Após os homens ficarem revoltados com as avaliações feitas pelo aplicativo Lulu, foi noticiado o surgimento da revanche, a versão masculina do aplicativo, o Tubby (o nome do Bolinha no original), criado por brasileiros, onde mulheres seriam avaliadas utilizando hashtags, digamos, meio safadinhas.
Aí as feministas abriram o berreiro e foram ao Ministério da Justiça e o lançamento do aplicativo foi proibido no país. Em seguida, os criadores do suposto aplicativo anunciaram que o aplicativo não existe e que o "investidor coreano" na verdade é um nerd brasileiro de origem asiática, muito conhecido pelos nerds através de vídeos no YouTube.
Mas se preparem. Há quem diga que esse anúncio é uma pegadinha também e que o Tubby pode mesmo ser lançado, só que sem as hashtags ofensivas. A empresa que criou o Lulu já se apressou e lançou o Lulu Tubby (nada a ver com o citado Tubby), que permite que homens e mulheres se avaliem mutuamente. A confuzão foi criada.
Resta saber mesmo se o tal Tubby será mesmo lançado. O que se sabe é que homens detestaram ser avaliados de forma pejorativa, mesmo com hashtags fofinhas, pelas mulheres, já que a avaliação pode prejudicar o prestígio social de muitos homens, favorecendo a solidão e até o desemprego.
Melhor mesmo que não houvesse nenhum dos dois, nem Lulu, nem o Tubby, não é? Deixemos os pobres personagens a se digladiarem sossegados em seus quadrinhos e desenhos animados. Pelo menos era divertido assim.

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