Afinidade é quando duas pessoas concordam entre si na maior parte dos assuntos. É um item indispensável para o sucesso de um relacionamento, junto com a atração. Mas há quem não faça questão de morar no mesmo teto com alguém que pense igual. Há, estranhamente, muita gente que acha lindo casal ter divergência, achando que brigas fazem parte da rotina de um casal. Então tá.
A subjetividade típica do brasileiro tem feito com que as mulheres não fizessem questão da afinidade na escolha de um parceiro. Na verdade, as mulheres nunca deram bola a critérios que não estivessem relacionados com proteção e sustento. Mulher quer marido bem remunerado e com força física (ou altura) para resolver os problemas dela e defendê-la do ataque alheio.
Se bem que sobre este aspecto, a de desejar um machão para protegê-la, o tiro tem saído pela culatra, através do aumento dos casos de violência praticada pelo próprio marido ou namorado. Sinal que esses critérios de escolha de companheiro estão completamente equivocados e têm a urgência de serem revistos.
Mas como paqueras nunca são levadas a sério no Brasil, sendo tratadas como brincadeiras de gente de 12 anos de idade, somado ao fato de que brasileiros nunca são prudentes, critérios que poderiam garantir um relacionamento amigável, afim e seguro são praticamente esquecidos, em troca da satisfação do instinto e dos estereótipos. E os resultados são cada vez piores.
Mesmo quando descobrem que homens não possuem afinidade em assuntos importantes para o sucesso do relacionamento, insistem em desejá-los, porque acham que proteção e sustento (além do infantil pieguismo de novela) compensarão as divergências que aparecerem. Como se a rotina de um casal se assemelhasse a uma desastrada comédia romântica.
Mesmo quando descobrem que homens não possuem afinidade em assuntos importantes para o sucesso do relacionamento, insistem em desejá-los, porque acham que proteção e sustento (além do infantil pieguismo de novela) compensarão as divergências que aparecerem. Como se a rotina de um casal se assemelhasse a uma desastrada comédia romântica.
Mas porque as mulheres, mesmo com tudo o que está acontecendo, continuam, além de usar as mesmas táticas e lugares de paquera (bares estão demonstrando ser um fracasso para arrumar homens, estes cada vez mais interessados em mulheres sóbrias, que passam ideia de responsabilidade), continuam a afrouxar nas exigências quando não envolve proteção e sustento?
Só as mulheres poderão responder a esta pergunta. De qualquer forma, as mulheres pagam pelas escolhas erradas e insistem em resolver esses graves problemas cortando o mal pelo caule. Porque para elas, o importante é manter instinto e estereótipos, pois assim, os interesses particulares delas são mais satisfeitos. Até que a morte - delas - as separe de seus interesses.

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