A era da mediocridade em que vivemos considera a perfeição como um defeito. Todos querem se sentir um pouco "inferiores" para poder com isso, obter mais benefícios. Daí nasce o que eu chamo de Marketing da Exclusão, onde uma pessoa bem sucedida ou sem defeitos se traveste de pessoa excluída para atrair atenção dos outros e obter vantagens desta forma. É uma versão ampliada da falsa humildade.
E aí não cansamos de nos deparar com exemplos disso:
- atores de comportamento claramente extrovertido se rotulando de tímidos;
- mauricinhos ricos posando de esquerdistas com direito a camisetas com a face de Che Guevara;
- caras normais que só por estarem um pouco fora de forma e usam computador mais de 4 horas por dia, se auto-rotulam de nerds;
- mulheres com vida social intensa que reclamam da falta de homens;
E aí não cansamos de nos deparar com exemplos disso:
- atores de comportamento claramente extrovertido se rotulando de tímidos;
- mauricinhos ricos posando de esquerdistas com direito a camisetas com a face de Che Guevara;
- caras normais que só por estarem um pouco fora de forma e usam computador mais de 4 horas por dia, se auto-rotulam de nerds;
- mulheres com vida social intensa que reclamam da falta de homens;
- pessoas muito bem de vida que acham pouco o alto salário que recebem;
- jogadores de futebol que não sofrem nenhum dano com o racismo de que alegam serem vítimas;
- empresários bem sucedidos que declaram falência só para receber algum tipo de ajuda de governos;
- cantores mercenários e de grande sucesso de público que se dizem alternativos e longe da mídia.
Só são alguns exemplos, já que fingir de "coitadinho" virou moda nos últimos tempos. E isso pode ser nocivo, já que pode impedir ajuda aos verdadeiros sofredores, já que os falsos receberão a ajuda no lugar dos verdadeiros.
Cabe a sociedade não confiar nesses farsantes e ajudar apenas a quem realmente precisa.
- cantores mercenários e de grande sucesso de público que se dizem alternativos e longe da mídia.
Só são alguns exemplos, já que fingir de "coitadinho" virou moda nos últimos tempos. E isso pode ser nocivo, já que pode impedir ajuda aos verdadeiros sofredores, já que os falsos receberão a ajuda no lugar dos verdadeiros.
Cabe a sociedade não confiar nesses farsantes e ajudar apenas a quem realmente precisa.
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