Depois de passar maus bocados com drogas e com um marido que é uma droga (Bobby Brown, que cantava no clone de Jackson-5, New Edition), a cantora Whitney Houston (filha da cantora de disco-music Cissy Houston e sobrinha da cantora soul Dionne Warwick), resolve retomar a carreira.E não devia. Houston é a responsável pela queda vertiginosa da qualidade da música black americana que era ótima eté a primeira metade da década de 80.
Graças a Whitney Houston temos as chatas Celine Dion e Mariah Carey (essa pelo menos é gostosa) e todas as suas discípulas. Houston ensinou errado (principalmente aos brasileiros) o conceito de música "de qualidade". Ainda bem que lá nos EUA todos sabem que diva ela não é. Nem suas herdeiras musicais são divas.
Graças a Houston temos esses calouros de meia tigela que insistem em levar o que eles cantam em seus chuveiros para os palcos, graças a programecos como o Fama, o Ídolos e similares.
A música black americana de hoje é chata, não tem melodia e os cantores tem que berrar para mostrarem que "têm sentimento". Ainda usam aquela voz tremida (conhecida como vibrato) que é o recurso dos maus cantores para fingirem que cantam bem. Aquele som melódico que existia antes dela surgir foi para os ares. Até o rap piorou graças a "renovação da black music" se tornando o ritmo hegemônico dos EUA angariando até simpatias da comunidade hispânica de lá (a sempre medíocre Shakira, que finge que é "cabeça", por exemplo, aderiu ao rap-de-besta americano).
Portanto recomendo a população que esqueça Houston e similares e vão nas origens. Ouçam as divas do jazz (Sarah Vaughan, Ella Fitzgerald, Billie Holliday), as divas do soul (Aretha Franklin, por exemplo) e outras cantoras de qualidade (Laura Nyro, Tori Amos, Patti Smith, Joni Mitchell) e fujam dessa verdadeira fraude iniciada por esta distinta senhora que emporcalhou toda a cultura norte-americana desde então.
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