ENCORPANDO A VITAMINA: Este texto, escrito por mim em 2013, tem alguma informações bem desatualizadas. Aliás, hoje a cidade se encontra em situação bem pior que na época do texto, já que havia a promessa de melhoria da parte norte da cidade, totalmente descartada no corrente ano de 2020. mas os problemas da época continuam e digo que estão até aumentados.
Como não fizeram nada na época, os problemas acabaram crescendo e se tornaram quase impossíveis de resolver. Somente uma mudança radical pode acabar com problemas na cidade, incluindo a derrubada de muitas casas habitadas e a mudança de hábitos do niteroiense, que tem colocado o lazer, sobretudo futebolístico, como prioridade máxima para a cidade.
Enfim, Niterói, uma cidade que se recusa a crescer.
Leitor critica sabiamente a prefeitura de Niterói
Marcelo Pereira, Planeta Laranja, 02/06/2013
No último domingo, no caderno de Niterói do jornal O Globo, na sessão de cartas, um missivista criticou abertamente o prefeito Rodrigo Neves, que na minha opinião nada fez de relevante para "mudar" a cidade, como foi dito no slogan de sua campanha.
Marcelo Pereira, Planeta Laranja, 02/06/2013
No último domingo, no caderno de Niterói do jornal O Globo, na sessão de cartas, um missivista criticou abertamente o prefeito Rodrigo Neves, que na minha opinião nada fez de relevante para "mudar" a cidade, como foi dito no slogan de sua campanha.
Além de continuar a construir prédios e mais prédios (estragando a infra-estrutura da cidade, piorando serviços de água e de luz e causando engarrafamentos), principal erro do prefeito anterior, o "rocker" Jorge Roberto Silveira, Neves só irá maquiar na aparência, tornando a cidade onde eu moro mais bonita, mas sem resolver os principais problemas que insistem em permanecer. Neves, infelizmente, poderá representar para Niterói o que João Henrique representou para Salvador.
Acrescento ao missivista, de quem concordo plenamente, que Neves não irá resolver os problemas de mobilidade urbana. Além de jogar no lixo o projeto de Lerner, aproveitando apenas o pior ( a transformação da Avenida Roberto Silveira, muito larga, em mão única e uniformizar o visual de todos os ônibus municipais), desistindo de construir os cinco terminais que ajudariam a desafogar o engarrafadíssimo Terminal João Goulart, no centro da cidade.
Outra coisa: O centro que ganhará 250 espigões se situa em cima de um aterro, o que não é a mesma coisa do que construir sobre a parte continental, de solidez garantida. Quero ver se o aterro aguentará uma grande quantidade de prédios enormes e pesados.
Clique na foto para ler a carta escaneada de jornal. A Rua Noronha Torrezão mencionada nela faz esquina com a rua onde eu moro, o que me transforma em testemunha ocular dos engarrafamentos que viraram rotina na rua, não apenas nos horários de pico.

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