Como sabemos, estamos vivendo um período de pandemia mundial como não acontecia há cerca de 200 anos. Se tratando de uma arma química ou não, o que se sabe é que um novo vírus apareceu para causar um imenso genocídio, o que está causando um certo pânico na maioria das pessoas e cujas medidas podem ser tão catastróficas quanto a doença causada pelo vírus.
Pouso sei sobre o coronavírus mas vou tentar resumir do que se trata. É um vírus, provavelmente descoberto no laboratório de Fort Detrick, nos EUA (imediatamente fechado após a descoberta), mas detectado na cidade de Wuhan, na China, onde acontecia um evento internacional, o que leva a crer que algum não-chinês, o "paciente zero", pode ter levado a praga para lá.
O vírus causa uma doença respiratória grave que limita a respiração e pode levar a morte. A doença gerada pelo vírus é curável, mas deixa sequelas: a fibrose pulmonar, que torna o pulmão menos elástico, dificultando a respiração e causando cansaço excessivo e uma certa fraqueza física. Este texto do site progressista Cinegnose, fala muito mais sobre o assunto.
Há muita suspeita de que o coronavírus seja uma arma química a ser usada na guerra híbrida líderada pelos EUA. Ainda não há confirmação disto, mas indícios são fortes. Não é a primeira vez que doenças são usadas em guerras entre nações. Além disto, o alerta do surgimento de uma possível guerra biológica já tem sido dado há anos.
As consequências disso tudo é a possível morte maciça de muitos seres humanos e a destruição econômica causada do cancelamento de eventos para evitar maiores contaminações. A vida social tem sido desestimulada, muita gente ficando em casa e ainda bem que temos as redes sociais na internet para amenizar nosso sentimento de solidão. O que não ajuda muito, já que o calor humano pelo contato presencial é instintamente benéfico e nunca será substituído.
Coronavírus e Solidão
O cancelamento de eventos sociais e o desestimulo de reuniões com muitas pessoas não somente tem sido nocivos a uma economia que é caótica desde 2008 em que quedas constantes nas bolsas tem obrigado grandes corporações a forjarem golpes políticos para saquear bens e riquezas de países com muitos recursos naturais, como também tem estimulado o isolamento de pessoas acostumadas a uma vida social intensa e movimentada.
As gerações mais recentes, acostumadas a integrar grandes grupos sociais, as chamadas "galeras", apesar das intensas atividades em redes sociais, vão ter que abrir mão de grandes reuniões sociais para evitar - ou tentar evitar - a doença, vivendo em uma espécie de "quarentena" se isolando em casa e se virando para se distrair. Um sacrifício enorme para quem está acostumado a vida nas ruas e em bares, boates, clubes, estádios e templos religiosos.
O que me leva a crer que não somente a doença causada pelo coronavírus seja responsável pelo imenso número de mortes que ameaça acontecer. Muita gente poderá querer se suicidar, por não mais aguentar o isolamento forçado pelas circunstâncias. O ser humano é um ser social e gosta de novidades e movimentação. Ficar em casa é uma espécie de prisão e a angústia relativa a isso pode ser inevitável.
Uma pesquisa relativamente recente mostra que as pessoas tem mais medo da solidão do que da morte. O que faz com que muita gente se arrisque e desobedeça as recomendações para ficar em casa. Domingo passado, um bando de lunáticos pró-fascismo saiu as ruas em uma manifestação, felizmente fracassada, se arriscando em ficar doente. Apesar de que, entusiastas de teorias conspiratórias, os manifestantes tratassem a doença como um mero chilique midiático.
Mesmo assim o medo da solidão é algo presente em quase todos os brasileiros, muito mais dependentes da sociabilização que outros povos. Brasileiros são marias-vão-com-as-outras, uniformizando gostos (cerveja, futebol, etc.) para que ninguém se sinta deslocado de seu grupo social, que impõe uma unanimidade que contrasta com a vocação para a diversidade que o Brasil tem.
Mas não sabemos o que virá depois desta onda de coronavírus. É bem provável que tenhamos uma mudança de conceitos e de estilos de vida. O isolamento forçará a mudança de hábitos e quem sobreviver não compreenderá as coisas como eram antes do vírus se espalhar.
Seja por reflexão, seja pelo medo de novos contágios, os seres humanos não serão mais os mesmos após o coronavírus. Como o caso é mundial, nos preparemos por grandes mudanças sociais e econômicas que estarão por vir, exigindo maior altruísmo e um cuidado maior com a saúde a começar por uma vida menos frenética, com menos drogas, bebidas e agitação.

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