domingo, 26 de fevereiro de 2012

Para que servem os dançarinos?

Parece que a música dançante aderiu a essa praga: a dos dançarinos. Com isso, a música se tornou mais visual e menos musical. Dá para perceber que a preocupação com as composições diminuiu, com menor capricho com os arranjos, ausência de melodias e harmonias contraditórias. Tudo para garantir as vendas, se aproveitando do fato de que a visão é o órgão mais sensível do ser humano.

Além de, claro, letras cretinas e malfeitas (normalmente feitas por empresários e/ou produtores, mesmo assinadas pelo cantor) que só falam sobre dois temas: 1. festas (ou danças) ou 2. relações amorosas.

Quase todo show tem que ter dançarinos: o palco fica pequeno com tanta gente saracoteando inutilmente pra lá e pra cá. Mas o que me intriga é que apesar da presença de dançarinos, os intérpretes titulares desses shows, além de não definirem seus shows como "espetáculo de dança", nunca são definidos por mídia e público como dance music (o que ele são de fato). Alguns intérpretes são chamados, de maneira frequente - e errada, de "roqueiros", mesmo sabendo que shows de rock são completamente diferentes e não usam dançarinos.

Mas a questão mesmo é a seguinte: para que serve os dançarinos? Para ensinar os passos de dança para a plateia? para tornar o show mais visual? Para esconder a má qualidade musical? A última alternativa, pelo que se percebe, parece fazer muito sentido.

Sinceramente estão querendo enganar a plateia, que fascinada pelo excesso visual, nem percebe que está sendo enganada e fica por isso mesmo.

E ainda acham que vivemos na melhor fase da cultura mundial...

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

"Não temos mais valores? Então vamos cair na farra!"

Os brasileiros atualmente colocam diversões fúteis e conceitos alienados no lugar de assuntos importantes. Nas atividades culturais inclusive, há uma preferência por obras que não sejam intelectualizadas, que só transmitam lições de vida que sejam apenas sentimentais e a população só se une se for para cair na gandaia e pular bastante, se dividindo e se espalhando quando há chamamento para atitudes sérias.

Atualmente estamos vivendo um "culto a gandaia" impressionante. Para a maioria das pessoas, sair para se divertir as custas de álcool, som alto e sexo irresponsável se transformou no principal objetivo de vida para muita gente. Muitos querem ter emprego e ganhar bem para justamente sustentar esta irresponsabilidade.

Mas porque, em pleno século XXI, quando a sociedade deveria estar mais intelectualizada, consegue ser infinitamente mais ignorante e alienada que a dos anos 60 (que considero a década mais rica da cultura de todos os tempos)?

Não se sabe se isso se dá por uma decepção com o fracasso dos ideais de intelectuais e revolucionários ou apenas por má instrução mesmo. Talvez sejam as duas coisas juntas. Talvez para a sociedade, o tempo livre depois de um cansativo período de trabalho sirva mesmo apenas para descansar e raciocinar seria uma dessa atividades que deveriam cessar nos momentos de descanso. Isso é perigoso.

O que chamamos de lazer, na verdade é o único período que temos para dedicarmos a nós mesmos. O período que dedicamos ao emprego, na verdade envolve serviços e atividades mais para satisfazer os outros do que a nós mesmos. Muita gente confunde trabalho com emprego, o que faz com que as pessoas acreditem que o compromisso de realizar algo produtivo já esteja cumprido pelas horas no emprego.

As elites querem que as pessoas pensem assim e descansem no lazer, se envolvendo em atividades cada vez manos produtivas e intelectualizantes. A elite acredita que o tempo livre para o lazer é perigoso se utilizado de maneira intelectualizada, já que muitas das manobras que garantem a manutenção das injustiças de nosso cotidiano, podem ser descobertas, se checadas pelo cidadão em seu tempo livre. Melhor mantê-lo ocupado e alienado simultaneamente.

E aí surge aquela "maravilha", que nas palavras de Arnaldo Bloch, descendente da família que fundou a Revista Manchete foi chamada de "anti-cabecismo": o desprezo e a aversão a tudo que for intelectualizado, admitindo apenas o empréstimo do rótulo para coisas menso sábias. Ou seja, odeia-se o intelectual, mas chama algum nome fútil de "intelectual", colocando-o no lugar do verdadeiro sábio, solenemente desprezado pela sociedade.

Todos querem parecer inteligentes, mas somente poucos querem ser inteligentes de fato. Ser inteligente exige esforço. Ser inteligente exige abrir mão de crenças irracionais que dão conforto a quem acredita. Ser inteligente significa ir contra autoridades e ídolos que se aproveitam da capacidade de persuasão para se beneficiar oferecendo falsas promessas a quem os segue. Como vê, ser inteligente de fato é difícil e até doloroso. Mas para quem se arrisca é sempre recompensador.

Mas não é isso que a sociedade quer. Com medo de romper com crenças, ídolos, autoridades, com a vida paliativa que possuem, preferem se manter na ignorância, se divertindo de maneira descontrolada, achando que está exercendo o maior de seus direitos.

Queda de valores de todos os tipos

Noto que vivemos numa sociedade sem valores. A população está perdida e com isso, acha que é melhor "deixar para lá" e "curtir a vida". Não temos mais valores sociais, morais, éticos, intelectuais, estéticos e de qualquer tipo. Essa ausência de valores faz com que a sociedade largue tudo, pois não tem nada para se "segurar", nenhuma ideologia a seguir.

Se a ideologia é uma necessidade básica e ela está ausente, então algo terá que ser colocado no lugar, certo? E aí aparece a famosa teimosia das pessoas a defenderem seus gostos e crenças postiços, impostos pelo sistema e aprendidos durante anos. O conjunto de crenças e gostos é frenquentemente defendido, com direito a muita raiva e até brigas, já que este conjunto substituiu a ideologia que deveria haver.

A ideologia depende de valores, sem estes, nenhuma se sustenta. O jeito para as pessoas é ficar com as crenças e defender com unhas e dentes o direito de ser alienado, sem usar este rótulo, levando uma vida de lazer irresponsável e isenta de intelectualidade, jogando fora uma grande oportunidade de fazer algo produtivo para a sociedade e permanecendo preso no cárcere cruel da ignorância, fazendo com que enxergue o mundo de maneira bastante míope, quase cega.

Pois não dá para enxergar o mundo como realmente é sem o raciocínio. Posar de inteligente é muito bonito, mas sê-lo, nos protege contra oportunistas e nos mantem vivos e ativos.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Carnaval é isso aí...



Todos unidos sem um só ideal...

Para não ser sisudo, precisa ser idiota?

Toda vez que uma pessoa alienada recebe uma crítica por uma postura considerada alienada e/ou ridícula, automaticamente vem a resposta de que "ninguém precisa ser totalmente sério". Tudo bem, até aí eu concordo.

Mas não ser excessivamente sério tem que ser sinônimo de ser idiota? Será que não existe o limite entre ser alegre e ser cretino? Porque será que muitos não possuem o discernimento de separar o que representa a alegria verdadeira da cretinice e da ridiculosidade?

Por isso que somos reféns do futebol, do carnaval, da televisão, da cultura de péssima qualidade, das drogas lícitas - e ilícitas também, do lazer irresponsável e alienante, entre outras coisas, numa pseudo-alegria que não nos anima, apenas nos ilude como um entorpecente que para oferecer o prazer desejado deve ser consumido em quantidades cada vez maiores, que gradativamente ainda não trarão a sensação desejada.

Dá para ser alegre sem ser idiota. O que falta para a sociedade é aprender o limite de tudo. Ser sisudo é tão ruim quanto ser idiota - muitas vezes dá para ser os dois juntos, como nos casos dos "admiráveis" homens de negócio que chagam a ser ridículos de tão sérios.

Vamos combinar de tentar descobrir os limites entre ser alegres e ser idiotas? Todos amadurecerão com isso.

E então: precisa ser idiota para se sentir alegre?

Blocos lucram muito mas gastam pouco com carnaval, em Salvador

OBS: Recebi este e-mail de uma amigo meu que mora lá e ele confirma o que sempre acreditei e que fatos comprovam. Apesar do texto não ter autoria comprovada, quem não é alienado sabe que o que está contido nele é verdade.

O carnaval, assim como todas as festas no Brasil (copa e olimpíada incluído), não foi feito para fazer a população se divertir e sim lucrar com este fato. Sabe-se que o povo brasileiro é maluco por lazer, colocando-o acima de assuntos mais sérios, o que transformou o país na "pátria mundial do entretenimento", fazendo com que o investimento na diversão gere lucros garantidos.

Mesmo assim, os empresários do entretenimento pouco ou nada investem nesses eventos, já que os custos são pagos pelos impostos pagos pela população. Ela gosta de diversão, mas mal sabe a maldade que está por trás, com gigantescas máfias gananciosas que vivem de arrancar fortunas dos sorrisos modestos de gente que mal tem o que comer.

Está mais do que na hora da população perder a ingenuidade infantil e saber que na produção do entretenimento existe gente tão cruel quanto qualquer bandido que saca o revólver para você durante um assalto. Bandidos também têm seu momento de alegria e simpatia, sorrindo para todos que os acolhem.

CARNAVAL DO APARTHEID

Via e-mail - Autoria não creditada

"O que mais preocupa não é o grito dos violentos,
nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética.
O que mais preocupa é o silêncio dos bons." Martin Luther King

"Faturamento de um camarote de carnaval: R$ 14,4 milhões. Taxa que paga à prefeitura: R$10,58. Ser empresário de bloco ou camarote no Carnaval, na Bahia, não tem preço!

Números reveladores do Carnaval da Bahia, foram publicados na Revista da
Metrópole desta sexta:

O bloco Camaleão fatura, sozinho, apenas com a venda de abadás, R$ 6,65
milhões.

O Me Abraça fatura R$ 5,4 milhõesdo mesmo jeito, fora patrocínios. O Corujas fatura 4,94 milhões. Tudo isso em apenas três dias.

Já os camarotes faturam assim:

- O do Reino, R$ 7,2 milhões;
- Nana Banana, R$ 6,2 milhões;
- Camarote Salvador, R$ 14,4 milhões.

Tudo isso fora os patrocínios.

Mas, por outro lado, sabem quanto um empresário paga de taxa à Prefeitura para montar um camarote no circuito do Carnaval?

R$ 10,58 de taxa inicial e mais 42,34 por metro quadrado. Uma pechincha. Um achado. Uma oportunidade da China. Ou seja, os empresários não bancam, nem de longe, o custo da festa.

Então, quem banca? O Governo do Estado e a Prefeitura investem R$ 30 milhões para colocar polícia na rua, realizar a limpeza, montar e desmontar toda infra-estrutura, pagar equipes de saúde, etc, etc, etc.

Porém lembrem-se: o dinheiro do Governo do Estado e da Prefeitura sai do nosso bolso.

E considerando que pesquisa divulgada recentemente no A Tarde constatou que 76% da população de Salvador não pula carnaval, e mesmo os 24% que pulam ficam espremidos entre tapumes e cordas de blocos, bancar essa festa imensa com dinheiro público fica mais injusto ainda. Tá na hora dessa conta mudar de mãos: quem fatura com o Carnaval é que tem que bancar a festa.

Eu gostaria muito de saber a opinião dos que criticam o Bolsa Família como uma “esmola que deixa o povo dependente do governo” para saber o que eles acham dessa “superesmola” que dá lucro absurdo a empresas e mais empresas no carnaval, às custas dos investimentos públicos.

Tudo precisa ser mudado.

Quer fazer Carnaval, faça para o povo baiano também!...

Em tempo: a Daniela Mercury ficou revoltada com a Prefeitura porque não atenderam ao seu pedido de elevar a altura dos fios da rede eletrica; segundo ela, o seu novo trio ficou um pouco mais alto o que colocaria sua vida em risco; o custo desse pedido, só no circuito da Barra seria de mais de 3 milhões de reais;

Já comprou seu abadá do próximo carnaval? Não? Então corra que está acabando!...

ENQUANTO ISSO!!!...

O hospital Martagão Gesteira declara que a Prefeitura de Salvador há dois meses não recebe uma dívida de R$ 2 milhões e o hospital corre o risco de fechar este mês e 700 crianças ficarão sem tratamento, mas para o carnaval nos bairros da Barra-Ondina foram gastos sem titubear R$ 60 milhões pelos gestores municipal e estadual.

O carnaval é prioritário, a saúde não!

Isso é Salvador-Bahia-Brasil....................

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Não dá para falar em paz no carnaval atual

Sei que muita gente não vai gostar do que escrevo aqui. Mas é preciso dizer que a ideia de paz está ligada a uma vida mais tranquila, sem a loucura do álcool e sem o erotismo desenfreado do carnaval.

Segundo especialistas em energia espiritual, o carnaval é a época onde a energia negativa está mais forte e onde devemos estar atentos com a nossa vibração espiritual. Espíritos de má índole visitam o Brasil para satisfazer os seus vícios e penetrar na sintonia de algum encarnado afim. Como espíritos não têm corpo, eles necessitam de um encarnado com os mesmos vícios para satisfazer suas "necessidades" materiais. Espíritos atrasados ainda vivem a materialidade em seus perispíritos.

Algo que garante o baixo nível energético da maior festa brasileira, sem levar em conta de quanto menor senso moral e intelectual, maior o interesse por festas mundanas, é o consumo de bebidas alcoólicas, que mesmo na menor dose, altera significadamente a capacidade de percepção das pessoas e mata parte dos neurônios. E como o consumo é obrigatório em eventos desse tipo, conhecemos o resultado.

Para a maior parte dos brasileiros, o significado de paz é distorcido. Creio que para a população, paz é um estado de comportamento onde as pessoas se desprezam mutuamente. Acham que se não estão fazendo mal, estão fazendo bem. Nada disso. Desprezo também é ofensa. E gera dívidas.

Paz, na verdade tem a ver com tranquilidade, com amor, com vontade de crescimento moral e intelectual. Paz se encontra nos parques floridos. Paz se encontra num arco-íris no céu. Paz se encontra nos peixinhos do aquário. Paz se encontra em uma biblioteca silenciosa. Paz se encontra até mesmo numa centopeia andando calmamente.

Paz não tem a ver com barulho, com traseiros rebolando, com gente bêbada caindo, fogos, bombas. Carnaval nunca é paz: é tensão, é adrenalina correndo, é confusão. Não por acaso, a palavra "carnaval" já é utilizada como metáfora para a ideia de confusão: "nossa, isso aqui está parecendo um carnaval", com alguém que comenta sobre um quarto desarrumado.

Portanto, quando alguém fala em paz relacionada a carnaval, não é aquela paz verdadeira e sim o conceito que a maior parte dos brasileiros tem sobre a paz: ausência de violência. Só isso.

Violência no sentido de pancadaria, tiros, brigas, etc. A violência psicológica ainda não é vista como "violência" em nossa sociedade.

Graças a confusão que faz com que a moralidade seja confundida com moralismo, fica difícil para definir aos foliões o que impede o carnaval de ser considerado como evento da suposta "paz verdadeira". Não consigo ver paz em uma multidão espremida, bebendo em excesso, fazendo putaria e com um barulho ensurdecedor. Isso realmente não é paz.

Cada ano que passa, o carnaval e outras festas e badalações vão perdendo adeptos. São coisas que têm muito a ver com a baixa evolução espiritual do planeta, que está prestes a acabar, já que entraremos em uma grande transformação espiritual a partir do ano que vem.

As pessoas precisam entender isso, pois paz tem muito a ver com tranquilidade, algo que foge dos gritos, ruidos estridentes e música ensurdecedoras.

Sinceramente, carnaval é o oposto à palavra paz. Não dá para juntar as duas coisas.

Quem um dia a paz possa realmente reinar neste país.

Onde as mulheres procuram amor, só encontram curtição

Impressionante. Durante todo o ano, em lugares comuns do cotidiano, as mulheres nunca paqueram. Sequer sorriem diante de uma paquera iniciada por um homem. Só "dão mole" em festas e afins. Agora, no carnaval, resolveram "correr atrás de machos", tomando todo o tipo de iniciativa.

Isso é triste, pois festas não são o melhor ambiente para conseguir um parceiro para uma relação estável. As chances são quase nulas. Quem vai para festa geralmente só quer o amasso instantâneo e só. É o tipico amor descartável, conhecido como "amor de verão". Curtição pura e vazia que não acrescenta nada a evolução ética e intelectual do ser humano. Muitas vezes o contrário, uma excelente forma de impedimento desta evolução.

E quem quer uma relação estável? Quem gosta de paquerar de maneira tranquila? Não tem direito de arrumar uma companheira? Sou obrigado a ir a festas para arrumar uma mulher para mim? Claro que não! Vivemos em uma - em tese - democracia!

Pior que até agora ninguém apareceu com uma explicação para isso. Quando eu tentei esclarecer esta dúvida numa comunidade do Orkut, quem respondeu preferiu me ofender do que esclarecer minha dúvida. Foi mais fácil fazer isso. Até porque até mesmo que se dá bem com paqueras desconhece porque isso acontece. Até porque vencedores não costumam procurar explicações para suas vitórias.

Claro que eu quero tomar iniciativa. Mas quero que a mulher demonstre afeto, ou no mínimo algum interesse. Eu acho gostoso a mulher reagir de forma carinhosa a uma investida. É uma prova de que a mulher tem capacidade de gostar de mim. Se fosse o contrário, como defendem a maioria dos homens, acabaria me casando com uma "parede" que com o tempo, não me dará a mínima, preocupada apenas em limpar a minha conta bancária, gastando com besteiras. A troca de afeto é indispensável no processo de conquista. Quem discorda é insensível e só quer coito.

E então, porque as mulheres agem assim? Não sabem que geralmente arrumam os piores caras como maridos desta forma? Que os companheiros ideais gradativamente vão deixando de ir a festas de todos os tipos? Por isso que diante das câmeras dizem que "está faltando homem". Não está faltando. Elas é que estão procurando nos lugares errados.

Porque elas não paqueram em lugares onde possam ter maior chance de encontrarem caras dispostos a um relacionamento estável? Eles existem, são muitos, mas não vão a festas. Uns até vão, por obrigação social ou por desespero - sabem que nas festas é mais fácil arrumar mulher. Mas quem tem a auto estima em bom nível, nunca vai procurar uma companheira em uma gandaia vazia de romantismo.

De qualquer forma, se as mulheres não mudarem de atitude, ou vão ficar sozinhas, ou vão se casar com beberrões que só sabem se divertir de uma forma: sentados num sofá, vendo um repetitivo jogo de futebol numa televisão, com uma mão segurando uma lata de cerveja e outra apalpando a enorme barriga, tratando suas esposas como meras escravas de suas vontades.

Quase sempre as "histórias de amor" no Brasil terminam desta forma. Com um sapão branco, gordo e gosmento no meio da sala. Croac!

domingo, 12 de fevereiro de 2012

A evolução de música brasileira através da sua decadência? Essa não!

Os elogios exagerados à Wando e uma declaração da cantora Céu, além do sucesso de Michel Teló e da consagração de ritmos de mau gosto como o "funk" carioca e o tecnobrega, além de uma série de fatos que observo, acabam trazendo uma péssima notícia para a cultura brasileira. pelo jeito, muitos acabaram se convencendo de que a música brasileira vai se "evoluir" através de sua decadência.

Céu deu uma declaração de que acha "maravilhoso" a música brega, ouvida nas beiras de estrada. Outra cantora surgida simultaneamente com Céu, Tiê, já havia decidido regravar algumas músicas bregas em seu repertório. É triste pois essas cantoras não são bregas e não sabem que estão entregando as suas cabeças para a guilhotina.

Tudo está relacionado com a apologia a pobreza, que a mídia faz com insistente repetição e que a sociedade resolveu aderir. Até porque é mais fácil - e barato - comprar um microfone e uma câmera e dar a um pobre do que melhorar as suas condições de vida. melhorar a sua educação, nem pensar, já que pobre conscientizado é uma perigosa ameaça às elites.

Evolução se dá pela soma de qualidades, não pela sua subtração

Não sei que tipo de evolução as pessoas, incluindo alguns artistas e intelectuais querem para a música brasileira. Parece que todo o aprendizado que tivemos na música brasileira de muitos anos para cá deve ser jogado na lata de lixo, com a valorização de ídolos medíocres que nada fazem além do que algum cantor de chuveiro faz.

E é justamente essa similaridade com o cantor de chuveiro que é vista como "qualidade" pelos defensores do popularesco (axé, pagode, "sertanejo", "funk", brega e similares), já que estes acreditam que o que considero burrice e falta de vocação cultural é na verdade uma "pureza" que foi "recuperada" da música primitiva. Quem defende a decadência musical certamente confundiu precariedade com "pureza".

No passado notava-se um desenvolvimento da qualidade musical, que teve o seu auge na segunda metade da década de 60. Acreditava-se que tudo iria caminhar para a frente. Mas não caminhou. Um bando de bregas, já no início dos anos 70, já formatava a decadência musical por meio de cançõezinhas que pareciam ter saído de trabalhos infantis para uma escola. Coisas que negavam as qualidades novas que apareciam nas musicas que estavam se desenvolvendo.

Aos poucos, todo o aprendizado musical iria por água abaixo. Cada geração aparecia algo pior, e o ruim de antes, passa a ser considerado bom, tirando das pessoas a noção de "qualidade" transformando o medíocre em genial e levando os verdadeiros gênios ao esquecimento.

E essa falta de referenciais causada pelo esquecimento de nomes de verdadeira qualidade faz com que a música seja julgada não pelo que é, mas pelo que não é. Por exemplo, se numa época o axé de Chiclete com banana é considerado ruim, com o passar dos anos, surge algo pior, como o arrocha e o Chiclete com Banana, antes tido como o pior da música, passa a ganhar "respeito", só porque surgiu algo pior que aquilo que já era ruim. E desta forma, a qualidade musical vai gradativamente caindo.

Há esperança?

E a pegunta que não quer calar é: há esperança de não sermos mais enganados pela decadência cultural? Há se tomarmos algumas medidas:
- desenvolver o senso crítico
- ser mais exigente com a qualidade das músicas
- não julgar o valor cultural baseado no gosto pessoal
- não acreditar em tudo que a mídia oficial diz
- procurar referenciais do passado
- ler bastante livros sérios sobre música
- não ignorar os críticos musicais, mas ouvi-los com discernimento

Se estas medidas foram tomadas, talvez a breguice toda que se transforma em um modismo epidêmico caia de popularidade e possa desaparecer como uma brincadeira de criança que não co,bina com a maturidade de uma sociedade que necessita crescer.

A música faz parte da linguagem de um povo. E o popularesco é o nosso "gu-gu-da-dá" . Livremos dele para que possamos evoluir a nossa cultura e desenvolver nossas mentes. Senão ficaremos presos na infância insistente que achata a nossa auto estima.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Nunca peça conselhos a outro homem para conquistar mulheres

Vivemos num mundo competitivo. Há poucos bens para muita demanda. Por isso são criados obstáculos para que apenas os que consegue ultrapassá-los possam ter acesso a esses benefícios. Esses obstáculos nem sempre são caracterizados por exigências justas, pois o importante não é dar o benefício aos mais capazes, mas àqueles que satisfazem às exigências de quem oferece o benefício. O que interessa é apertar o funil.

Por isso, eu digo: se você é homem, nunca peça conselho a outro homem para conquistar mulher. Vai se dar mal. Porquê? Pelo prosaico motivo de que não se pode ajudar concorrente. Nunca se deve dar uma senha ou uma chave para que o outro abra e tire aquilo que foi conquistado ou que se planeja conquistar. Quando há muita demanda para bens escassos, algo tem que ser feito para que apenas parte dessa demanda tenha acesso ao benefício. Lei da oferta e da procura, of course, my horse.

Mas aí vão dizer: mas todo macho é amigo, se ajuda. Mito! O homem é o lobo do homem. Ninguém vai ficar dando dica para outro.

Cansei de visitar comunidades e blogues atrás de dicas e são sempre aquela pasmaceira de "vá para a festa e fala". Nunca dizem o que as mulheres querem, qual o assunto favorito delas, como devo agir, dicas infalíveis de como corresponder aos que as mulheres realmente desejam.

Antes que alguém me trate como aberração de circo, eu aviso que já namorei muito na minha vida (mas nenhum dos relacionamentos foi sério). Só que com mulheres fáceis de conquistar, normalmente com beleza e intelecto um pouco atrofiados. Não que eu seja tímido - não me considero como tal - mas não sei como começar a conversa com uma desconhecida que não demonstra interesse. Gostaria mesmo de conquistar mulheres que correspondam ao perfil que eu desejo. essas normalmente são difíceis, apesar da maioria estar comprometida. Tem homem que foi feito para ser feliz.

Voltando ao assunto proposto. Claro que, ao tentar procurar ajuda, vai haver um show de hipocrisia, com os amigos da onça dando conselhos superficiais do tipo "vai lá e fala". A perversidade é bem sucedida quando ela é dissimulada. Mas o segredo, segredo mesmo, aquilo que faz uma mulher cair na rede feito sardinha, nunca é dito. Até porque, na maioria dos casos, nem os bem sucedidos sabem como conseguiram. Não sabem mesmo.

Pois, na maior parte dos casos, é a sorte que é a responsável pelo sucesso na vida afetiva. É só estar no mesmo lugar de uma mulher que procura o determinado tipo de perfil em que você se encaixa. Um exemplo: um cara baixinho e sensível deverá estar no mesmo lugar que estiver uma mulher a procura de um baixinho sensível. Simples, não? Não mesmo.

Mas o que interessa é contar com a sorte e quando a oportunidade aparecer, agarrá-la como se fosse o último dia de sua vida. Concorrente só quer que você se ferre e fará com que você seja eliminado do caminho dele, para que ele possa usufruir tranquilamente de sua conquista.

Minha mãe sempre me disse para nunca confiar em estranhos. Com a competitividade do mundo atual, é melhor seguir os conselhos da velha. E esperar a sorte grande dar as suas caras.

Acho melhor pegar um trevo de quatro folhas. Para mim, nunca funcionou, mas pelo menos o trevo é bonitinho.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Ninguém melhora a sua arte depois de morto

A falta de informação das pessoas e a falta de referências culturais sólidas tem gerado uma confusão inacreditável que faz com que fãs enxerguem em seus ídolos algo muito superior ao que eles foram de fato. A mídia conseguiu criar um estrago ao ensinar errado toda a historiografia cultural por meio de distorções de informação, além da ocultação de nomes culturalmente superiores.

Soma-se isso ao cacoete que o brasileiro tem de transformar qualquer morto em "santo" e teremos uma histeria coletiva de fãs, que coloca valores muitas vezes imaginários em seu ídolos. Coisas inclusive que nem fazem parte da biografia de muitos astros.

Com a morte de Michael Jackson foi assim. E está sendo com Wando a mesma histeria. Exagheram na importância de ambos que na melhor das hipóteses são apenas "medianos". Mas a histeria consegue transformá-los em "deuses" da música , superiores mesmo de muitos nomes realmente relevantes à cultura mundial e nacional.

Essa histeria é baseada na carência pessoal dos fãs e na falta de informação adequada sobre a trajetória de seus ídolos e sude sua importância para a historiografia musical, algo que é propositadamente distorcido pela grande mídia, interessada em vender o lucrativo produto.

Se pudessem ir atrás de outras fontes de informação, perceberiam o verdadeiro valor desses ídolos e evitaria a menção de bobagens homéricas que ultrapassam as rais do absurdo.

Custava, ao invés de dizer "fulano foi importante para a música", "sua música vai ficar para sempre", apenas dizer "a musica dele marcou a minha vida pessoal"? Seria muito mais honesto e coerente com a escassa informação cultural de seus fãs, que não se esforçam para conhecer a verdadeira trajetória sequer de seus próprios ídolos.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Se os integrantes do Restart morressem, iriam virar "mestres"?



Com a morte de Wando, a mesma histeria observada durante a morte de Michael Jackson, que coloca qualidades fictícias ao ídolo morto reaparece.

Já imaginou se os ultra criticados integrantes do Restart (que são realmente uma merda) morressem? Será que o velho discurso de "gênios da música" reapareceria?

A histeria do luto pela morte de um ídolo fútil o transforma em "deus da intelectualidade cultural"

Com a morte do cantor brega Wando, a histeria comum aos brasileiros que se desesperam com a morte de alguém começa a aparecer, resultando a elogios exagerados que o colocam no mesmo patamar de quem realmente fez algo de relevante para a cultura.

Quando Michael Jackson morreu, a mesma histeria dos fãs também favoreceu o surgimento de elogios histéricos que demonstravam a total falta de informação sobre a história musical e até mesmo sobre o ídolo então recentemente morto, colocando-o num contexto muito diferente ao que ele realmente fazia parte.

E, sinceramente, só a histeria pode explicar porque um brega fanático por calcinhas agora é tratado como "gênio da MPB" só porque morreu.

Como podem comparar um cantorzeca como esse com verdadeiros intelectuais como Cazuza, Renato Russo e Chico Science?

E os mestres do passado, Rodrix, Jobim, Radamés, Cartola, Noel, Caymmi, como ficam? Equiparados a um reles colecionador de calcinhas de aparência ridícula?

Tem gente que acha que a música vai evoluir por causa de uma coleção de calcinhas...

Por isso que a cultura brasileira não para de despencar...

Cultura fraca, povo fraco. Fiquemos com o Brasil do jeito em que está. Talvez mais uma taça conquistada no futebol possa salvar a humanidade brasileira.

Pelo que se observa, se os integrantes do Restar morressem, logo iriam ser tratados como gênios.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Tudo pelo social



Brasileiro é povo gozado...

- Toma bebidas alcoólicas para agradar os outros
- Segue uma religião para agradar os outros
- Se veste para agradar os outros
- Compra carro para agradar os outros
- Arruma namorado/a para agradar os outros
- Gosta de futebol para agradar os outros
- Ouve aquele "artista" para agradar os outros
- Assiste aquele filme para agradar os outros
- Coloca tatuagem para agradar os outros
- Se casa para agradar os outros
- Faz filho para agradar os outros
- Se forma naquela faculdade para agradar os outros
- Vai para as festas noturnas para agradar os outros
- Adere aquele modismo para agradar os outros
- Tem costumes para agradar os outros
- Defende certas ideias para agradar os outros
- Segue regras para agradar os outros
- Faz tudo para agradar os outros

Enfim, os brasileiros não gostam de nada, não pensam em nada.

Querem apenas "se jogar para a plateia".

Vive... para agradar os outros.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

O que querem as mulheres?



Realmente ninguém sabe realmente o que as mulheres procuram em um homem. E ninguém ainda conseguiu descobrir.


- Pra quê homem rico? Para estourar todo o orçamento dele e levá-lo a falência?

- Pra quê homem alto? Pra trocar lâmpada sem subir escada?

- Pra quê homem de pele branca? Para ele ser enxergado no apagão?

- Pra quê homem forte? Para espancar outros homens e ir em cana por causa disso?

- Pra quê homem fumante? Para contrair câncer dele e morrer logo em seguida?

- Pra quê homem bebum? Para aturar ele chegando embriagado de madrugada falando besteiras?

- Pra quê homem falante? Para aguentar as bobagens que ele dirá todos os dias?

- Pra quê homem bem humorado? Para ele ficar contando piada o tempo todo?

- Pra quê homem sério? Para ele congelar sua cara feia numa carranca mais feia ainda?

- Pra quê homem maduro? Para ele morrer no dia seguinte?

- Pra quê homem com carro? Para guiá-la a lugar nenhum?

- Pra quê homem com auto confiança? Para ele se achar o melhor de todos?

- Pra quê homem que sabe dançar? Para te deixar tonta e cair?

- Pra quê homem atleta? Para fazer você morrer de cansaço?

- Pra quê homem atraente? Para as outras mulheres levarem ao piscar de seus olhos?

- Pra quê homem executivo? Para aguentar vê-lo longe, trancado em um escritório?

- Pra quê homem famoso? Para se sentir uma "Zé-Ninguém" ao lado dele?

- Pra quê homem desejado pelas outras mulheres? Para qualquer outra tirá-lo de você?

- Pra quê homem privilegiado? Para ele se achar o tal e te jogar fora depois?

- Pra quê homem decidido? Para ele decidir te abandonar na melhor hora?


Realmente mulher não sabe escolher homem...

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Tatuagem não prova amor

No mundo medíocre em que vivemos, ser burro está na moda. Aliás, burros adoram modismos. Legal imitar os outros para se sentir incluído na sociedade. O problema é que na ânsia de imitar os outros, ninguém checa se algo é válido ou não.

Algum demente enfiou nas cabecinhas avoadas da sociedade que a maior prova de amor é tatuar o nome da pessoa "amada" no corpo. A lógica prova que isso nada tem a ver com amor e é mais uma forma dos insensíveis e/ou interesseiros dizerem para a sociedade que amam, sem amar de verdade. Aliás, me parece que a ideia é essa mesmo, externar um amor que não existe.

Tatuagens já não são uma boa ideia. Corpo não foi feito para pinturas. Quer ficar bonito? mande fazer uma roupa impressa com a figura desejada, ora. Lojas de xerox imprimem camisetas com a estampa desejada pelo cliente. Não precisa pintar o corpo.


Tatuagens antigamente eram feitas apenas por maus caráter ou por gente bruta. Com o tempo, foi ganhando estigma de rebeldia. Como modismo, se tornou uma forma dos conservadores fingirem que são rebeldes, sem mudar a sua ideologia, garantindo a simpatia da sociedade. Pelo jeito, tatuagem deve ser coisa de fingido.

Nada contra quem faça, mas porque fazer? Não era melhor não fazer? Correr risco de saúde com uma agulha só por causa de um modismo? E quando deixar de ser modismo, vai encarar uma violenta cirurgia que pode deixar sequelas graves na pele? Quer ficar deformado?

A prova de amor tem que vir da alma

Pelo jeito as pessoas que não sabem desenvolver emoções, preferem pegá-las de fora, como se fossem próteses de amor, próteses de alegria. Já falei sobre o consumo de cerveja, uma das maiores formas de implantar alegria artificial no coração daqueles que não a tem. Agora há a tatuagem do nome do "amado" (aspas aparecem porque não considero forma de amor verdadeiro) como forma de implantar um amor postiço.

Ora, num mundo onde as pessoas não praticam o auto-conhecimento, não há como conhecer o outro. Fica difícil amar o outro e até a si mesmo. Por isso as pessoas preferem viver uma vida irresponsável de riscos e baixaria, dando a isso o nome de "liberdade".

E quem não se ama, não tem condições de amar ninguém. E não é uma tatuagem com algumas letrinhas que irá resolver isso.

Reflitam profundamente sobre a pessoa que escolheram como parceira e tentem desenvolver algum afeto por ela. Não confundam afeto com sentimento de posse. Isso é para objeto, não para pessoas. Amor inclui altruísmo e responsabilidade. Não um nome escrito na pele.

Quem quiser tatuar o nome, faça. Mas para de dizer que isso é uma prova de amor. isso só prova que quem faz isso é um modista e que poderá se arrepender mais tarde, com possíveis consequência desastrosas.

Marcadores

Administração dos Blogues (6) Álbuns (9) Alcoolismo (1) Alienação (114) Almoço (1) Alternativo (7) Altruísmo (11) Ambiguidades (1) Animação e Quadrinhos (6) Aniversário (1) Aniversários (14) Anos 60 (6) Anos 70 (3) Anos 80 (2) Ansiedade e Depressão (3) Anti-cabecismo (18) Anti-esquerdismo (6) Anti-humanismo (11) Aplicativos (1) Aplicativos de Namoro (1) Apocalipse e Distopia (6) Apologia da Pobreza (21) Armações Musicais (8) Arqueologia (4) Arquitetura (2) Arrogância (11) Arte (11) Assistencialismo (2) Astronomia (2) Astronomia e Física (3) Ateísmo (1) Autismo (1) Autocrítica (1) Automobilismo (2) Autoritarismo (3) Ava Cantrell (1) Bailee Madion (1) Baixaria (12) Beleza feminina (33) Bichos Fofos (1) Biologia (3) Biologia Marinha (5) Bizarrices (21) Boas ideias descartadas (12) Bom senso (1) Brasilidade (6) Brec Bassinger (1) Brega-popularesco (48) brinquedos (1) Bullying (15) Burocracia (15) busca (1) Camila Mendes (1) Caos Urbano (2) Capitalismo (38) Caráter (3) Carnaval (4) Catástrofes e pandemias (1) Causas Identitárias (2) Causas Trabalhistas (1) Celebridades (70) Censura (3) Chloe Grace Moretz (2) Choque Cultural (7) Cidades (1) Cidades e Localidades (13) Ciência (5) Cinema (14) Cinema Alternativo (2) Civismo (2) Coincidências (6) Comparações (8) Competitividade (4) Comportamento (59) Confiança Cega (4) Confiança nas Instituições (2) Conflito de classes (15) Conflito de Gerações (4) Conformismo (17) Consciência Social (1) Conservadorismo de esquerda (15) Consumismo (16) Contracultura (5) Contradições (8) Convicções Políticas (13) Corrupção (2) Costumes Antiquados (81) Crenças e Seitas (2) Crimes e delitos (1) Crise Financeira (1) Crônicas (1) Culinária (2) Cultura (59) Cultura Alternativa (13) Cultura de Mercado (86) Cultura de protesto (5) Cultura Nerd (49) Cultura Rock (29) Cultura Ruim (47) Curiosidades (27) Decepções (16) Declarações sensatas (13) Democracia (13) Depressão e decepção (6) Desabafos (3) Desconfiança (2) Desejo de mudança social (6) Desenhos Animados (3) Desfiles e Eventos de Moda (4) Desigualdade Social (5) Desprezo a talentos (3) Desrespeito ao Bom Senso (32) Dicas (1) Diplomacia Internacional (1) Direitos Humanos (7) Documentários Científicos (3) Drogas (1) Ecologia (2) Economia (8) Educação (9) Efemérides (31) Egoísmo e Egocentrismo (4) Egoísmo e ganância (1) Egoísmo e Individualismo (6) Eliana Michaelichen (1) Elitismo (4) Emma Myers (1) Emmy Rossum (1) Emprego (2) Entretenimento (20) Entrevistas (1) Erros Culturais (109) Erros de Identificação (3) Escassez (1) Espetáculos (1) Espírito de Manada (2) Esporte (15) Esquerda Caviar (8) Esquerda Cirandeira (3) Esquerda Namastê (6) Esquerdismo Alienado (26) Estatísticas (1) Estereótipos (71) Estilo de vida (3) Estudos e profissões (1) Eventos (5) Exclusão Social (6) Expectativas (1) Exposições e Eventos (1) Fake News (3) Falecimentos (22) Falsa prosperidade (1) Falsa Rebeldia (1) Falta de amor (13) Falta de Conhecimento (3) Família e parentesco (4) Fanatismo (4) Farra e diversão irresponsável (5) Fascismo (7) Feminismo (25) Férias (1) Fernanda Young (1) Festas e danças (5) Festivais de Música (14) Filosofia (1) Fora da Lei (1) Fotografias (1) Fracasso (1) Fuga da Realidade (6) futebol (1) Futebostilidade (3) Gafes (5) Gafes e Declarações Cretinas (2) Ganância e Mercenarismo (13) Gastronomia e Alimentação (4) Gênios incompreendidos (22) Gente Metida (7) Geologia (1) Giovanna Antonelli (1) Gírias e Expressões Idiomáticas (1) Glamorização da Pobreza (22) Grandes encontros (1) Gravadoras e Editoras (5) Hailee Steinfeld (1) Higiene (1) Hipocrisia (29) História (4) Hobbies (2) Humor (32) Ideias Progressistas (1) Identitarismo (2) Ilusões (1) Imaturidade (6) Infância (4) Informações Distorcidas (8) Informática (13) Infra-estrutura (2) Injustiças (17) Instintos (1) Intelectuais (1) Intelectualidade (15) Internet (17) Intervalo (3) Intolerância (3) Inversão de valores (8) Isabelle Drummond (1) Isolamento (4) Jessica Simpson (1) Jogos e Brinquedos (1) Jogos e Passatempos (1) Jovialidade (1) Karen Fukuhara (1) Kathryn Newton (2) Kiernan Shipka (1) Larissa Manoela (1) Legislação (2) Lembranças do Passado (6) Letras de Música (1) Lições de Vida (33) Lily Collins (1) Linguagem (1) Linguística (1) Literatura (2) Livrarias e Bibliotecas (1) Livros (1) Lizzy Greene (2) Lojas e Shoppings (1) Loucura e manicômios (1) Luta por Direitos (1) Machismo (37) Mainstream (11) Maisa Silva (1) Maisie Williams (1) Manifestos populares (7) Manipulação ideológica (18) Maniqueísmo (1) Manutenção (1) Marcas e Grifes (1) Margot Robbie (1) Mariana Ximenes (2) Masculinismo (4) Mau exemplo (6) Mckenna Grace (3) Mecanismos de Busca (1) Medicina e Saúde (11) Mediocridade Cultural (64) Meiguice (1) Meritocracia (1) Mídia (57) Mídia Alternativa (1) Mídia Corporativa (3) Mídia Impressa (1) Mikey Madison (1) Millennials (1) Millie Bobby Brown (1) Miranda Cosgrove (1) Mistérios Resolvidos (1) Mitos desmentidos (38) Mitos e lendas (17) Modelismo (1) Modismo (34) Modismos e Tradições (50) Momento Sedentário Diário (1) Monica Iozzi (1) Monique Alfradique (1) Monotonia & Tédio (2) Monumentos Culturais (1) Moralidade (2) Moralismo (3) Mudanças (2) Mulheres (10) Mundinho Pantanoso dos Famosos (5) Música (40) Música Comercial (16) Música eletrônica (2) Música Erudita (2) Música Eterna (26) Música para os olhos (1) Música Popular Brasileira (6) Música Romântica (2) Namoro e Matrimônios (14) Natureza (1) Neo-conservadorismo (25) Nivelamento por Baixo (1) Nostalgia (1) Notícias ruins (4) Notícias Surpreendentes (41) Novidades (1) Novo Normal (2) Obras-primas (6) Olimpíadas (4) Olivia Holt (1) Onda de ódio (5) Opinião Pública (2) Oportunidades (1) Orgulho Humano (1) Otimismo Exagerado (4) Padronização (1) Patriotada (6) Pausa (3) Pedantismo (1) Pensamento Único (6) Personalidades (5) Perspectivas (18) Pesquisas (4) Peyton Roi List (2) Polêmicas (9) Polêmicas inúteis (6) Política (27) Pop Adolescente (2) Pós-verdade (1) Postagens Íntimas (20) Preconceito (6) Preços Abusivos (1) Preços Exorbitantes (1) Premiações (6) Problemas cotidianos (4) Projetos Caça-níqueis (3) Promiscuidade e Excessos (4) Propaganda Enganosa (19) Proteção aos animais (1) Psicologia (1) Publicidade e propaganda (2) Quadrinhos (3) Qualidade de Vida (9) Quarentena (2) Quebra de Estereótipos (16) Química (1) Rachel Sheherazade (1) Racismo (4) Radialismo (6) Reality Shows (3) Rebeca Andrade (1) Recursos (1) Redes Sociais (39) Reedição de Textos (3) Reflexões (4) Regras Sociais (116) Relacionamentos fajutos (5) Relacionamentos por Conveniência (11) Relacionamentos Secretos (3) Religiosidade (10) Relíquias (1) Resenhas de álbuns (6) Resenhas de músicas (4) Respeito (1) Respeito às Diferenças (2) Retorno (1) Retrocesso (2) Retrospectiva (9) Retrospectivas (12) Revivals e Rebbots (1) Rituais (1) Rock Ruim (9) Romantismo (10) Roupas e Vestuário (1) Ryan Whitney Newman (1) Sabotagem (2) Sandy Lima (1) Seletividade (1) Seriados e Novelas (7) Séries (2) Sessões sensuais (2) Sexualidade (11) Simplicidade (2) Sociabilização (8) Sociedade de Classes (6) Solidão (19) Sósias Semelhantes e Similares (3) Soul & Black Music (1) Subjetividade (4) Submissão (1) Sugestões (1) Surpresas (9) Sydney Sweeney (1) Tabus (1) Tatá Werneck (1) Tecnologia (19) Teimosia (11) Televisão (23) Teorias Conspiratórias (1) Textos alheios (41) Totens e Falsos Mestres (8) Tragédias (2) Transportes (1) Transtornos (1) Tribos e classes sociais (4) Trocadilhos (1) Turismo (3) Ufanismo (2) Ufologia (5) Urbanismo (2) Vaidade e Presunção (1) Vestuário (1) Victoria Justice (1) Vida Afetiva (83) Vida Privada (14) Violência (2) Vitaminada (2) Vitimismo (1) Votações (1) Xenofobia (1) Z-detele (8) Zonas de Conforto (3)