Fatos sugerem que entramos na era do achismo. Antes da internet, com o monopólio dos meios de comunicação, várias ideias difundidas por estes meios se solidificaram como verdades, nos desestimulando a pensar e questionar. As definições, mesmo erradas, pareciam estabilizadas e crescemos nos acostumando com elas.
Mas graças a internet, muitos conceitos foram questionados. Até aí tudo bem. Mas o problema que até conceitos fatídicos também começaram a ser questionados, principalmente por negativistas. Mesmo verdades comprovadas racionalmente passaram a despertar dúvidas, já que praticamente tudo que nós acreditamos passou a ser questionado.
Cada pessoa começou a ser achar sabidona e com base não em fatos mas em crenças começou cada um a lançar sua tese particular sobre a realidade. Muitas destas teses são extremamente delirantes, coisas de gente com sérios problemas psiquiátricos. Crenças que seriam facilmente derrubadas se a humanidade, sobretudo os brasileiros, fôssemos mais racionais.
Isso explica porque muitos dos conceitos de várias coisas se tornaram bastante duvidosas. Sendo subjetivas, ou seja, vindo do achismo de cada pessoa, consagrada pelo fato de ser também opiniões da mídia influente, é frequente que definições equivocadas sobre as coisas se consagrem e conceitos acabem sendo assimilados de forma errada. Como se, por exemplo, abacaxi fosse um tipo de carro.
Pior que se você tenta corrigir, é imediatamente agredido, no mínimo com uma ofensa. Opiniões são tratadas como patrimônio e para quem acredita, suas opiniões são baseadas em fatos reais, mesmo que esta realidade virtual exista apenas na cabeça de quem acredita.
Pior que se você tenta corrigir, é imediatamente agredido, no mínimo com uma ofensa. Opiniões são tratadas como patrimônio e para quem acredita, suas opiniões são baseadas em fatos reais, mesmo que esta realidade virtual exista apenas na cabeça de quem acredita.
O brasileiro, sendo um povo nada afeito a racionalidade e totalmente fiel às lideranças que confia, acaba não verificando os contextos das coias e aceita a orientação nem sempre acertada da liderança confiada, definindo de forma errada aquilo que se vê. Acreditar em conceitos equivocados virou um direito a ser defendido. É isso que fortalece as religiões nos últimos anos.
Assim, o Brasil segue atrasado perante o mundo, sempre cometendo erros e se recusando a se evoluir, entendendo como progresso a adesão a modismos e a falsa esperança que as religiões, que nos ensinaram a confiar mais que raciocinar, resolvam tudo na pessoa surreal do Líder-maior Deus.

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