Alguém pode me explicar porque algo tão grotesco, malfeito, produzido por pessoas de baixa escolaridade e discernimento atrofiado, repetitivo, feito sem capricho e sem informação cultural, quer se impor com a mais "evoluída" forma de cultura do nosso país.
Observando as características do "funk", tem se a impressão que esse forçamento de barra para que o gênero seja tratado como um progresso cultural é pura trollagem para encher a nossa paciência defendendo algo que explicitamente é no mínimo ridículo.
Todo um investimento é feito para que esta forma tosca de, digamos... música seja aceita como "movimento cultural". Cultura sinaliza sabedoria, conhecimento, intelecto e sinceramente se o "funk" pretende ser tratado como tal, teremos a primeira forma de cultura em que não há cultura. A cultura dos incultos.
E não venham dizer que a rejeição do "funk" é preconceituosa. A aceitação é que é. Estamos acostumados a tratar a palavra preconceito como sinônimo de rejeição, mas sem lembrar que coisas podem sim, ser aceitas sem verificação.
O "funk" é explicitamente RIDÍCULO e querer transformá-la em "cultura superior" é o mesmo que chamarmos trogloditas dos tempos das cavernas para palestrar em cursos de pós graduação nos dias de hoje. Uga Buga tratado como sabedoria extrema.
Triste ver que a nossa cultura caminha para essa inaceitável degradação. Mais uma vez é a vitória da ignorância sobre o bom senso, do mal gosto sobre a sofisticação, da vergonha sobre a dignidade. Os broncos finalmente estão no poder. E tão cedo não sairão de lá.

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