As esquerdas tomaram para si o "copyright" dos ideais feministas, embora não raramente há feministas que ajam e pensem como direitistas. Ingenuamente ou por interesse, os esquerdistas preferiram tomar como dogma o mito de que todas as mulheres são vítimas e que seriam incapazes de prejudicar os homens. Sei. As mulheres bolsonaristas estão aí para "confirmar a tese".
Tudo bem que temos todos a obrigação incondicional de estarmos sempre do lado das mulheres que sofrem. Eu mesmo me sensibilizo com o sofrimento feminino e não raro me revolto como se o que as mulheres sofrem me atingissem. Como cavalheiro, sempre estou a disposição de ajudar qualquer vítima desse machismo imbecil (que também prejudica muitos homens, embora poucos se lembrem disso).
Mas e as mulheres mal intencionadas? Aquelas que por vingança ou por interesse decidem prejudicar os homens? Devemos ter compaixão delas também? Para as esquerdas, ou este tipo não existe, ou merece compaixão do mesmo jeito. Como se mulheres fossem incapazes de serem sádicas ou vingativas.
Sabe-se muito bem que as mulheres são educadas para serem interesseiras. É bom para a auto-estima da mulher escolher um homem bem sucedido profissionalmente (não precisa nem ser bonito ou bondoso - se o cara é mau-caráter, pode ser com todo mundo, menos com ela). As que não são interesseiras desafiam os instintos e as regras sociais por optarem por um caminho mais altruísta e mais responsável de luta por conta própria.
Mas não podemos aplaudir mulheres que prejudicam os homens. Já aparecem casais em que os homens apanham das mulheres, sem motivos justos. Não vamos generalizar transformando homens em sempre vilões e mulheres em sempre vítimas. Ninguém é totalmente bom ou mal, por estar a espécia humana em constante aprendizado.
Muitos homens, como eu, desejam o bem das mulheres e são capazes de lutar em nome delas. Homens que enxergam a adesão a luta por direitos das mulheres como complemento ao cavalheirismo.
Mulheres bem intencionadas são fortes. As fracas, são sempre mal intencionadas
Homens que entendem que a mulher não é um sexo frágil e que somos todos educados por mulheres, nossas mães, que nunca cansaram de demonstrar força ao cuidar de nós. A minha mãe, falecida em julho do ano passado - fato que até agora eu não consigo aceitar com tranquilidade - era tão marcante que sinto um enorme buraco em minha vida, a nunca ser preenchido. Uma comprovação pessoal da importância da mulher como um sexo forte. Põe forte nisso!
As mulheres fortes são bem intencionadas. As fracas, preferem trapacear e maltratar os homens. Umas fazem por vingança, crendo na tolice de que todo homem é machista - MENTIRA! - enquanto outras fazem apenas para se dar bem na vida de forma mais fácil e garantida. Essas, sinceramente, não merecem piedade, a não ser que se arrependam de seus atos nocivos.
Mas as feministas até agora não disseram sobre o que deve ser feito com as mulheres mal intencionadas. Vamos ficar aguardando. O que eu penso é que deve, sem qualquer tipo de crueldade, responsabilizá-las e criar meios para que aprendam que prejudicar os outros nunca é bom.
É preciso transformar as causas feministas em uma espécie de acordo em que tanto mulheres quanto homens sejam beneficiados de forma justa, respeitando as suas características. Nem homens nem mulheres merecem sofrer. Ainda mais num mundo sádico em que vivemos, cujas crises geradas por lideranças sempre gananciosas criam danos de todos os tipos a maioria das pessoas.
Vamos lutar juntos, homens e mulheres, por um mundo melhor. E ouçamos as mulheres. Tradicionalmente sem voz em tempos remotos, é bem provável que esteja nas mãos delas a solução para acabar com a ganância neste mundo que nunca se evolui. Prestem muita atenção a isso.

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