Pelo jeito não vai parar o equivocado preconceito criado pelas esquerdas para estigmatizar os homens solitários. Composto de pessoas muito bem casadas, ou com relacionamentos mais do que estabilizados, todos iniciados em condições extremamente favoráveis, com nível de facilidade extremamente positivo, as esquerdas criaram um ponto de vista peculiar sobre a vida afetiva.
Nesta situação, fica complicado entender a solidão inalcançada. Fácil é estereotipar quem não se encontra nesta feliz condição, tachando através de rótulos ofensivos (como InCels, por exemplo. Vários esquerdistas passaram a achar que a dificuldade que muitos homens tem de conquistar suas companheiras, graças ao número de regras e a sua rigidez que transforma o processo de conquista num verdadeiro cassino.
As regras, que sempre foram rígidas, ganharam maior rigidez nos últimos tempos, não apenas pelas campanhas anti-assédio que limitam lugares e situações de paquera (como nos maravilhosos e "democráticos" bares e boates, como se mauricinhos embriagados fossem mais confiáveis que míopes losers que vivem se escondendo em bibliotecas, lendo imensos livros.
Nunca foi tão difícil conquistar uma mulher como nos últimos anos. A limitação de lugares e situações tem feito com que aumentasse a quantidade de homens solitários, que se encontram em um estado de desconfiança mútua em relação às mulheres.
Isso se não levarmos em conta que a maioria das pessoas está comprometida, principalmente as melhores que serviriam como parceiros ideais para os que sobraram. É preciso destruir de uma vez por todas o mito terraplanista de que a maioria das mulheres adultas está solteira e que estas são as melhores. Dois fatos importantes precisam ser levados em conta:
- A melhor faixa etária para se iniciar um relacionamento está entre 15 e 25 anos, quando as opções ainda são fartas e variadas;
- Quem chega primeiro pega o melhor. No namoro isso também acontece, o que prova que as melhores mulheres, seja em aparência ou personalidade, estão muito bem casadas.
Nem mesmo os aplicativos de namoro tem servido para reverter a situação. Sem opções plausíveis (lembram que eu disse que as melhores estão casadas? E as piores? Adivinhem onde estão!) e com um sistema de uso que limita lugares (só se pode conhecer quem mora na mesma região) e funcionalidades, esses aplicativos só servem mesmo como brincadeira para quem nada tem a fazer, como um videogame.
Os esquerdistas, acostumados a uma ensolarada e florida facilidade de conquista amorosa, todos enfiados com o pé na jaca de seus relacionamentos estabilizados, ignoram estas dificuldades e entenderam que homem que permanece solitário é nazista e merece a solidão que tem, pois nada fizeram de corajosamente heroico para ir atrás de uma mulher para se relacionar.
Mas como fazer se as condições não são favoráveis? Opções escassas, regras rígidas, falta de confiança, medo de errar, entre outras características de um mundo injusto em todos os setores. Impossível a conquista amorosa ser justa em um mundo injusto.
Para piorar, além disso tudo, não contar com nenhuma ajuda e ainda ser vítima de preconceito por quem costuma ser altruísta em política e economia? Como ficar tranquilo numa situação como esta, sem soluções perceptíveis? É como estar numa sala fechada onde as paredes se movem para esmagar seu ocupante, sem que ele pudesse gritar para pedir para parar aquelas paredes móveis.
Realmente, os homens solitários se encontram em uma situação em que somente eles, e cada um deles pode resolver. No mundo machista, os homens devem ser valentes e romar a iniciativa para sair do sofrimento. Na vida amorosa isso não é diferente. Mesmo que as condições não favoreçam.

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