Foi lançado recentemente o CD e DVD produzido pelo canal Multishow, das Organizações Globo, que mostra a festinha particular disfarçada de concerto internacional que Ivete Sangalo fez graças ao aluguel do Madison Square Garden e do fretamento de vários aviões, cheinhos de fãs vindos da Terra-Brasilis.
Os trouxas que não puderam ir saborear a mamata ficaram acreditando que a mais megalomaniaca das "cantoras " brasileiras estava iniciando a sua carreira no exterior, com estardalhaço. Mentira.
Quem visita sites estrangeiros e está bem informado sobre o que acontece no mundo não percebeu alguma repercussão do show nesses meios de comunicação. Somente notas compradas, com jornalistas contratados.
Essa tática sempre foi adotada pela indústria do entretenimento brasileira, que sabe muito bem que pessoas de pouco poder aquisitivo e menor ainda nível de escolaridade, não costumam pesquisar fontes de notícia, se limitando a aceitar o que chega até eles através da TV aberta, das rádios e de jornais e revistas de fácil alcance. Pesquisas são algo que exige esforço e senso crítico, algo que nunca é ensinado para as pessoas mais carentes.
E justamente por isso, a fábula mágica do suposto sucesso internacional de Ivete, entra fácil na goela de seus fãs, que crédulos, acreditam sempre que seu ídolo é cidadão do mundo, sinônimo de inquestionável sucesso absoluto e merecedores de um respeito que nem eles mesmos conseguem se dar.
Já observamos verdadeiros fiascos com tentativas de popularescos brasileiros de fazer sucesso no exterior, como a de Sandy & Júnior, Dominó e Alexandre Pires, além da lambada (infelizmente ressuscitada com o "muderno" nome de "zouk") e do "funk" carioca, que só fazem algum sucesso em biroscas ralés de localidades pobres de países desenvolvidos.
O sucesso dos popularescos brasileiros é difícil lá fora porque, sendo mais evoluídos e com uma educação de melhor qualidade, os habitantes de países desenvolvidos, não se deixam cair nas mentiras que rondam a "cultura" do mercado, feita apenas para divertir e que trabalha muito com a ilusão, a fantasia. Europeus, canadenses e estadunidenses, além dos australianos e neozelandeses, são mais exigentes culturalmente e não toleram nem os picaretas de suas terras-natais, que chegam no Brasil travestidos como "gênios da cultura superior". Se nem Michael Jackson foi lembrado em sua morte pelos estadunidenses, imagine uma "qualquerzinha" como Ivete Sangalo?
A festinha particular de Ivete está aí no mercado para quem quiser ver. Mas não se enganem. O axézinho tosco, cheio de dançarinos, letras banais, musiquinhas burocráticas*, feitos claramente para provocar ilusão nos ingênuos deslumbrados, existe para mostrar que a música de mercado brasileira tem que parar com essa mania de querer ser a "nova cultura oficial" do Brasil e se limitar a ficar pulando nas festas acéfalas do grande-mondé, cheinho de analfabetos embriagados, querendo ser rotulados de inteligente falando e fazendo asneiras que nem crianças de 4 anos conseguem mais fazer.
Pobre cultura de nosso país, entregue a moscas do quilate dessa arrogante senhora metida a besta. E pobre da população que segue ingenuamente esses vampiros culturais...
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NOTA: * Para quem não sabe, a palavra "burocrática", na linguagem de críticos musicas, significa quando a música perde espontaneidade, ao se formatar totalmente as regras impostas por gravadoras, rádios e TVs, se baseando nas fórmulas do sucesso garantido do retorno financeiro explicitamente intencional, submetendo a música a esses aspectos.
Pouca gente percebe quando uma música é ou não burocrática. Mas quem conhece as artimanhas impostas pela mídia, com um pouco de senso crítico e senso estético, dá para perceber a ausência da espontaneidade, algo indispensável para a verdadeira arte.
Os trouxas que não puderam ir saborear a mamata ficaram acreditando que a mais megalomaniaca das "cantoras " brasileiras estava iniciando a sua carreira no exterior, com estardalhaço. Mentira.Quem visita sites estrangeiros e está bem informado sobre o que acontece no mundo não percebeu alguma repercussão do show nesses meios de comunicação. Somente notas compradas, com jornalistas contratados.
Essa tática sempre foi adotada pela indústria do entretenimento brasileira, que sabe muito bem que pessoas de pouco poder aquisitivo e menor ainda nível de escolaridade, não costumam pesquisar fontes de notícia, se limitando a aceitar o que chega até eles através da TV aberta, das rádios e de jornais e revistas de fácil alcance. Pesquisas são algo que exige esforço e senso crítico, algo que nunca é ensinado para as pessoas mais carentes.
E justamente por isso, a fábula mágica do suposto sucesso internacional de Ivete, entra fácil na goela de seus fãs, que crédulos, acreditam sempre que seu ídolo é cidadão do mundo, sinônimo de inquestionável sucesso absoluto e merecedores de um respeito que nem eles mesmos conseguem se dar.
Já observamos verdadeiros fiascos com tentativas de popularescos brasileiros de fazer sucesso no exterior, como a de Sandy & Júnior, Dominó e Alexandre Pires, além da lambada (infelizmente ressuscitada com o "muderno" nome de "zouk") e do "funk" carioca, que só fazem algum sucesso em biroscas ralés de localidades pobres de países desenvolvidos.
O sucesso dos popularescos brasileiros é difícil lá fora porque, sendo mais evoluídos e com uma educação de melhor qualidade, os habitantes de países desenvolvidos, não se deixam cair nas mentiras que rondam a "cultura" do mercado, feita apenas para divertir e que trabalha muito com a ilusão, a fantasia. Europeus, canadenses e estadunidenses, além dos australianos e neozelandeses, são mais exigentes culturalmente e não toleram nem os picaretas de suas terras-natais, que chegam no Brasil travestidos como "gênios da cultura superior". Se nem Michael Jackson foi lembrado em sua morte pelos estadunidenses, imagine uma "qualquerzinha" como Ivete Sangalo?
A festinha particular de Ivete está aí no mercado para quem quiser ver. Mas não se enganem. O axézinho tosco, cheio de dançarinos, letras banais, musiquinhas burocráticas*, feitos claramente para provocar ilusão nos ingênuos deslumbrados, existe para mostrar que a música de mercado brasileira tem que parar com essa mania de querer ser a "nova cultura oficial" do Brasil e se limitar a ficar pulando nas festas acéfalas do grande-mondé, cheinho de analfabetos embriagados, querendo ser rotulados de inteligente falando e fazendo asneiras que nem crianças de 4 anos conseguem mais fazer.
Pobre cultura de nosso país, entregue a moscas do quilate dessa arrogante senhora metida a besta. E pobre da população que segue ingenuamente esses vampiros culturais...
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NOTA: * Para quem não sabe, a palavra "burocrática", na linguagem de críticos musicas, significa quando a música perde espontaneidade, ao se formatar totalmente as regras impostas por gravadoras, rádios e TVs, se baseando nas fórmulas do sucesso garantido do retorno financeiro explicitamente intencional, submetendo a música a esses aspectos.
Pouca gente percebe quando uma música é ou não burocrática. Mas quem conhece as artimanhas impostas pela mídia, com um pouco de senso crítico e senso estético, dá para perceber a ausência da espontaneidade, algo indispensável para a verdadeira arte.
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