No Brasil, ter fé é considerado qualidade. Já o raciocínio, além de dispensável, é desprezado em certos momentos. Para a maioria ser moralmente correto basta. Moralmente, de a cordo com as regras impostas pelas religiões, claro.
Apesar disso tudo, brasileiro odeia ser chamado de burro. Nada mais estagnante para uma sociedade do que alguém não assumir os seus defeitos. Ser burro com rótulo de "inteligente" favorece ainda mais a estagnação e a permanência dos problemas, injustiças e preconceitos que só causam estragos em nossa sociedade.
E porque recorrer as religiões se, do contrário que todos pensam, ela colabora ainda mais para que tudo permaneça como está, além de enriquecer e aumentar o poder de "líderes" que não possuem nenhuma responsabilidade social?
Vemos que sociedades sem religião evoluem mais rapidamente com mais justiça, respeito ao próximo e consequentemente, qualidade de vida para todos. E em sociedades altamente religiosas, como os países do oriente Médio... Bom é melhor nem falar...
O "Wonka Irônico" também demonstra a sua dúvida a respeito disso. E vocês, o que acham?

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