Esta eleição parece mais um plebiscito. Parece ser entre dois candidatos, mas no fundo é entre democracia e ditadura. É mais que nítido que as pessoas que votarão em Haddad são as que mais demonstram amor ao próximo. Do outro lado, entre os bolsonaristas, só se vê pessoas preocupadas com interesses particulares.
Bolsonaro é definitivamente o candidato dos egoístas. Mesmo que os bolsonaristas finjam altruísmo, de "lutar pelo país", nota-se que para estes "país" não vai além dos símbolos cívicos e da vida social que os eleitores do "Coiso" possuem. Até porque os bolsonaristas não se importam com o fim da soberania nacional e com o prejuízo da maior parte da população.
O próprio jeitão temperamental de Bolsonaro já denuncia as intenções egoísticas do candidato. O programa de governo de Bolsonaro contém inúmeros pontos que causarão prejuízo a maioria dos brasileiros. Portanto, é natural que os eleitores do ex-capitão sejam tão ou mais egoístas - ou até sádicos - que o seu "Mito".
Pergunte a qualquer eleitor de Bolsonaro porque ele votará no candidato e as respostas vazias, sem racionalidade denunciarão a pouca preocupação no progresso do país. Para os bolsnaristas, basta prender ou matar corruptos e bandidos que tudo se resolve. Quanto a economia, o "Mercado" cuidará sozinho de "melhorar as condições dos brasileiros". Mesmo que isso nada signifique de fato.
Os eleitores de Bolsonaro são em geral pessoas que estão de certa forma estabilizadas em suas vidas e com características que não confrontam o conservadorismo semi-medieval do ex-capitão. Acreditam que por pior que seja o governo do ex-capitão, eles não sofrerão as consequências de sua gestão.
Mesmo que votem no "Coiso" por convicções pessoais, a crença que os faz pensar que não serão prejudicados pelas maluquices do ex-capitão pode ser tão firme quanto um castelo de areia. Mal sabem os que não leram o programa do seu candidato que Bolsonaro governará apenas para os mais ricos e por continuar o golpe de Temer, não representará mudanças, do contrário que a campanha diz.
Apoiar uma ditadura como a que promete Bolsonaro não é coisa de gente que ame as outras pessoas. O próprio conceito de "bondade" defendido por Bolsonaro (que exclui altruísmo, tendo mais a ver com obediência a leis e a dogmas cristãos) dispensa seus eleitores de lutar por um país igualitário e justo, com felicidade e bem estar muito bem divididos entre os brasileiros.
Até porque se existem "humanos direitos" é porque nem todos os seres humanos merecem direitos. Se existe quem pensa desta forma, existe quem seja egoísta e sádico. Infelizmente, há muita gente lucrando com o prejuízo de outros brasileiros. E esta gente certamente estará apertando "17" para ver o Brasil explodir.

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