino está por trás um histórico de intensa infelicidade que resultou em ódio, convertido na chacina que acabou acontecendo infelizmente.

E não adianta estampar o nome das vítimas com asas de anjo, como fez um jornal popularesco. As vítimas nem eram mais crianças e sim adolescentes. Não existe adolescente puro, pois é justamente nesta faixa etária que os instintos e as más tendências começam a aflorar. mania da sociedade de achar que adolescente e criança é a mesma coisa. O dia em que os grandes juristas separarem um estatuto para crianças e outro para adolescentes, vai ficar mais fácil de resolver quais quer problemas.

Colocar assas junto aos nomes das vítimas foi de uma histeria sensacionalista e desesperada, na inútil crença de que prestar uma "homenagem" desta forma, talvez "pudesse" reparar a dor pela ausência dos jovens. Não adiantou nada essa pieguice toda. Só faz piorar o sofrimento de parentes e amigos dos jovens mortos.

Os brasileiros tendem a se comportar de maneira muito histérica diante da morte. Vide as besteiras ditas sobre Michael Jackson, implantando qualidades postiças que ele nem mesmo tinha em seu melhores momentos, fazendo uma confusão que só conseguiu ser aceita por quem não conhece o histórico da música mundial.

Em mortes de jovens, a histeria é maior. Parece que no Brasil, jovens são proibidos de morrer. Não são, não. Cada pessoa vem com seu prazo de validade determinado pela providência, de acordo com a missão de vida que está destinada a ele. Muitos jovens morrem cedo para servir de lições aos que ficam. mas num país onde católicos e evangélicos mandam até na política, mesmo com o Estado Laico garantido por lei, a histeria é inevitável.

Portanto a mídia se comportou de maneira histérica, parcial e burra diante de um fato que iria acontecer de qualquer maneira, cedo ou tarde, já que toda a paz, a bondade e o companheirismo do brasileiro é só fachada e que as injustiças que insistem em permanecer por longas décadas garantem a pólvora que provocará uma explosão que virá cedo ou tarde.

Porque o brasileiro nunca sabe prevenir. E com a copa de 2014 vindo aí, numa hora perfeitamente inadequada, com um inacreditável acúmulo de problemas que nunca se resolvem, muitas lições ainda poderão ser tiradas, para que o brasileiro saia definitivamente dessa infância letárgica que quase toda a população insiste em permanecer.

domingo, 3 de abril de 2011

Os homens precisam dizer "não" às mulheres

Estamos acostumados a ver muitos casais em que o homem é facilmente explorado pela esposa, com a desculpa de que ele tem a obrigação de prover e proteger a sua amada. Mas o que quase não acontece é ver um homem reclamando dessa situação, que muitos aceitam com alegria e dedicação quase suicida.

Essa dedicação não recusada cria um mau costume nas mulheres que, a cada relacionamento, vai se acomodando com os benefícios que recebe facilmente, atrofiando as qualidades pessoais e aumentando cada vez mais as exigências, desejando cada vez mais "benefícios".

E assim as mulheres vão se tornando ao mesmo tempo mais interesseiras, abrindo mão do companheirismo e se unindo a homens de personalidade fútil, mas bem sucedidos profissionalmente. Durante o relacionamento, acabam percebendo que aquilo que elas não exigiram - o caráter do parceiro - é que era essencial para o sucesso da relação e acabam se entristecendo, ao descobrirem que não conseguem mudar a personalidade do boçal. Enquanto isso os caras legais que não satisfazem no trinômio dinheiro/porte físico/extroversão, "curtem" a solidão que o destino lhe impôs.

E enquanto aos caras sortudos, mas babacas? Poqeue eles nunca percebem que estão sendo explorados por suas namoradas/noivas/esposas?

Manginas: os homens que só dizem "sim"

Uma vez, eu estava visitando a comunidade do Orkut que critica as mulheres interesseiras e me deparei com a seguinte expressão: "mangina". Os caras estavam reclamando que a culpa de muitos homens estarem com essas dificuldades todas era dos manginas. Até então eu não sabia do que se tratava. Fui pesquisar.

Olhem só. Mangina, é o cara que faz de tudo para agradar a mulher, com o objetivo de nunca perdê-la. É aquele cara que se mata para trabalhar, para enriquecer, comprar carro, roupas caras para agradar as mulheres. Ele não trabalha para o crescimento pessoal e sim para sustentar a "fêmea". O mangina se acha no dever de satisfazer as vontades, mesmo supérfluas, da mulher e ainda acha isso uma honra. Um otário completo. O pior que a maioria esmagadora segue esse modelo.

E graças a esse tipo de homem, que as mulheres transformaram o feminismo numa forma de vingança para o machismo. Ao invés de exigir os seus direitos - trabalhar fora, elas conseguiram: pelo jeito elas só queriam isto - , passam a explorar o macho, sugando dele o que for possível, até a falência completa. E os trouxas, felizes da vida, pensam que estão sendo românticos e altruístas, quando na verdade estão sendo babacas, imbecis, idiotas. E mais um cartão de crédito se estoura.

A maioria dos homens adora uma vida irresponsável: bebedeiras, noitadas, carros em alta velocidade, brigas, sexo irresponsável, etc.. E somando a isso, um casamento por conveniência com uma verdadeira pistoleira, uma sanguessuga de saias que colabora ainda mais para que a vida de um homem acabe na pior.

E na velhice, os homens falidos estão sempre ali, nos bares, com suas panças avolumadas, com cara de depressão, enchendo a cara diante uma TV com um desprezível jogo de futebol, pedindo para pendurar a conta porque não tem mais o dinheiro gasto com sua esposa, que serem beleza, vai se divertir em ginasticas em praças ou numa missa em uma igreja mais próxima.

E assim, os todos vivemos infelizes para sempre: os casados, os divorciados e os encalhados. Até que as nossas regras sociais possam mudar.

É preciso dizer "não"!

Para evitar uma cena deprimente como esta, os homens devem estufar o peito e falar grosso com suas mulheres, freiando os gastos e negando qualquer coisa que for fútil e excessivamente onerosa. Mas também deve dar o exemplo, optando por uma vida mais pacata e sem excessos, bebendo menos (se puder não beber, melhor ainda), saindo menos à noite (noite é pra dormir, pô!), utilizar mais os transportes coletivos e se dedicar mais a esposa, não no sentido material, mas no carinho, no respeito, procurando conversar mais com ela sobre assuntos que possam trazer progresso na personalidade de ambos e o mais importante: saber educar os filhos. Quem educa filho é pai e mãe: essa não é a função de escola, babás e televisão.

E foi bom falar em educação. Ensinar as meninas a não serem interesseiras e aos meninos a não serem submissos a suas futuras esposas, poderá ajudar a acabar com esta interminável guerra dos sexos que acaba por estragar qualquer relacionamento, seja duradouro ou não.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Mentir nunca é bom

Hoje se comemora mundialmente o Dia da Mentira, conhecido também como o "Dia dos Bobos". Às vezes uma mentirinha e outra como brincadeira salutar vale a pena. Ou também necessária, quando a revelação de um segredo puder nos trazer prejuízo. Mas o ideal que é que ninguém mentisse.

Legal mesmo é falar a verdade, confiar nos outros, sabendo que a revelação de um segredo não irá nos prejudicar. Bom mesmo é contar aos outros o que passa em nossas cabeças, desabafar, agir com franqueza.

A franqueza é uma das qualidades que mais admiro e a pessoa que é clara em suas opiniões, naquilo que pensa, merece mais confiança e admiração.

Portanto, vamos brincar, pois é sadio. Mas também vamos aproveitar o dia e refletir se vale a pena enganar os outros sem necessidade. Não falar a verdade em muitos casos é bastante prejudicial.

Pensem a respeito de que se vale a pena mentir, enganar. Melhor não. Viver com a consciência tranquila é a melhor coisa do mundo.

Um dia, quando a humanidade se evoluir e pudermos confiar em todos, não haverá mais necessidade de mentir. E assim poderemos viver plenamente como uma grande família terrestre.

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