O prepotente Eduardo Cunha já foi acusado, por um dos delatores da Operação Lava-Jato, de dar a palavra final para o esquema de corrupção da Petrobras. Cinco depoentes já revelaram vários escândalos graves de corrupção envolvendo ativamente o presidente da Câmara dos Deputados.
Apesar disso, o parlamentar parece indiferente às acusações, às vezes tenta até fazer ameaças e imagina que ele não está encrencado, empurrando os problemas com a barriga.
Não bastasse isso, Eduardo Cunha leva às últimas consequências o autoritarismo conhecido do PMDB carioca, não bastasse o partido ser remanescente dos dois da ditadura militar e sobreviver nos tempos democráticos como um parasita político (sem perfil ideológico definido, o PMDB poderia significar Parasitas Mobilizados Destroem o Brasil).
Suas pautas-bombas incluíram desde a degradação do mercado de trabalho com a terceirização, da condenação criminal de meninos carentes com a redução da maioridade penal, com a redução da família a uma estrutura arcaica de marido, esposa e filhos, entre outras coisas. Cunha legisla em causa própria, como dizem seus críticos.
E aí ele quer que empresas mantenham participação no financiamento das campanhas eleitorais, de forma a garantir a corrupção e o "rabo preso" dos políticos, fazendo com que eles governem para seus próprios financiadores. Eduardo Cunha é um dos beneficiados com isso. E seus coleguinhas daqui do Rio também. Vide Eduardo Paes e Luiz Fernando Pezão, que parecem governar para os chefões da Rio Ônibus.

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