Estava alegremente ouvindo a OI FM, para tentar ficar por dentro das últimas tendências músicais, quando me aparece um quadro apresentado via telefone por um crítico musical, José Flávio Júnior, que resolveu falar de um tal "ritmo" que estava fazendo 20 anos e que ele achava o máximo.Ele foi fazendo um suspensezinho, falando que o tal ritmo "não era entendido por alguns", mas que "era muito importante para a cutura brasileira", patati, patatá. Já fiquei meio encafifado com o "não entendido", até que ele disse as palavrinhas mágicas: "funk" carioca.
E a partir de então, o renomado jornalista da respeitável revista Bravo soltou um verdadeiro desfile de asneiras como "o "funk" carioca é genuinamente brasileiro", ""funk" carioca está sempre em evolução", "tamborzão tem atabaques" e outras que nem me lembro, já que não quis ouvir tudo, pois já estava passando mal em ouvir tanta bobagem elogiosa sobre um ritmo que evidentemente mostra cenas de uma ridicularização explícita e inquestionável.
Evolução? Acho que é o contrário "Sr. jornalista". O "funk" carioca só dá sinais de piora, de pornografia barata e seus intérpretes são uns JECAS ANALFABETOS QUE MAL SABEM ASSINAR O PRÓPRIO NOME E NEM SABE FALAR DIREITO. Como é que um sujeitinho analfabeto que nem sabe direito quem ele é, tem a capacidade de criar alguma coisa feita para ser levada à sério? Estão destruindo a nossa música com essa coisa evidentemente ridícula! Estão fazendo vandalismo cultural!!!
Pelo jeito, "Sr. Jornalista", que não possui o senso do ridículo, deve ter aplaudido o fim da obrigatoriedade do diploma, pois analfabetos é o público alvo dessa porcaria rotulada equivocadamente de "funk" carioca, pois diploma vem de esforços em tentar aprender alguma coisa. Quem elogia o "funk" carioca é porque não aprendeu nada e está com vontade de entrar na moda. E muitos desses analfabetos poderão virar jornalistas e o caos vai se instalar definitivamente na cultura brasileira. O "Senhor" e um monte de jornalistinhas, antropólogos e historiadores de meia tigela que são pagos para ficarem elogiando tendências musicais de péssimo gosto, para se promoverem ou faturar mais trocados.
Até o rótulo é um erro pois para mim, funk sempre foi Earth Wind & Fire, James Brown, Tim Maia e... Michael Jackson, observando que este último morreu desassociado com o rótulo que ele ajudou a desenvolver, chamado equivocadamente de roqueiro só por causa de uma guitarrinha colocada em um... funk. "Funk" carioca não é funk coisa nenhuma, já que o rótulo ele roubou dos bailes que tocavam esses nomes que eu citei.
Não tente, "Sr. Jornalista" ensinar errado a essa juventude tão mal-educada, preguiçosa, modista e que odeia o passado. Elas já detestam ir atrás de informação, aí vem gente como você e bota um monte de minhoca na cabeça dessa juventude, capaz apenas de aumentar as besteiras que o "Senhor" disse em seu quadro.
Tenho a certeza que que esse modismo do "funk" carioca vai acabar e todos os seus responsáveis caiam em eterno ostracismo irreversível. Só permanece quem tem consistência e legitimidade, resultantes de conhecimento e muita dedicação e as rédeas da cultura nunca devem ficar nas mãos de aculturados, pois só resulta em desastre. Entregar a cultura aos jecas ignorantess, é como colocar uma criança de 3 aninhos na Presidência da República.
Que desserviço o "Senhor"prestou, hein? Um total desincentivo para o desenvolvimento da educação e da cultura brasileiras. Os analfabetos, os ignorantes teimosos e o esgoto cultural agradecem.
PS: o cérebro fica na cabeça e não na bunda das dançarinas, viu, "Sr. Jornalista"?
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.