
O título deste post pode até soar antipático para a maioria das pessoas, sobretudo para aquelas que só enxergam como caridade as esmolas que damos às ONGs e instituições de caridade, como se só fosse delas a responsabilidade de fazer alguma coisa pela humanidade.
O Criança Esperança surgiu em 1985, como, em tese, forma de incentivar as pessoas a ajudarem os mais carentes. Mas conhecendo a natureza de seu organizador/divulgador, a Rede Globo e os resultados pífios de sue projeto, visto que as desiguladades sociais e a miséria ainda continuam em sua plenitude, é coerente não confiarmos totalmente nesse projeto.
É muito fácil uma celebridade rica, bem-vivida, ir à frente da câmera e pedir para que os telespectadores, muitos ganhando bem menos que 10% que a tal celebridade ganha por seus "préstimos", doem R$15 para a campanha. Até porque, para quem ganha acima de R$10.000(salário dos iniciantes, tipo atores de malhação, imagine os grandes astros, que inclusive, possuem outras fontes de renda, como empresas), R$15 é nada.
Essa hipocrisia toda tira o incentivo de ajudar ao projeto. Nem a nítida participação da Unesco no projeto ajuda a dar credibilidade. Sabe-se lá o que a Globo vai mandar para a Unesco? E será que a Unesco vai realmente aplicar esse dinheiro nas instituições? Quando tem gente graúda das Organizações Globo envolvida, é melhor desconfiar.
O ideal seria que os empresários das Organizações Globo e seu nobre (de nobreza, como a realeza) elenco de patrícios, abrissem mão de seus lucros financeiros, reduzissem seu padrão de vida para o mínimo necessário (se todos ganhassem no máximo R$50.000, gastos de segurança, por serem pessoas públicas) e não tivessem empresas, aí sim , não estariam sendo hipócritas.
Além disso, as supostas conquistas sociais do projeto são muito reduzidas. Não dá para falar em "mudar o mundo". É apenas uma instituiçãozinha ajudada alí, outra acolá. Mas o sistema sócio/economico/cultural defendido pela Organizações Globo continua do jeito que está, tão injusta e tão egoísta. lembrando que em muitas entrevistas, astros globais nunca citam egoísmo como defeito.
Portanto, não contem com a minha ajuda para o Criança Esperança. Prefiro ajudar pessoalmente as intituições de caridade. Pelo menos vou ver o dinheiro chegando realmente às mãos de quem precisa.
O Criança Esperança surgiu em 1985, como, em tese, forma de incentivar as pessoas a ajudarem os mais carentes. Mas conhecendo a natureza de seu organizador/divulgador, a Rede Globo e os resultados pífios de sue projeto, visto que as desiguladades sociais e a miséria ainda continuam em sua plenitude, é coerente não confiarmos totalmente nesse projeto.
É muito fácil uma celebridade rica, bem-vivida, ir à frente da câmera e pedir para que os telespectadores, muitos ganhando bem menos que 10% que a tal celebridade ganha por seus "préstimos", doem R$15 para a campanha. Até porque, para quem ganha acima de R$10.000(salário dos iniciantes, tipo atores de malhação, imagine os grandes astros, que inclusive, possuem outras fontes de renda, como empresas), R$15 é nada.
Essa hipocrisia toda tira o incentivo de ajudar ao projeto. Nem a nítida participação da Unesco no projeto ajuda a dar credibilidade. Sabe-se lá o que a Globo vai mandar para a Unesco? E será que a Unesco vai realmente aplicar esse dinheiro nas instituições? Quando tem gente graúda das Organizações Globo envolvida, é melhor desconfiar.
O ideal seria que os empresários das Organizações Globo e seu nobre (de nobreza, como a realeza) elenco de patrícios, abrissem mão de seus lucros financeiros, reduzissem seu padrão de vida para o mínimo necessário (se todos ganhassem no máximo R$50.000, gastos de segurança, por serem pessoas públicas) e não tivessem empresas, aí sim , não estariam sendo hipócritas.
Além disso, as supostas conquistas sociais do projeto são muito reduzidas. Não dá para falar em "mudar o mundo". É apenas uma instituiçãozinha ajudada alí, outra acolá. Mas o sistema sócio/economico/cultural defendido pela Organizações Globo continua do jeito que está, tão injusta e tão egoísta. lembrando que em muitas entrevistas, astros globais nunca citam egoísmo como defeito.
Portanto, não contem com a minha ajuda para o Criança Esperança. Prefiro ajudar pessoalmente as intituições de caridade. Pelo menos vou ver o dinheiro chegando realmente às mãos de quem precisa.
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