OBS: A mente feminina ainda é um mistério. Mas comportamento observado nas mulheres durante as paqueras e os relacionamentos ultimamente, tem jogado mais lenha na fogueira da lenda de que "mulher não gosta de homem".
Vejo muitos relacionamentos de fachada durando anos e anos. Praticamente, divórcios - que são bem caros - só existem entre os famosos. Pobres mortais levam casamentos de fachada a anos e até décadas.
Os motivos são muitos. Mas todos levam a crer que as mulheres estão dispostas a acabar com o romantismo, um erro baseado na tola ideia feminista de que mulher apaixonada é sinônimo de mulher idiota. Acham mais "maduro" se casar por motivos que não sejam o bom convívio afetivo.
Discordo plenamente das feministas. Mulher apaixonada sabe o que quer. Tolas são aquelas que se casam para satisfazer interesses ou simplesmente para satisfazer a vontade alheia.
Leiam esse interessante texto que eu achei na internet.
Buscando um Namoro ou um Namorado?
Postado por Mister P (Cérebro Masculino ) Blog Cérebro Masculino
Estava lendo umas perguntas para responder e me deparei com uma que dizia que a leitora namorava um cara há seis anos, mas nem acreditava que gostava dele.
Na hora tive que reler. Pois, não acreditei no que tinha lido. Pensei ter entendido errado… Como namorou seis anos com um cara e nem acreditava que gostava dele? Ao mínimo acreditar… Ao mínimo gostar…
Parei para refletir, um pouco, analisar, friamente, os fatos a minha volta, sem a intenção de julgar A, B ou C, cheguei a uma triste conclusão:
Isso não é tão anormal quanto aparenta ser à primeira vista. Acho que todas as leitoras conhecem um, dois, três ou umas dezenas de casos similares a esse… Mas, quais são as explicações?
Sinceramente, quando leio coisas desse tipo me vêem a cabeça duas possibilidades:
a) Não existe relacionamento, mas sim um patrocínio masculino cuja moeda de troca feminina são favores sexuais.
b) O gostar não é mais pressuposto fundamental para começar ou prosseguir um relacionamento. Namoram, apenas, para mostrar à sociedade que estão namorando, que não são mulheres abandonadas, de segunda categoria… Como se uma mulher solteira tivesse um baixo status social. Em outras palavras, buscam um namoro, um casamento, não um parceiro, um companheiro, um namorado.
Entristece-me confirmar que, depois de tantas conquistas sociais, muitas mulheres se submetem a relacionar-se por dinheiro ou “status social”… Inúmeras mulheres não se separam dos seus maridos por questões financeiras, para não serem vistas com outros olhos pelos seus pares… Em outras palavras, o comodismo e a sensação de incapacidade na qual suas vidas foram pautadas, desde a infância, ganham seu doloroso retorno, aparecem, sorrateiramente, para cobrar sua dívida.
Será que o comodismo justifica ter uma lastimável existência psíquica?
Seria esse, um quadro imutável?
Quais são as atitudes para “virar este jogo”?
São perguntas que se bem respondidas trarão um direcionamento para não cair nesse abismo abissal.
Vejo muitos relacionamentos de fachada durando anos e anos. Praticamente, divórcios - que são bem caros - só existem entre os famosos. Pobres mortais levam casamentos de fachada a anos e até décadas.
Os motivos são muitos. Mas todos levam a crer que as mulheres estão dispostas a acabar com o romantismo, um erro baseado na tola ideia feminista de que mulher apaixonada é sinônimo de mulher idiota. Acham mais "maduro" se casar por motivos que não sejam o bom convívio afetivo.
Discordo plenamente das feministas. Mulher apaixonada sabe o que quer. Tolas são aquelas que se casam para satisfazer interesses ou simplesmente para satisfazer a vontade alheia.
Leiam esse interessante texto que eu achei na internet.
Buscando um Namoro ou um Namorado?
Postado por Mister P (Cérebro Masculino ) Blog Cérebro Masculino
Estava lendo umas perguntas para responder e me deparei com uma que dizia que a leitora namorava um cara há seis anos, mas nem acreditava que gostava dele.Na hora tive que reler. Pois, não acreditei no que tinha lido. Pensei ter entendido errado… Como namorou seis anos com um cara e nem acreditava que gostava dele? Ao mínimo acreditar… Ao mínimo gostar…
Parei para refletir, um pouco, analisar, friamente, os fatos a minha volta, sem a intenção de julgar A, B ou C, cheguei a uma triste conclusão:
Isso não é tão anormal quanto aparenta ser à primeira vista. Acho que todas as leitoras conhecem um, dois, três ou umas dezenas de casos similares a esse… Mas, quais são as explicações?
Sinceramente, quando leio coisas desse tipo me vêem a cabeça duas possibilidades:
a) Não existe relacionamento, mas sim um patrocínio masculino cuja moeda de troca feminina são favores sexuais.
b) O gostar não é mais pressuposto fundamental para começar ou prosseguir um relacionamento. Namoram, apenas, para mostrar à sociedade que estão namorando, que não são mulheres abandonadas, de segunda categoria… Como se uma mulher solteira tivesse um baixo status social. Em outras palavras, buscam um namoro, um casamento, não um parceiro, um companheiro, um namorado.
Entristece-me confirmar que, depois de tantas conquistas sociais, muitas mulheres se submetem a relacionar-se por dinheiro ou “status social”… Inúmeras mulheres não se separam dos seus maridos por questões financeiras, para não serem vistas com outros olhos pelos seus pares… Em outras palavras, o comodismo e a sensação de incapacidade na qual suas vidas foram pautadas, desde a infância, ganham seu doloroso retorno, aparecem, sorrateiramente, para cobrar sua dívida.
Será que o comodismo justifica ter uma lastimável existência psíquica?
Seria esse, um quadro imutável?
Quais são as atitudes para “virar este jogo”?
São perguntas que se bem respondidas trarão um direcionamento para não cair nesse abismo abissal.
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