O que passa na cabeça de quem defende essa verdadeira atrocidade musical que é conhecida como "funk" carioca? Será que a ficha não caiu pela ridicularidade do gênero? Será que não perceberam que é tosco, mal feito por gente sem conhecimento cultural e de nível intelectual bem reduzido? E que isso é um fato, me isentando totalmente da acusação de ser preconceituoso e ofensivo?
O "funk" carioca, seja de "raiz", "melody", "proibidão" ou o raio que o parta, é um tipo de música de má qualidade que está sendo inserida na marra, forçando a barra para ser considerado algo cultural. O que o "funk" tem de "cultural", cara pálida? Só se for as duas primeiras letras da palavra!
E não adianta tirar sexo e violência das letras de "funk". A ruindade e a ignorância cultural estarão ainda presentes, contribuindo para a decadência cultural. Se bem que sexo e violência fazem parte da vida dos funqueiros e tirá-los de suas letras é como tirar o H2O da água. Nada sobra.
Estou cansado desse discurso cada vez mais maçante feito por mais e mais celebridades e intelectualoides em defesa desse troço que nem parece música, tendo um som de carro pifando e que incomoda tanto as pessoas que deu origem a lei que proíbe som alto no interior de veículos coletivos.
Até quando vão ter o bom senso de reconhecer que o "funk" é ruim, é atraso e vem claramente do emburrecimento social resultante da péssima educação dada no país e da influência nociva da grande mídia que transforma a população brasileira em um bando de robôs a consumir qualquer modismo que vomitam em suas caras?

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